o wow

O meu estimado colega b. gomes quando lhe perguntei coisas sobre o wow escarrapachou o link
http://www.wowinsider.com/2007/06/13/why-are-people-leaving-wow/
no msn.
Como não é a primeira vez que me envia links deste tipo irei hoje divagar sobre o tema.

Não nego que o jogo wow pode ser viciante, mesmo muito viciante, como pode ser qualquer coisa que dê prazer. E não serve de desculpa afirmar que wow não é o mesmo que o tabaco (coisa que b. gomes ainda não deixou), a droga, a bebida. O wow como qualquer outra coisa pode viciar. Até jogos simples como o ogame ou o monstersgame podem viciar. Convenhamos que até o sexo pode viciar. Em conclusão, toda aquela actividade que se torna uma obsessão ou seja pela qual somos dominados é um vício. E é isto que temos de ter em conta.

Já fui viciado no wow. Já coloquei o wow em primeiro lugar. Já escolhi o wow em detrimento da família e do salutar convívio social. Até que parei e analisei a vida estúpida que estava a levar. Cancelei a conta e por mais de quatro meses não soube o que era o wow. Tinha até comprado o TBC e nem cheguei a ir para Outland.

A pedido do meu cunhado reiniciei-me nas aventuras do wow. Contudo a atitude perante o jogo é outra:
# não tenho horário. Vou quando para aí estou virado.
# não perco o meu dr. house.
# estando a jogar, mas solicitando a minha mulher ou qualquer dos meus filhos a minha atenção, largo o jogo, educadamente, mesmo que seja o main healer de qualquer party. Acontece muito pouco, pois quando jogo a família já dorme, pelo menos os seus membros jovens.
# não perco os jantares com os amigos.
# não cancelo a ida aos cinemas
# uso o wow como passatempo, não como trabalho.

Quanto tempo demorará o meu “neco” a subir? Sei lá. Não jogo para competir, mas para me divertir e conviver salutarmente.

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