Acordou, abriu os olhos. O quarto pouco ou nada lhe dizia; ele estava profundamente imerso na inconsciência donde acabara de vir. Se lhe faltava a energia para determinar a sua posição no tempo e no espaço, faltava-lhe também o desejo de o fazer.
O Céu Que Nos Protege de Paul Bowles (página 13)
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