Archive for month: Novembro, 2008

blindness

17 Nov
17.11.2008

The only thing more terrifying than blindness is being the only one who can see.

Blindness é um filme perturbador e tal como na obra “O Senhor das Moscas” de William Golding, adaptada já ao cinema, releva que o mal é próprio da natureza humana.

Túnel no Céu de Robert A. Heinlein, editado entre nós pelas PEA em 1996, conta-nos, igualmente, a história de um grupo de indivíduos que não nos deixa esquecer que o homem é um “animal social”.

O filme e as obras referidas colocam, ao fim e ao cabo a pergunta:
Será o homem naturalmente mau?
Eu aceito melhor o pessimismo antropológico de Hobbes – homo homini lupus, o homem é o lobo do homem – do que o optimismo antropológico do bom selvagem de Jean-Jacques Rousseau.

song of a hyperborean

05 Nov
5.11.2008

“I come from a land in the sun-bright deep,
Where golden gardens glow,
Where the winds of the north, becalmed in sleep,
Their conch shells never blow.”

Song of a Hyperborean, Moore

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