01 Abr
01.04.2019 Compreendi rapidamente que o mais provável era nem sequer costumarem saudá-lo em vida. Ele era-lhes completamente estranho, só o seu desaparecimento lhes era familiar, porque esse servia-lhes para reanimar quotidianamente a alegria e a quase vaidade que tinham de constatar mutuamente a própria existência, a importância dessa situação de estar vivo, apesar das aparências: maravilha que eles exercitavam sem cessar através de tiradas espirituosas, de maledicência e de pequenos toques cúmplices.
Porto-Sudão por Olivier Rolin (página 41/42)
Tags: , , , , ,
0 respostas

deixar uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

© 1999.2019 porta VIII. todos os direitos reservados. alimentado pelo wordpress | alojamento por oitava esfera
beam me up, scotty!
%d bloggers like this: