«O Jardim das Hespérides. A maça de ouro», pensou, passando com a língua sobre os seus belos dentes polidos. Passado pouco tempo, sentia-se como se flutuasse um pouco acima da água, lá fora no estreito, com o vento a acariciar-lhe a face. O som das ondas foi-se afastando. Adormeceram.
Deixa a Chuva Cair de Paul Bowles (págs. 116 e 117)

O Jardim das Hespérides, na mitologia grega, foi a morada destas ninfas (deusas primaveris). Situado às margens do rio Oceano, guardado por um dragão (ou uma serpente). As hespérides personificam o final da tarde, transição entre o dia e a noite.
O décimo primeiro trabalho de Hércules foi colher os pomos de ouro do Jardim das Hespérides.

o jardim das hespérides por frederick, lord leighton, 1892
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