josé eduardo agualusa

edited Agosto 20 in outras coisas

Depois de ter lido “A Teoria Geral do Esquecimento”, por José Eduardo Agualusa, fiquei de tal forma fascinado pela sua escrita que tenha decidido começar a ler o resto da sua obra pela ordem de obtenção de cada título – pois claro.

Na seguinte lista não coloquei as suas obras de literatura infantil, “Estranhões e Bizarrocos”, ” A Girafa que Comia Estrelas”, “Um Pai em Nascimento”; “Lisboa Africana” grande reportagem sobre a comunidade africana de Lisboa, em parceria com Fernando Semedo (texto) e Elza Rocha (fotografia).

  • A Conjura (1989)
  • D. Nicolau Água-Rosada e outras estórias verdadeiras e inverosímeis (1990) [1]
  • O Coração dos Bosques (1991)
  • A Feira dos Assombrados (1992)
  • Estação das Chuvas (1996)
  • Nação Crioula: correspondência secreta de Fradique Mendes (1997)
  • Fronteiras Perdidas, contos para viajar (1999)
  • Um Estranho em Goa (2000)
  • A Substância do Amor e Outras Crónicas ( 2000)
  • O Homem que Parecia um Domingo ( 2002)
  • O Ano em que Zumbi Tomou o Rio ( 2001)
  • Catálogo de Sombras (2003)
  • O Vendedor de Passados (2004)
  • Manual Prático de Levitação (2005)
  • Passageiros em Trânsito (2006)
  • O filho do Vento (2006)
  • As Mulheres do Meu Pai (2007)
  • Na Rota das Especiarias (2008)
  • O Meu filho Quer Ser Vampiro (2008)
  • Barroco Tropical (2009)
  • Milagrário Pessoal (2010)
  • O Lugar do Morto (2011)
  • Teoria Geral do Esquecimento (2012)
  • A Educação Sentimental dos Pássaros (2012)
  • Fui Para Sul (2012)
  • A vida no Céu (2013)
  • A Rainha Ginga (2014)
  • O Livro dos Camaleões (2015)
  • A Sociedade dos Sonhadores Involuntários ( 2017)
  • O Paraíso e Outros Infernos (2018)
  • O Terrorista Elegante e Outras Histórias (2019) – em parceria com Mia Couto
  • Os Vivos e os Outros (2020)

Acho que nesta lista não falta nada. A corrigir se necessário.

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[1] Os contos deste livro inicialmente publicados pela editora Vega foram reunidos no livro “A Feira dos Assombrados” publicado pela Quetzal. Todas as histórias partilham o Dondo como ponto comum.

"Ceci n'est pas une pipe."

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