Archive for month: Junho, 2011

feto-azevinho 1.5

30 Jun
30.06.2011

Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.

feto-azevinho 1.4

30 Jun
30.06.2011

Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.

feto-azevinho 1.3

30 Jun
30.06.2011

Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.

feto-azevinho 1.1

30 Jun
30.06.2011

Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.

feto-azevinho 1.0

30 Jun
30.06.2011

Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.

teolinda gersão

28 Jun
28.06.2011

Esse ano demorou-se um só dia, e fugiu que nem um pássaro pela janela entreaberta.
(Muitas vezes, depois, ela se haveria de arrepender de ter deixado a janela mal fechada.)

Ando cansadíssimo a segurar o mundo, diz o autor.
Não tenho tempo nem de fazer um telefonema. Corro para um lado a segurar as cidades, corro para o outro a segurar os rios, corro para o outro a segurar as pontes. Se eu fechar os olhos um minuto o universo começa a oscilar e cai.
Porque é de mim que deriva o tempo e o espaço.

Sou lindíssimo, disse o autor fascinado. Lindíssimo, lindíssimo, lindíssimo. De tal modo que não posso despegar os olhos do espelho. E tudo o que existe, sou tentado a converter em ‘eu’. Porque só tenho olhos para mim.
Sentou-se na cadeira, cruzou as pernas e começou a devorar o mundo. Engolia, engolia, engordava sem medida e a inflação do eu era tão grande que a certa altura rebentava e caía numa chuva de estilhaços.
E então pacientemente, de gatas, ia procurando os pedaço, aqui e ali, e começava a cola-los outra vez com Araldite.

Epístola aos Pisões: Cortai os pés, pisões, cortai verdadeiramente os pés e aprendei que a poesia não pisa: é o modo mais directo para voar

Um dia descobri a porta que fazia sair de casa. Esse foi o dia mais belo: o mundo estava lá fora.

(….) quando se perde um comboio na vida, nunca mais se pode alcança-lo outra vez.

Guarda-Chuvas Cintilantes de Teolinda Gersão

paper swan

28 Jun
28.06.2011

a poor attempt to create an origami.

fantasia

27 Jun
27.06.2011

Li as obras de J. R. R. Tolkien (principalmente “The Lord of the Rings”), de Robert Jordan (“The Wheel of Time”), de Sara Douglass (“The Axis Trilogy”) e comecei a cansar-me de ler fantasia em qualquer dos seus géneros.

Apesar deste cansaço (e também desalento) ainda fui atacando algumas obras:

  • The Redemption of Althalus
  • A Saga do Rei Dragão
  • A Canção de Albion
  • The Chronicles of Amber

e outras que estão espalhadas, aleatoriamente, pelas estantes.

Cheguei, contudo, a uma dada altura que arrumei a fantasia das minhas leituras e apesar de ler muitas críticas positivas sobre dadas obras, certos escritores isso nunca foi motivo suficiente para pensar segunda vez no assunto.

Fui explorando outros “universos”, mas sempre fiel à banda desenhada e à ficção cientifica – casei com isto.

A mudança de prespectiva ocorreu com a leitura da obra “O Evangelho do Enforcado” e na sequiosa necessidade de peregrinação ao Fórum Fantástico 2010.

Assim, fui como que obrigado a comprar “O Homem Pintado” de Peter V. Brett que me reconciliou com a fantasia.

George R. R. Martin (alguém da minha tm no twitter “obrigou-me” a tirar o livro da estante) foi um must e senti-me um adolescente a recordar as leituras de Sir Walter Scott, Théophile Gautier, Alexandre Dumas; acho-me, agora, devidamente temperado para mais fantasia.

beefeater drink (perspectiva)

25 Jun
25.06.2011

uma outra perspectiva de uma bebida Beefeater.

cherries, doubly

25 Jun
25.06.2011

Duas cerejas o dobro do prazer.

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