future mother

30 days for the birth of my second child.

acordado?

São engraçadas aquelas pessoas que gostam de telefonar a alguém a horas estranhas tipo 02.00am a perguntar: “Estás acordado?
Já é aborrecido o sonho e o sono ser interrompido na melhor parte.

Mas, mesmo irritante é o pé esquerdo chocar com a ombreira da porta do quarto de dormir. Isso dói bastante. Claro, que não dói tanto como prender a pele do escroto no fecho das calças. Bem, mas o que interessa é que dói o suficiente.
– Agora estou bem acordado e a gemer. Diz o que queres.

harry potter and the goblet of fire

Professor Minerva McGonagall: Is that a student?
Professor Alastor “Mad-Eye” Moody: Well, technically, it”s a ferret.

IMDB

Convidados por J17 para a estreia do Harry Potter And The Goblet Of Fire lá fomos nós (eu e Sir P.) cheios de alegria e rodeados por um nevoeiro monótono que em nada reprimiu a nossa intenção de chegar à sala de cinema.
J17 deslocou-se numa viatura de caixa fechada, o maroto.
Nunca percebi os “convites” que nos são feitos e em que no final um gajo ainda acaba por pagar o bilhete sem ter direito a um balde de pipocas de borla.
No final do final do filme Sir P. decide, apenas como pretexto impertinente, entabular um monólogo narcisista discorrendo sobre o termo “estreia”. Para Sir P. se eu acaba-se por ir visualizar o filme no sábado nesse dia seria a estreia do filme para mim.
Eu, claro, não agradeço que se pense que a estreia de um filme se refira ao dia em que eu na minha modéstia servitude o decido ver, mas sim quando ele é colocado pela primeira vez para ser visto nas salas dos cinemas.
Entendo esta ideia como um insulto pessoal pois não sou volumoso qb para atrair objectos e como tal ainda não sou o centro de porra alguma.
Ah!!, mas quanto ao filme.
Eu gostei.
J17 gostou.
Sir P. não gostou. Ponto final.

Mas fazendo uma pequena viagem com o desejo de derramar apenas uns apontamentos, e não verter ideias para todo e qualquer lado, sobre o filme direi que gostei de Harry Potter And The Goblet Of Fire pelo filme em si. É um filme mais dark e que quebra definitivamente com o espí­rito de um universo mágico, divertido infanto/juvenil que os livros ainda têm e que os dois primeiros filmes também tinham e talvez por isso fosse mais do meu agrado.
Desta vez e para meu gáudio pessoal não pretendi que o filme fosse o livro e por isso não fiquei triste como Sir P. que se sentiu totalmente amolgado na sua substância incorpórea e inteligente, enfim no seu alento vital e porque não dizer na sua tendência própria e característica de pretender que o filme tivesse 6 horas.

angels & demons

Dan Brown não assinala com “Angels & Demons” o regresso do herói Robert Langdon. “Angels & Demons” foi editado em inglês três anos antes do “The Da Vinci Code”.
Para evitar outras confusões com a edição em português de outras obras indica-se a bibliografia completa de Dan Brown:

  • Digital Fortress (1997)
  • Angels and Demons (2000)
  • Deception Point (2001)
  • The Da Vinci Code (2003)
  • The Solomon Key (a editar em 2006)

“Angels & Demons” é um grande livro e um livro grande.
Não é o “Moby Dick”, nem pretende sê-lo. É um livro que, e como alguém costuma dizer, consegue atingir aquilo a que se propõe.
Tudo aquilo que fez de “The Da Vinci Code” o sucesso estrondoso está presente já em “Angels & Demons”. O sacrifí­cio ritual no iní­cio, as mensagens codificadas, a sociedade secreta e acima de tudo a falsidade de um autor que brinca com a história para contar uma história de nos tirar o sono.
Brown não poupa nada nem ninguém. Não escapam à sua narrativa os “santos” cardeais, uma cidade sentada sobre ouro, com um poder secular, tentacular e maquiavélico. E o que Brown consegue fazer com tudo isto?
Um livro simplesmente genial e apaixonante que reflecte uma investigação sobre as ciências e as artes e no qual está, igualmente, presente toda uma mestria de exprimir em algumas linhas as interrogações mais complexas da vida.

Obrigado Sr. Brown. 


😂 😂 😂 😂 😂 😂 😂

diferença

“Eu gosto de me primar pela diferença, por isso ser decente é muito básico. Viva a indecência dentro de um limite decente.” – proclamou Paixão A.

trees ii

Trees near “Escola Secundária de Barcelos”. I apply a green filter.

rodada

Neste último fds aluguei 3 DVDs. Dois deles com o objectivo de “vamos lá ver se valem a pena“. O terceiro desde fevereiro de 2005 que o desejo ver.

Por partes.

Red Eye: foi uma boa surpresa.
É um thriller à moda antiga bem conseguido. Consegue manter o suspense sem qualquer dificuldade. A que não é alheio a actuação do assustador Cillian Murphy.

The 40 Year Old Virgin: o filme menos cómico que me lembro de ter visto e um insulto à minha inteligência. Vi o filme até ao fim apesar de ter começado a coçar a cabeça logo aos 10 minutos. O que é mau sinal. Aos 15 minutos pensei o quanto é bom a tecla forward. Mas resisti à tentação para tentar perceber o ambiente criado à volta do filme. E, claro, que acabei por descobrir o motivo de tanto falatório: o filme é de uma imbecilidade desesperante. Podiam-me ter avisado.

Para à noite de Domingo ficou The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy. Sentei-me no sofá com o estômago devidamente aconchegado depois de o ter mimado com uma francesinha e uma belga. Sir Paxo partilhava do meu entusiasmo, mas não partilhei com ele nem a francesinha nem a belga. Ele papou e bebeu a dele.

É The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy um bom filme? Sim. Não.
Sim, é uma boa adaptação do trabalho de Douglas Adams.
É uma adaptação que não, deveria ter sido feita. O cinema com o seu ritmo próprio matou o livro. The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy como livro é excelente; quanto a isso não restam dúvidas. Mas para funcionar como filme teria de sofrer grandes alterações.

Como filme não convence mesmo nada. É pena.

the divine fly

Can God fly?
Can He hold out His arms and fly?

Philip K. Dick and the Umbrella of Light by Angus Taylor (1975) is a essay published by T-K Graphics, Baltimore, in 1975.
Parts of it appeared earlier in the British journal Foundation, No. 4, July 1973, in an article entitled “Can God Fly? Can He Hold Out His Arms and Fly?”

sem agrafos

Pessoalmente irrita-me estar a agrafar em série e os agrafos acabarem.
Procuro na gaveta por uma recarga e népias, nada de nada.

É a lei de Murphy a funcionar em pleno.

trees i

Trees near “Escola Secundária de Barcelos”. I apply a ghost filter.