mission child

08 Jul
8.07.2008

Não apreciei o livro Renascer editado em 2002 pel’Os Livros do Brasil (n.º 539 e 540 da colecção Argonauta).
Acredito que Maureen F. McHugh escreve um bom livro, mas eu não fiquei convencido. Ou melhor dizendo não me toca. E não é por ser um livro, digamos, “lento”.

Pensei que a partir da página 46 a história me levasse a outros trilhos, mas acabei por descobrir que é mais uma viagem interior sem o meu “tabasco” preferido. Pensei durante algum tempo n’ Os Arquitectos do Cosmos, Frank Herbert, o que, também, não ajudou à leitura.

Janna não deixa de ser uma personagem forte capaz de ultrapassar e crescer com os horrores das guerras.

I felt so bad for that boy. I didn’t know which was worse: to die or to survive the plague and be alone. He was in the land of the dead, now, and when he came back nothing would ever be the same. I had brought Ming Wei out of the land of the dead, and that was good. But nobody was going to bring that boy out of the land of the dead. No one had ever brought me out of the land of the dead. Here I was, neither man nor woman, foreigner with no home. Maybe that was what I was for, to be a guide out of the land of the dead. Crazy thoughts.
Maureen McHugh’s Mission Child

Mas a verdade é que sou mais um leitor de Majipoor [1].


[1] O Castelo de Lorde Valentine (n.º 542 e n.º 543 da colecção Argonauta);
As Crónicas de Majipoor (n.º 59 e n.º 60 dos Livros de Bolso, série Ficção Científica das Publicações Europa-América)

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