Archive for month: Dezembro, 2007

Meu maior medo, uma vez constada a verdade, foi que não havia mais esperança para mim. Perdi a oportunidade única. Tinha sido um falso cristão, estabelecendo meu próprio modelo de cristianismo, que foi feito para uma vida de liberdade, mas que me custou a alma.

Tim Lahaye e Jerry B. Jenkins, Deixados Para Trás
título original: Left Behind
tradução: Rubens Castilho
editor: United Press Ltda, 1997
citação: página 179

10 years

24 Dez
24.12.2007

birthday cake to celebrate the 10th anniversary of my son.

strechiado: o nascimento

17 Dez
17.12.2007

Não foi na claridade do dia que strechiado apareceu pela primeira vez. Ele gosta da escuridão pura e crua. E nem a luz romântica do luar serve os seus propósitos de orgia celular.

Foi, assim, com naturalidade que strechiado iniciou as suas convulsões balsâmicas e puff renasceu.

Vocês tentam viver o melhor que podem. Óptimo, óptimo, vivam bem, amem-se uns aos outros, sejam bondosos. Mas não finjam que o desastre nada tem a ver convosco. Pode ter acontecido à muito tempo, mas no entanto, infecta todos os dias da nossa vida. Envelhece-nos, desgasta-mos, devora-nos, afasta as nossas crianças de nós. Torna-nos não só ignorantes como apaixonados pela ignorância. Estamos infestados de ignorância.

Brian Aldiss, A Primavera de Hellicona
título original: Hellicona Spring
tradução: Alexandra Rolão Tavares
editor: Livros do Brasil, Colecção Argonauta (n.º 544), Lisboa, Maio. 2003
isbn: 972-38-2655-0
citação: página 129

helliconia

05 Dez
5.12.2007

The central character is not any person but the planet itself and its science, particularly in the light of James Lovelock’s Gaia Hypothesis. The books describe realistic and credible details of the planet from the perspectives of a great variety of fields of study – astronomy, geology, climatology, geobiology, microbiology, religion, society, and many others – for which Aldiss gained the help of many Oxford academics. Connections are drawn which show numerous ways in which these aspects of life affect each other.

The books are set in the real universe, some six thousand years in the future. A space station from Earth, the Avernus, is orbiting Helliconia and closely observing the planet, including the activities of its intelligent inhabitants. The temptation to interfere in Helliconian affairs is a recurring dilemma for the inhabitants of Avernus.

Helliconia has a very long year, equivalent to some 2500 Earth years, and global temperatures vary greatly over the year. A major theme of the trilogy is the fragility of human civilization in the context of environmental changes, and the ability of humanity to preserve and recreate civilization.

Helliconia is populated by two intelligent races, humans and phagors. The humans are actually not the same species as Earth humans but a species that is remarkably similar. This can be regarded as a combination of coincidence, convergent evolution, and artistic licence.

from wikipedia

Comecei esta semana a ler o primeiro volume da Trilogia de Helliconia, publicado em Portugal pela editora “Livros do Brasil“.
Devo dizer que não gosto especialmente de livros que me envolvem numa personagem, que aprendi a gostar, e que no volume seguinte já não existe porque é dado um enorme salto de gerações.

Espero desta vez não ficar desiludido. Vem-me à memória duas leituras recentes:
– Estrelas Semeadas de James Blish, que acabei, mas ligeiramente aborrecido
– Máquinas Infernais, o terceiro livro de uma trilogia, editado pela Editora Presença, que tem a sua leitura suspensa: Não me cativaram os “20 anos depois

Não esqueço que Brian Aldiss é um mestre a contar histórias e por isso, talvez, não deve ficar preocupado. E ainda recordo o prazer da leitura de Cryptozoic e The Malacia Tapestry.

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