la guerra de los imperfectos por víctor manuel valenzuela

07 Ago
07.08.2015

Tenho nas minhas mãos o livro “La Guerra de los Imperfectos” de Víctor Manuel Valenzuela, uma edição da Nowe Volution.

Ansioso por terminar o que já deu para perceber ser um excelente livro de ficção científica. Estou cada vez mais satisfeito por ter seguido os conselhos de Ricardo Esplugas.

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4 respostas
  1. paulo brito says:

    Primeiro apontamento
    O facto da história se iniciar nos túneis do metro desenhou-me um grande sorriso nos lábios. Adoro, apesar de me acusarem de ser claustrofóbico, e talvez por causa disso, histórias que têm como protagonistas os labirintos subterrâneos.
    Desde logo o autor, Victor Manuel Valenzuela, revela de forma despretensiosa um esboço do background da história. E foi nesta altura que o livro se aproxima assustadoramente da nossa realidade e que o Homo+ é algo de perfeitamente viável.

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  2. paulo brito says:

    Segundo apontamento
    Un libro vale la pena por la historia, pero estos detalles valoran la lectura: comienzo de capitulo y capitulo, al lado del número de la página.
    libro

    libro

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  3. paulo brito says:

    Opinião final…

    Dolorosamente lindo!

    Terceiro apontamento: La Guerra de los Imperfectos é um livro espectacular.

    Víctor Manuel Valenzuela apresenta um futuro, amaldiçoado pelo poder da eugenia (Homo+), demasiado realista e inquietante, mas não deixa de revelar que existe humanidade nos seres humanos. Apesar de o livro ter como enredo principal a luta entre os Imperfectos e os Homo+ Víctor M. Valenzuela examina e coloca no microscópio o amor, a vida e a solidão; a claustrofobia, a insónia e a desorientação, o desgaste que se arrasta no quotidiano dos Imperfectos.

    O livro está dividido em dois planos de acção diferentes: aquele que nos apresenta o presente e aquele que nos explica como o mundo chegou a um presente absurdamente tão desigual. Estes dois planos estão cuidadosamente escritos e quando se ligam tem-se de aplaudir o escritor pela elegância e inteligência com que o faz.

    Quarto apontamento: A narração das batalhas são perfeitas. São tão visuais que tenho a sensação de estar a jogar um First-person shooter. Estive a ler um livro ou a assistir a excelentes efeitos CGI?

    Quando o fim do livro chega sabemos que se criou um laço com as personagens. Saber que a história não termina ali deixa uma sensação de tristeza – pode não ser o final feliz que se esperaria, mas o factor esperança está lá e essa centelha de esperança é o mais importante.

    La Guerra de los Imperfectos causa em alguns momentos raiva, noutros alegria, noutros choro… o que há para não gostar?

    Quinto apontamento: Víctor M. Valenzuela demonstra ter uma vivida imaginação e uma forma inteligente de contar. Espero que este livro seja um marco de crescimento na carreira literária de Víctor M. Valenzuela e na produção de ficção científica espanhola.

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  4. paulo brito says:

    Opinión final…

    ¡Dolorosamente fenomenal!

    Primer apunte: La Guerra de los Imperfectos es un libro estupendo
    Víctor Manuel Valenzuela presenta un futuro, maldecido por el poder de la eugenia (Homo+), demasiado realista e inquietante, pero no deja de revelar que existe humanidad en los seres humanos. Aunque el libro tenga como enredo principal la lucha entre los Imperfectos y los Homo+ Víctor M. Valenzuela examina y coloca en el microscopio el amor, la vida y la soledad; la claustrofobia, el insomnio y la desorientación, el desgaste que se arrastra en la vida de los Imperfectos.
    El libro está dividido en dos planes de acción distintos: aquél que nos presenta el presente y aquél que nos explica cómo el mundo llegó a un presente absurdamente tan desigual. Estos dos planes están cuidadosamente escritos y cuando de conectan se tiene que dar las gracias al escritor por la elegancia y sabiduría con que lo hace.

    Segundo apunte: La narración de las batallas es perfecta. Son toan visuales que tengo la sensación de estar jugando un First-person shooter. ¿Estuve leyendo un libro o asistiendo a excelentes efectos CGI?
    Cuando el final del libro llega sabemos que se creó un lazo con los personajes. Saber que la historia no acaba allí deja una sensación de tristeza – puede no ser el final que me esperaría, pero el hecho esperanza está allá y esa chispa de esperanza es lo más importante.
    La Guerra de los Imperfectos, causa en algunos momentos rabia, en otros alegría, en otros lloro… ¿qué hay para no nos gustar?

    Tercer apunte: Víctor M. Valenzuela demuestra tener una vivida imaginación y una forma inteligente de contar. Espero que este libro sea un marco de crecimiento en la carrera literaria de Víctor M. Valenzuela y en la producción de ciencia ficción española.

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