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Fracos humanos como folhas ligeiras, imponentes criaturas amassadas em lodo e privadas de asas, pobres mortais condenados a uma vida efémera e fugitiva como a sombra ou um sonho ligeiro, escutai as aves, seres imortais, aéreos, isentos de velhice, ocupados em pensamentos eternos.
página 58

Aristófanes, As Aves // tradução: A. Lobo Vilela // editor: Editorial Inquérito, Lisboa, 1984

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