26 Nov
26.11.2018 O riso tinha-os salvo sempre: uma elegância suicida de troçarem de si próprios que era a mútua e solidária máscara do desespero, de um duplo espanto no qual um deles continuava a estar infinitamente sozinho, condenado e perdido.
O Inverno em Lisboa de Antonio Muñoz Molina (página 94)

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