o impostor

As feições tinham a mesma harmoniosa perfeição, moldadas talvez ainda com maior vigor nas suas linhas semelhantes. Nos olhos brilhava o fogo de uma intensa intelectualidade; boca e queixo voluntarioso, indicando um homem de acção; a figura atlética, cheia de “soupless”. Apresentava as características da perfeita saúde física e mental – de um homem que vivia com dignidade e sem pessimismos, a despeito de uma certa gravidade de expressão.

Iniciando um light, presumia eu, romance policial, ataco as páginas de “O Impostor” (The Great Impersonation, 1920) por E. Phillips Oppenheim. Mas depois de chegar a estas linhas sei que terei tudo menos leitura light.

The Great Impersonation, a obra mais conhecida de E. Phillips Oppenheim, levada ao cinema por três vezes (1921, 1935 e 1942), será lida noutra altura.

Hoje, pelo menos, quero algo mais light.


O Impostor, E. Phillips Oppenheim // título original: The Great Impersonation // editor: Livros do Brasil, colecção Vampiro

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