o imortal hulk, vol 2

O Imortal Hulk é uma série em publicação no Brasil, que compila os números da série The Immortal Hulk, atualmente em publicação nos EUA. Este segundo volume é escrito por Al Ewing e desenhado por Joe Bennett (o brasileiro Bené Nascimento) e Lee Garbett.

Estas novas aventuras são realmente excelentes – não desapontam.

crash bandicoot aku aku

Uma das minhas prendas de Natal, o Crash Bandicoot Aku Aku.

thor, vol. 02 de 04

Neste número, Thor #2, continuamos com boas histórias – continua a compilar a quinta série norte-americana de Thor.


As minhas leituras do crossover A Guerra dos Reinos (The War of the Realms):

rio, vol. 2: os olhos da favela de louise garcia e corentin rouge

RIO, uma saga urbana que percorre impiedosamente as intrincadas ruas do Rio de Janeiro, pondo a nu uma realidade brutal que mais não é do que um retrato acutilante da sociedade brasileira contemporânea.

Rubeus e Nina nasceram numa das maiores favelas do Rio de Janeiro. Os dois irmãos ficam por sua conta no dia em que a sua mãe é assassinada por Jonas, um polícia corrupto do qual ela era informante e amante.

Apanhados por Bakar, juntam-se a um grupo de crianças de rua. Entre pobreza e violência, pequenos truques parecem ser a única forma de sobrevivência. No entanto, outra alternativa surge: a da adopção por uma família rica. Assombrado pelo assassinato da sua mãe e agora responsável pela sua irmã mais nova, Rubeus passa assim da pobreza das favelas e das ruas para a classe média alta brasileira e ficando a conhecer os diferentes lados de uma sociedade mista, brutal e desigual.

Da autoria de Louise Garcia (argumento) e Corentin Rouge (desenhos) esta saga, Rio, de quatro tomos, do qual este é o segundo tomo, não desaponta.

História violenta, crua – apaixonante.

Tradução: Sara Moreira

o defunto logan, vol. 02 de 02

História realmente, mas realmente espetacular.

a guerra dos reinos: crônicas de guerra, vol. 02 de 03

Metade vale a pena, a outra metade nem por isso. A parte dos X-Men como que, digamos, desapontou. No geral diverte, mas não entusiasma.


As minhas leituras do crossover A Guerra dos Reinos (The War of the Realms):

david soares: novidades

Vem aí coisa pesada. (Novidades para breve.)

via Facebook

fragmento.000468

O capítulo que diretamente fala de Cristo não é efusivo. Limita-se a invocar dois lugares da Escritura, a frase «dou a minha vida pelas ovelhas» (João 10:15) e a curiosa locução: «Deu o espírito», que usam os quatro evangelistas para dizer «morreu». Destes lugares, que confirma o versículo: «Ninguém me tira a vida, dou-a eu» (João 10: 1 8), infere que o suplício da Cruz não matou Jesus Cristo e que este, na verdade, se deu morte com uma prodigiosa e voluntária emissão da sua alma. Donne escreveu esta conjetura em 1608; em 1631 incluiu-a num sermão que pregou, quase agonizante, na capela do palácio de Whitehall.
Outras Inquirições de Jorge Luis Borges (página 130)
Biathanatos, a Declaration of that Paradoxe or Thesis, that Selfe-homicide is not so Naturally Sinne, that it may never be otherwise (em português: Biathanatos, uma declaração daquele paradoxo, ou tese, segundo o qual o auto-homicídio não é tão naturalmente um pecado que nunca possa vir a deixar de sê-lo), ou simplesmente Biathanatos, é um livro do poeta inglês e padre anglicano John Donne, no qual ele argumenta que, sob certas condições, o suicídio é defensável. Estima-se que a escrita do livro foi completada em 1608, mas foi somente em 1647, depois de sua morte e contra a vontade de Donne, que o trabalho foi publicado por seu filho. O significado histórico de Biathanatos está no fato de ser o primeiro texto em inglês que trata da proibição cristã do suicídio.

Wikipédia

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Mencionar o nome de Wilde é mencionar um dandy que também fosse poeta, é evocar a imagem de um cavalheiro dedicado ao pobre propósito de espantar com gravatas e com metáforas.
Outras Inquirições de Jorge Luis Borges (página 111)

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Toda a colaboração é misteriosa. Esta do inglês e persa foi-o mais que nenhuma, porque eram muito diferentes os dois e se calhar na vida nem teriam travado amizade e a morte e as vicissitudes e o tempo serviram para que um soubesse do outro e fossem um único poeta.
Outras Inquirições de Jorge Luis Borges (página 109)