Ela deu à luz um rapaz cerca de um ano depois de se terem casado e morreu três dias depois. Tal como morreu, assim foi cremada. Apagou-se, sem dor nem grande sofrimento, como se alguém se tivesse limitado a sair do palco e a desligar um interruptor.
A Rapariga que Inventou um Sonho de Haruki Murakami (pág. 227)

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