gent

Chegou hoje. Obrigado.

gent

postal de gent

Sir Paxo foi à Bélgica curtir a vida e a bebida.
Amante de boas cervejas encontrou muitas companheiras decididas a partilhar com ele esse salutar vício.

A Wikipedia tem muita informação interessante sobre esta cidade belga. O site oficial da cidade pode ser visitado aqui.

se de repente

se de repente uma pessoa do sexo masculino? lhe segurar a porta para o deixar passar isso é

uma grande foda.

from the perverse mind of paulo brito

religião

Este mundo é, às vezes, difícil de aguentar. Muitas “crianças grandes” abusando de tudo e de todos. Morte e doença em quantidades industriais. Muitas desilusões amorosas(!). E as pessoas fazem o que podem para seguir em frente. A religião acaba por ser mais saudável do que o “ecstasy”.

Odeio é quando as pessoas ficam fanáticas. Odeio mesmo.
Mas de uma forma geral, a religião ajuda as pessoas a sobreviver, e a maior parte das pessoas religiosas são inofensivas. Elas precisam dela.

Eu também preciso da religião, mas não existe uma que seja indicada para mim. Provavelmente irei iniciar a minha própria religião quando estiver para aí virado.

não sei de onde traduzi isto. apenas que é de 1999.

could english magic really exist?

Jonathan Strange & Mr. Norrell de Susanna Clarke recebeu a 7 de Agosto de 2005 o prémio Hugo para a melhor novela na Worldcon realizada em Glasgow, Escócia.
Por coincidência comecei a ler o livro de Susanna Clarke depois de terminada a leitura de Harry Potter. Foi um daqueles livros adquiridos por impulso após ter folheado um exemplar em casa de um amigo.
É um livro com muitas páginas, cerca de 800, o que é bom se a história for maravilhosa, divertida e agradável. Só com 1/8 lido devo dizer que, ainda, não fiquei desapontado. A ver vamos.

Christopher Hampton, contratado pela New Line Cinema, está a terminar o argumento de adaptação da obra de Susanna Clarke. Assim, quem não quiser ler o livro basta esperar pelo filme.

os impostores

Cem anos deveriam bastar para adorar os teus olhos e venerar a tua fronte; duzentos para admirar cada seio; mais trezentos para o meio; uma idade pelo menos para cada parte, e a última idade para toda a tua arte.

página 31

Alfred Bester, Os Impostores
título original: The Deceivers
tradução: Maria Névoa
editor: Publicações Europa-América, Colecção Ficção Científica (n.º69), Mem Martins, 1984

fuck you

não sei onde obtive isto. lamento…


Greetings “How the fuck are you?”
Fraud “I was fucked by the McDonalds Drive Through.”
Dismay “Oh, fuck it.”
Trouble “Well, I guess I’m fucked again.”
Aggression “Fuck you…”
Disgust “Fuck me…”
Confusion, Curiosity or Disbelief “What the fuck….?”
Diffuclty “I don’t understand this fucking thing.”
Despair “Fucked again.”
Good Job “Congratufuckinglations.”
Desperation “Fuckityfuckfuckfuck.”
Incompetence “He fucks up everything.”
Disappointment “This fucking fucker is fucked.”
Intelligence “He’s a fucking genius.”
Dismissal “Why don’t you go outside and play hide-and-go-fuck-yourself?”
Displeasure “What the fuck is going on?”
Lost “Where the fuck are we?”
Disbelief “Unbefuckinglievable…”
Retaliation “Up your fucking ass…”
Laziness “He’s just a fuck-off.”
Pain “Fuck . that hurt.”
Pleasure “Oooooooh Fuuuuuuck”
Love “Do ya Fuck on first dates?”
Starting a relationship “Let’s fuck now.”
Surprise “Fucking hell what was that?”
Admiration “Nice fucking tits.”
Stupid person “Dumbfuck.”
Hate “You Fuck.”
Condemnation “Fuck that shit.”
Disappointment “That’s not fucking fair.”
A poker hand “A Royal Fuck.”
Ignorant person “Fuckstick.”
Denial “I didn’t fucking do it.”
Perplexity “I know fuck all about it.”
Apathy “Who gives a fuck.”
Confusion “What the fuck just happened?”
Resignation “Oh fuck it.”
Suspicion “Who the fuck are you?”
Panic “Let’s get the fuck out of here.”
Directions “Fuck off.”
Sex “Let’s fuck.”
Maternal “Motherfucker.”
Incestuous “Motherfucker.”
Ambiguity “I’m not so fucking sure.”
Agreement “Absofuckinglutely.”
Questioning Authority “Who the fuck do you think you are?”
Hypocrisy “Don’t you dare fucking swear at me you fucking fucker.”
Praising the Lord “Jesus Fucking Christ.”
I have a headache “Go fuck yourself.”
Refusal “Oh you can fuck right off.”
Pissed off “Fuck the fucking fuckers.”
Be quiet “Shut the fuck up.”
You’re right “Fucking oath.” (Australianism)
Ostentation “He’s just bought a big, fuck-off Mercedes.”
Sensuousness “She was wearing a pair of red leather, fuck-me boots.”
Confidence “Fuckin’ A.”
Impressed “That was fucking amazing.”
Oral sex after 30 years of marriage “Fuck you.” (while passing each other in the hall)
Apathy “I don’t give a fuck.”
Bewilderment or Ignorance “Fucked if I know.”
Enraged “I’m gonna fuck you up.”
Annoyance “Fuck off, fucker.”
Annoyance “For fuck’s sake.”
Pissed off “Fuck you, you fucking fuck.”
Tardiness “It’s ten-fucking-thirty already?”
Broken down motorcycle “Sir, the fucking fucker has fucked up on me.
Professional appraisal of mechanical failure “It’s fucked.”
Calling someone “Oy, fuck face.”
Minors “Fucklings.”
Morons “Fucktards.”
Thanks “Fuck you very much.”

morte…

Mais tarde, Thomas Blaine pensou na forma da sua morte e desejou que tivesse sido mais interessante. Porque não ocorrera ela enquanto estivesse a batalhar contra um ciclone, a enfrentar o ataque de um tigre, ou a escalar uma montanha fustigada pelo vento?(…)
Apesar disso, por muito vulgar que seja, a morte de alguém é o acontecimento mais importante da sua vida.


