arrumos?

Na quarta-feira quando decidido a aproveitar uns minutos antes da visita de alguém não Forte ao meu escritório e reler mais um conto de O. Henry descubro que o mesmo não estava dentro da minha “sacola“.
Registo que ando sempre na “sacola” com um livro da colecção Vampiro ou Argonauta. Livros de bolso que leio nos tempos mortos do dia-a-dia. Como quando esperei pelo médico 2 horas. E descobri que foram duas horas quando ele chegou porque o livro era muito bom e viciou-me.

Mas quanto ao livro de contos só ao chegar a casa é que o encontro no braço esquerdo do sofá. E na onda de perdidos e achados aproveitei esta imperdoável desarrumação para ordenar as minhas leituras. Porque leio vários livros ao mesmo tempo. Uns têm 20%, outros 90%, ou até 50% de leitura.

A questão é que o livro mais apetitoso acaba por se revelar por vezes de difícil digestão. E quando isso acontece dou-lhe um descanso. E retomo a leitura mais tarde. Por vezes demoro mais de 2 ou mais anos a pegar no livro. Ou nem retomo a leitura se a desilusão acabar por ser grande. Um destes casos é o Codex 632 de José Rodrigues dos Santos que está parado na narração de sexo escaldante do professor Tomás com a aluna, acho que, sueca. Enfim, nórdica.

No final a arrumação de livros espalhados pela sala e pelo quarto originou uma agradável disposição:

  • O Homem Sinistro, Edgar Wallace
  • A Idade de Ouro, John C. Wright
  • Policias e Ladrões, O. Henry
  • Codex 632, José Rodrigues dos Santos
  • O Sentido da Noite – Uma Confissão, Michael Cox
  • O Farol, P. D. James
  • Capitão Alatriste – Limpeza de Sangue, Arturo Pérez-Reverte

Mas enquanto não resolvo estas leituras pendentes li bastantes obras de uma assentada como o excelente Remanescente. Por isso nem tudo é mau.

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