oh! meu deus!

Dos 10 mandamentos há um que nunca me foi bem explicado na altura em que ia agrilhoado à catequese:
2º – Não usar o nome de Deus em vão.

Hoje a propósito de não sei o quê irei falar porque sim sobre esse mandamento do vosso senhor; exemplificando com questões enviadas por email.

Acabei de verter nos lábios o liquido de um Dry Martini feito com Beefeater 24 e disse “meu Deus! que bom!” – violei o 2º mandamento?
R: Claro que não. O Beefeater 24 é feito com 12 ingredientes naturais. quem fez o mundo foi Deus. Está, por isso, a louvar 12 das suas criações.

No cume máximo do desejo sexual explodi “meu Deus! que bom! ai! pará!” – violei o 2º mandamento?
R: Claro que não. “Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e conquistai-a” foi a primeira ordem do vosso Deus. Está, como tal, a informar Deus o quanto é bom a tarefa de multiplicação. Pecado será parar a meio.

Lancei após presenciar mais uma estupidez do meu colega de trabalho “oh! meus Deus! outra vez a mesma merda!” – violei o 2º mandamento?
R: Claro que não. Como sabe, ser cristão é não apenas ser bondoso, mas mostrar igualmente consideração, ser brando e longânime, exercer amorosamente o autodomínio. está, pois, a invocar amorosamente o nome de Deus para controlar um qualquer impulso assassino e dessa forma revelou que dizer a palavra Deus o fez brando e paciente; é uma palavra catalisadora de bondade. A utilização da palavra sinónimo de excremento na mesma frase que a palavra Deus poderia trazer-lhe problemas no confessionário fora de outro qualquer contexto. Vejamos: “outra vez… merda!” com o “outra vez” revela que tem estado atento ao comportamento de outro ser humano o que demonstra que vive fora de si para os outros.

Para mais esclarecimentos estejam à vontade.

o vosso teológico: BigPole
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