o vinho verde

Depois de uma caneca de vinho verde tamanho mega ter escorrido copiosamente pela minha garganta ajudada pela excelente feijoada decidi contra qualquer bom senso fazer uma estúpida caminhada em busca de uma cobra para fotografar – sim, uma cobra. Não era um mosquito, uma flor, um sapo, uma vaca, mas uma cobra.

Deixei pois o Restaurante Recesinhos, que recomendo (diárias a preço da chuva) e caminhei durante pelo menos 2 horas. Só parei quando me apercebi que a caminhada pelo meio do monte me tinha feito chegar a outra localidade.

Na altura do regresso fiz, ainda um vídeo. O que fazem os deliciosos e perniciosos efeitos de um bom vinho verde na mente de um jovem como eu? O que aprendi com o passeio? Nada. Rigorosamente nada, excepto que com duas canetas tinha ficado a dormir no sofá.

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