Archive for month: Julho, 2012

cornos no lambreta bar

24 Jul
24.07.2012

Sim. São dois valentes cornos no Lambreta bar.

escultura cemiterial, 001

20 Jul
20.07.2012

Escultura cemiterial existente no Cemitério Municipal de Barcelos.

coisa assustadora

13 Jul
13.07.2012

Coisa assustadora que apareceu dentro da casa de meus pais.

a despedida com chuva

13 Jul
13.07.2012

A última foto da charrete antes de me ir refugiar da chuva. A última foto do Mercado Medieval em Barcelos (2012).

a forca

11 Jul
11.07.2012

Como defenderá alguém uma cidade rodeada por inimigos e infestada de traidores, quando os seus aliados não merecem confiança e o seu antecessor desapareceu sem deixar rasto? Bastará para fazer um torturador sentir vontade de fugir (mesmo que conseguisse caminhar sem bengala) e o inquisidor Glokta precisará de encontrar as respostas antes que o exército gurkês lhe bata aos portões. Os nortenhos passaram a fronteira de Angland e espalham fogo e morte pelo território gelado. O príncipe Ladisla pretende rechaçá-los e cobrir-se de glória eterna. Há apenas um problema: ele comanda o exército com o pior armamento, a pior preparação e a pior liderança em todo o mundo. E Bayaz, Primeiro dos Magos, lidera um grupo de aventureiros arrojados numa missão pelas ruínas do passado. A mulher mais odiada do Sul, o homem mais temido do Norte e o rapaz mais egoísta da União poderão ser estranhos companheiros de viagem, mas, se conseguissem deixar de se odiar, seriam também companheiros potencialmente letais. Segredos ancestrais serão expostos. Batalhas sangrentas serão ganhas e perdidas. Inimigos declarados serão perdoados… mas não antes da forca.

A Forca, segundo volume da trilogia “A Primeira Lei”, de Joe Abercrombie é uma leitura sólida. Não há surpresas, e como tal é lida sem sobressaltos. Se o uso de capítulos intercalados, que nos obrigam a perceber as aventuras de várias personagens ao mesmo tempo, para forçar a leitura, é um método poderosamente condicionante, e que na “Lâmina” foi uma mais valia, o ponto alto da narrativa aconteceu, mesmo, quando personagens aparentemente sem nada em comum se encontram, n’A Forca, isto, aborreceu-me um pouco.

Tirando as cenas de cariz sexual, fracas e quanto a mim descontextualizadas, o resto do livro vale por ser mais do mesmo: violência, magia, mais violência, linguagem sem papas-na-língua e violência, e traição.

cerca

10 Jul
10.07.2012

Uma cerca na praia da Apúlia.

raiva urbana

09 Jul
9.07.2012

Mais um graffiti à maneira a decorar ou a destruir as paredes.

em amarelo

06 Jul
6.07.2012

flor em amarelo.

o cavalo e a chuva…

05 Jul
5.07.2012

Não se vê a chuva, mas levei com ela (eu e a minha filha) quando demos um passeio na charrete pelo mercado medieval.

o gajo é comilão

05 Jul
5.07.2012

Outro exemplo que mete nojo a qualquer bom vegetariano.

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