Archive for month: Abril, 2010

yo

29 Abr
29.04.2010

Graffiti que existe na estação dos comboios em Barcelos.

período refractário

27 Abr
27.04.2010

Tenho um colega que se gaba imenso, quase exageradamente, direi eu inocentemente ou ignorante até, das suas habilidades/capacidades sexuais. Todas “elas” ficam satisfeitas se o tiverem como parceiro tal é a sua pujança. Um dos seus segredos é a ingestão diária de uma barra de chocolate. Ele, actualmente, tal é o número d “elas” que querem sentir tamanha energia e masculinidade, só aceita mulheres “de catálogo” – um gourmet do sexo!

A semana passada em tom de brincadeira inquiri-o acerca da duração do seu “período refractário”. A sua resposta, “Ui, é muito tempo, muito tempo mesmo. Comigo é tudo em grande!”, foi gritada enquanto atirava o braço direito em frente para salientar com esse gesto a sua plena alegria por “muito tempo”. Não pude deixar de gargalhar perante a sua obtusa resposta.

Conto este episódio anedótico a recordar-me da frase “Prescinde/não prescinde(3) do direito ao ensino da disciplina de Religião e Moral Católicas” (modelo n.º 451 INCM) escrita, pelo menos entre 1983/1988, nos boletins de matrícula do ensino básico e do ensino secundário. (3) “Riscar a palavra que não interessa”; perante isto acredito que muitos encarregados de educação riscaram a palavra “Prescinde” porque viam apenas o não e nunca associavam o “prescinde” a “passar sem”. Isto criou muita confusão desnecessária. E para resolver o problema bastava ter substituído a palavra “prescinde” por outra como “renuncia”, “dispensa”. Era uma frase religiosamente armadilhada com o objectivo de, por engano/lapso, obrigar os alunos à frequência da disciplina de Religião e Moral Católicas. A partir de 1989 já era necessário uma declaração própria devidamente assinada a informar do desejo de frequentar a disciplina de Religião e Moral (DREN modelo 1) e em outros boletins de matrícula bastava escrever a palavra “SIM” “no rectângulo abaixo” (modelo n.º 1065 da INCM). Com isso terminou as matrículas por “engano”.

E já agora a palavra “obliterar” colocada nestes termos: “O título de transporte só é válido se for obliterado” também é um espectáculo burlesco da aproximação dos serviços públicos ao cidadão.
Em Portugal a taxa de dislexia, mais por falta educação do que motivada por problemas médicos, ainda é elevada. Ou… já não o é… fruto das Novas Oportunidades.
E agora fiquei ligeiramente afásico!?

trash

26 Abr
26.04.2010

lixooooooo.

medalhas

25 Abr
25.04.2010

No tal baú a descoberta de umas tais medalhas – tempo em que jogava xadrez.

lovebird i

25 Abr
25.04.2010

a lovebird is one of nine species of the genus. they are a social and affectionate small parrot.

lovebird ii

25 Abr
25.04.2010

a lovebird is one of nine species of the genus agapornis. they are a social and affectionate small parrot.

pedaço de corda

24 Abr
24.04.2010

Gostei do pormenor e daí que pimba…

o mau detective

21 Abr
21.04.2010

“O Mau Detective”, The Bad Detective (1996), de Henry Reymond Fitzwalter Keating (H. R. F. Keating) é um história muito bem urdida e com finais surpreendentes. Este livro faz parte de vários romances escritos na década de 1990 sobre como as fraquezas humanas podem prejudicar o trabalho dos polícias. Só li este que por sinal encerra o ciclo.
Aqui temos um corrupto Jack Stallworthy que planeia ir para a reforma com os bolsos bem recheados.
Já tinha lido uma história de H. R. F. Keating cuja personagem principal é o Inspector Ghote – não me lembro qual.

Aponto uma questão de tradução que não entendi. Segundo me apercebi a palavra pub foi traduzida sempre como “pabe”:

Não visitamos três pabes, esta noite?[1]

[1] página 20

eggshells

19 Abr
19.04.2010

A omeleta soube deliciosamente.

alarme carla

19 Abr
19.04.2010

A minha mulher tem um relógio tão biologicamente apurado que quando é preciso acordar às 08h00 ela acorda às 07h59 a tempo de parar o despertador. Se é necessário acordar às 09h15 ela acorda às… 09h14. É um espanto só compreensível pela sua perfeita união com o cosmos. Admiro-a, venero-a, pela sua capacidade de derrotar semanalmente o despertador.

Eu não tenho esta capacidade de super-herói. Comigo o despertador vence sempre – nunca o ouço. Já tentei com dois despertadores preparados a disparar o alarme com um intervalo de 5 minutos; saio sempre derrotado. Ainda tentei com três despertadores – desiludido fiquei eu outra vez (the Yoda way). Não tenho relógio biológico ou este está sem pilhas. Ou estou de tal forma habituado ao alarme Carla que o meu relógio biológico entrou em remissão.

Na noite de sexta-feira para Sábado dormi sobressaltado. A minha mulher estava ligeiramente adoentada e não podia contar com ela para me acordar.
Disse-lhe corajosamente: “relaxa que eu acordo. no problem. é sábado. além do mais fui eu que marquei o encontro.”

Adormeci com tamanho pavor de me perder no sono que não dormi nada: acordei às 04h15, às 05h45, às 06h36, às 07h24, às 08h50, às 09h10 e nessa altura levantei-me a guindaste e preparei-me para a reunião das 10h00. Sempre que não posso contar com a máquina Carla o meu sono é sempre sobressaltado.
Se me deitar relaxado, sem a preocupação de me levantar, escapo a qualquer despertador; é como se a fase 3 do meu NREM estivesse em constante replay?

Sou um sério caso de estudo!

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