josé eduardo agualusa

edited Novembro 2 in outras coisas

Depois de ter lido “A Teoria Geral do Esquecimento”, por José Eduardo Agualusa, fiquei de tal forma fascinado pela sua escrita que tenha decidido começar a ler o resto da sua obra pela ordem de obtenção de cada título – pois claro.

Na seguinte lista não coloquei as suas obras de literatura infantil, “Estranhões e Bizarrocos”, ” A Girafa que Comia Estrelas”, “Um Pai em Nascimento”; “Lisboa Africana” grande reportagem sobre a comunidade africana de Lisboa, em parceria com Fernando Semedo (texto) e Elza Rocha (fotografia).

  • A Conjura (1989)
  • D. Nicolau Água-Rosada e outras estórias verdadeiras e inverosímeis (1990) [1]
  • O Coração dos Bosques (1991)
  • A Feira dos Assombrados (1992)
  • Estação das Chuvas (1996)
  • Nação Crioula: correspondência secreta de Fradique Mendes (1997)
  • Fronteiras Perdidas, contos para viajar (1999)
  • Um Estranho em Goa (2000)
  • A Substância do Amor e Outras Crónicas ( 2000)
  • O Homem que Parecia um Domingo ( 2002)
  • O Ano em que Zumbi Tomou o Rio ( 2001)
  • Catálogo de Sombras (2003)
  • O Vendedor de Passados (2004)
  • Manual Prático de Levitação (2005)
  • Passageiros em Trânsito (2006)
  • O filho do Vento (2006)
  • As Mulheres do Meu Pai (2007)
  • Na Rota das Especiarias (2008)
  • O Meu filho Quer Ser Vampiro (2008)
  • Barroco Tropical (2009)
  • Milagrário Pessoal (2010)
  • O Lugar do Morto (2011)
  • Teoria Geral do Esquecimento (2012)
  • A Educação Sentimental dos Pássaros (2012)
  • Fui Para Sul (2012)
  • A vida no Céu (2013)
  • A Rainha Ginga (2014)
  • O Livro dos Camaleões (2015)
  • A Sociedade dos Sonhadores Involuntários ( 2017)
  • O Paraíso e Outros Infernos (2018)
  • O Terrorista Elegante e Outras Histórias (2019) – em parceria com Mia Couto
  • Os Vivos e os Outros (2020)

Acho que nesta lista não falta nada. A corrigir se necessário.

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[1] Os contos deste livro inicialmente publicados pela editora Vega foram reunidos no livro “A Feira dos Assombrados” publicado pela Quetzal. Todas as histórias partilham o Dondo como ponto comum.

"Ceci n'est pas une pipe."

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