Archive for month: Novembro, 2011

o nome do vento

30 Nov
30.11.2011

“O Nome do Vento”, primeiro volume da trilogia “A Crónica do Regicida”, de Patrick Rothfuss, e editado pela Gailivro é uma história espectacular. A história de Kvothe, contada na primeira pessoa, está bem contada e cativa sem dificuldades ao virar da página. Tem quanto a mim algumas falhas (ou melhor páginas desnecessárias) nos pequenos episódios que compõem o conjunto. Destaco, negativamente, o episódio do dragão que não traz nada de novo à aventura.

A melhor parte do livro é o início. Tomamos conhecimento com a criança Kvothe, muito inteligente. Não gostei das últimas páginas do livro, escreveu muito para dizer pouco, apesar de Patrick Rothfuss demonstrar que é um excelente contador de história.

Por último acho demasiado forçado colar Patrick Rothfuss a um Martin e elevar “O Nome do Vento” a obra-prima do fantástico.

a garrafa

23 Nov
23.11.2011

Nada de especial, uma garrafa.

venha a mim

23 Nov
23.11.2011

Venham a mim… os pombos.

o livro de eli

21 Nov
21.11.2011

Não sei se gostei deste filme ou não e eu que adoro, especialmente, ficção cientifica e mundos apocalípticos.

Os filmes serviram uma espécie de catarse – a não ida ao fórum fantástico 2011 ainda está a ser digerida; e a visualização de três filmes de uma penada, este foi o último, pode ter contribuído para um embrutecimento. Ou já era do cansaço.

Por isso tenho esta dúvida. Ou é por ser um filme que afirma acima de tudo o poder da religião para a sobrevivência.

deuses americanos

20 Nov
20.11.2011

Em “Deuses Americanos” Neil Gaiman oferece uma road story, digamos, mitológica agradável. Li o livro sem problemas. O enredo está bem construído, deuses com idiossincrasias engraçadas, mas no geral é um livro que não me deixa saudades. Tem pormenores interessantes: adorei a zombie esposa. Faltou-lhe alguma coisa para me deixar uma sensação final de encantamento. Talvez as quebras de ritmo narrativo? Ou simplesmente a ausência de um qualquer ingrediente.

A mais valia é, contudo, a facilidade com que Gaiman brinca ousadamente com os diferentes deuses e os mistura numa salada bem condimentada.

O deus Anansi tem aqui uma presença fugaz; em “Os Filhos de Anansi” Neil Gaiman criou uma história na qual ele é A personagem.

espuma e mar

16 Nov
16.11.2011

Uma brisa refrescante. Apúlia.

frutada visão

16 Nov
16.11.2011

Depois do bife a bebida. Uma cerveja refrescante e pouco? calórica.

ordens!

15 Nov
15.11.2011

No Bom Jesus, Braga.

saudável bife?

13 Nov
13.11.2011

Um bife suculento com coisas saudáveis pelo meio.

hand jobs – mr. esgar’s artshow

13 Nov
13.11.2011

E lá consegui visitar a Hand Jobs – Mr. Esgar’s ArtShow. A minha filhota teve de ir connosco e nunca sei como ela pode reagir às novidades; é um risco não assegurável.

O local da exposição é amplo e permite passear sem confrontos. A playlist da música ambiente é cativante. No lado direito, ao fundo, temos o espaço multimédia (uma televisão revela os trabalhos de Esgar Acelerado em movimento). Aí perto existe o bar onde bebi um saudável vinho do porto e comi um doce recheado com chila.

Ganhei de oferta um pin. A minha filha teve direito a dois que gosta de exibir ao estilo de inveja mode ON.

Os trabalhos são admiráveis. O artista é um bom artista, mesmo devidamente mascarado para as ocasiões. Uma exposição a visitar. Um artista a conhecer ou a redescobrir. Garanto ninguém ficará indiferente.

Ainda tive tempo para uma troca de palavras e para uma divinal (se assim se pode dizer) foto com Esgar.

eu e ele (esgar acelerado)

eu e ele (esgar acelerado)

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