Robert Sheckley, A Conquista da Imortalidade
tí­tulo original: Immortality Delivered
tradução: de Alexandra Santos Tavares
editor: livros do Brasil, Lisboa, Ago. 2000, pág. 7


image copyright Richard Morden
Based on an image of Robert Sheckley. Ricard Morten has other works that deserve to be seen.

l’ empire des loups

kinopoisk.ru

O primeiro filme que vi com Jean Reno foi Vertigem Azul (Le Grand Bleu) realizado por Luc Besson. Não guardei grande memória do nome dos actores nem, mesmo, do realizador. Gostei do filme. Ponto final. Na altura não tinha maturidade para ir mais além do ter “gostado” do filme. Claro, que mais tarde, assim que descobri o DVD do filme Grand Bleu na sua edição integral foi amor à primeira vista.
Certo dia, ainda no século passado, a caminho de uma batalha de Magic o meu amigo Sir Paxo falava-me de um filme sobre um assassino perfeito. Gabava a fotografia, a história, o actor, tudo… Eu bem que puxava pela memória, mas o filme não o tinha visto. Aquele sentimento saudável (?) chamado inveja começava a roer-me as entranhas cada vez que era confrontado com o “Não viste esse filme? O tí­tulo não sei qual era. Mas era um filme para ti. Sabes, daqueles que tu gostas mesmooooooo
Ao chegarmos perto da rotunda da Boavista (Porto) certamente condoí­do pelos meus lamentos, pelos sons lúgubres que eu emitia lá lançou para o ar o nome “Léon“. Naturalmente, assim, que tive a mais pequena oportunidade tentei descobrir o filme num clube de video. Vi o filme em VHS e fiquei sem fala ao descobrir nele o meu actor e o mesmo realizador.

Tenho seguido de perto a carreira de Jean Reno e os seus filmes não me têm decepcionado. Alguns são muito bons, outros são, apenas, bons. Mas ça suffi.

L’ Empire des loups [O Império dos Lobos] é um filme de acção que começa muito bem e que acaba menos mal. Assistimos a um Reno num registo diferente e isso é logo uma surpresa.
O cinema francês vem produzindo filmes de acção bastante bons e L’ Empire des loups nâo foge à regra. O ambiente é excelente. A história é um pouco complicada de seguir e nos seus 10 minutos finais muito mal “colada“. E são estes 10 minutos que realmente me aborreceram. Esperamos uma boa explicação final, aquele código que irá explicar toda a confusão criada pelos turcos, pela polícia, pela droga e pela perca de memória. O final é perverso mas ao contrário. Fiquei com a sensação de que não interessava muito o final desde que houvesse um que fechasse o jogo. E este final perdeu-me.

Não deixa no geral de ser um filme agradável, mas que nunca fará parte da minha DVDteca.

serenity

Dr. Simon Tam: In all that time on the ship… I’ve always regretted… not being with you.
Kaylee Frye: With me? You mean to say… as in sex?
Dr. Simon Tam: Yes.
Kaylee Frye: To Hell with this. I’m gonna live.

from imdb

Fui ver Serenity de Joss Whedon com Sir Paxo.
Nunca houve a possibilidade de ver a série Firefly, coisas de nacionalidade.
Quanto ao filme dizer que ele é um bom filme não é suficiente. Dizer que é excelente é dizer pouco.
A verdade é que não me lembro de me divertir tanto com um filme como com Serenity. Nele temos um pouco de Cowboy Bebop e de Trigun.

Estou farto de ir ao cinema ver filmes de merda cujas personagens e enredos parecem saídos de pacotes de cereais fora do prazo (não é poesia, mas serve)
Contudo com Serenity foi um gozo do primeiro (primeiro minuto contado a partir do momento em que fixei os olhos na tela e não contado a partir do momento em que começou) ao último minuto e nem tem a ver com os seus efeitos especiais que são muitos e bons.
Cada personagem está bem delineada. Todas têm a sua história, as suas razões e principalmente as suas neuras. A história é muito, muito bem contada e pintalgada com uma boa dose de humor.
O melhor filme de fc deste ano.

humor?

O humor não salva; o humor, em definitivo, não serve para quase nada. Podem ver-se, durante anos, muitos anos mesmo, os acontecimentos da vida com humor. Nalguns casos pode adoptar-se uma atitude divertida praticamente até ao fim; mas a vida acaba sempre por nos deixar de rastos. Por melhores que sejam as qualidades de coragem, sangue-frio e humor que criemos ao longo da vida, acabamos sempre por ficar com o coração em fanicos. E, então, deixamos de rir. No fim de contas, só nos resta a morte.

Michel Houellebecq, As Partículas Elementares
título original: Les Particules Élémentaires
editor: Círculo de Leitores, Lisboa, Maio 2005
isbn: 972-42-2256-X