(…) nas minhas costas ouço sempre a aproximação da quadriga voadora do tempo; e além, à nossa frente, jazem desertos de eternidade. A tua beleza não será mais reencontrada; e os ecos da minha canção não se ouvirão na tua sepultura de mármore: depois, os vermes provarão a tua tão preservada virgindade; a tua honra a pó se reduzirá, e em cinzas o meu desejo se transformará.
Os Impostores por Alfred Bester

Digam que não existe poesia na ficção cientifica? Digam-me?

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