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Sabia que estava no fim do mundo, mas o mais surpreendente e tudo era que continuava a estar no mundo ao fim de todo este tempo, num ponto na parte inferior do mapa. A paisagem tinha uma expressão desolada, mas não podia negar que possuía traços legíveis e que eu existia nela. Isto era uma descoberta — o seu aspeto. Pensei: O fim do mundo é um lugar.
O Velho Expresso da Patagónia de Paul Theroux (pág. 578)
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