é minha

Comprei uma bicicleta para mim, mas é o meu pai que anda nela” poderia ser o título do novo filme de Manoel de Oliveira.
# as linhas brancas seguintes servem como minuto de silêncio enquanto pensamos na assustadora possibilidade de outro filme de Manoel de Oliveira #
(pausa) (suspense) (hic)

em branco

poderia ser, mas não é. Agora que cumpri com a minha obrigação de fornecer um pouco adrenalina vou explicar. Comprei mesmo uma bicicleta. Foi com alegria que me desloquei à loja e desembolsei o pagamento. Montei na minha nova bicicleta de montanha e desci com facilidade até casa. No domingo seguinte fui conquistar Esposende. Conquistei Esposende passadas várias horas. Mas a bicicleta vinha com defeito tinha altos no selim e como tal fiquei com calos nas minhas formosas nádegas. O facto de, afinal, as subidas serem mais íngremes para quem anda de bicicleta é importante, mas irrelevante. A bicicleta ou permite um transporte com qualidade e conforto ou não vale a pena e como tal jurei a mim mesmo que enquanto não fizerem um selim mais aconchegado o meu rabiosque não seria mais torturado.

Abandonei a bicicleta e foi como que readaptada pelo meu pai. Não sei se o selim é de melhor qualidade, mas deve ser.

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