12 Mar
12.03.2008

(…)lá arranjei um novo emprego num escritório comercial, com um horário. muito certo, sempre os mesmos papéis, as mesmas cartas, as mesmas contas, as mesmas conversas, as mesmas feições, os mesmos problemas, só quando chegava a hora de sair me parecia despertar de uma hipnose estranha e, de repente, via-me entre a multidão das pessoas nas ruas, ficava a olhar aquele mundo novo como tivesse mergulhado num labirinto de fantasmas(…)

Jánika por Vitório Káli (página 19)


Li este livro com apenas 13 anos. Que coisa. A minha mãe incumbia-me de uma gigante tarefa. A escolha do livro do “trimestre”. A selecção foi Jánika. Nem sei a razão passados que são estes anos. E apesar de tudo foi, tendo em conta, a minha idade imberbe, uma paixão deliciosa. Reencontro-me hoje com Jánika e vou-o relendo. E descobrindo-o.

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