No que diz respeito à rapariga com os quatro dedos na mão esquerda, nunca mais lhe pus a vista em cima. De regresso à minha cidade natal, fiquei a saber que deixara de trabalhar na loja de discos e abandonara o apartamento em que vivia. Desapareceu sem deixar rasto, levada pelo fluxo do tempo no meio de um mar de gente.
Ouve a Canção do Vento & Flíper de Haruki Murakami (página 135)
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