death note

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Lá terminei a leitura do excelente Death Note. E pouco mais tenho a dizer sobre a saga que as suas 2800 páginas não digam por si.

É uma obra excelente e de leitura obrigatória para qualquer amante de manga. Se a ideia base da série pode à primeira vista parecer ser algo insípida revela-se, ao virar de cada página, ser uma ideia perfeita e magistralmente urdida.

Light Yagami, 17 anos, seria um estudante normal não fosse o caso de ser excepcionalmente inteligente e ter encontrado um caderno estranho: o Death Note. De acordo com as instruções do livro, se for escrito o nome de uma pessoa, visualizando a sua cara, essa pessoa irá morrer de ataque cardíaco em 40 segundos! É ainda possível escrever a causa da morte, ou completar o seu desenvolvimento. Light Yagami a princípio não acredita no que leu. Então faz um teste e funciona. Decide, inicialmente, impulsionado pelo tédio e depois por um dever “divino”, erradicar da terra todas as pessoas más.

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Com esta permissa Tsugumi Ohba escreve e Takeshi Obata desenha 12 volumes de acção trepidante. Na Mangá Box há um 13 volume “How To Read” que disponibiliza não apenas algumas respostas a algumas pontas soltas, como, e ainda bem, uma entrevista com os autores, perfis das personagens, uma história piloto e várias histórias [“four-panel comics”]. Foi, por isso, igualmente, divertido ler o “guia” Death Note.

“L”awliet é a personagem mais espectacular. A sua postura, o seu particular gosto por doces, os seus olhos, enfim, todos os seus maneirismos estão bem colocados. Near o sucessor de “L” tem também maneirismos que o tornam especial. Ryuk, um Shinigami, é um personagem que nos diverte enquanto se diverte com as movimentações de Light.

Por isto e por muito mais Death Note recomenda-se.

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