apenas

(…) o murmúrio dos indiferentes. Ou pior ainda – o murmúrio do conformados. (…) Paradigma de um povo que vive sem viver. Que existe apenas… Permanentemente à espera. À espera que chova ou faça sol… à espera do fim do mês ou da consulta da Caixa… à espera de um governo que não seja pior que o anterior… à espera de um Sebastião salvador… à espera da morte…

in Jornal de Barcelos de 14.12.2005, Crónica de Luís Manuel Cunha
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