hummm

Quando “levelei” o priest foi com um certo objectivo.
Objectivo inexistente actualmente.
Assim, tenho 2 opções:

  • Continuo a jogar noutra guild.
  • Apago o char.

Nada como uma purga para começar sem distracções com a minha classe de eleição.

shadow labyrinth

Após 2 meses de ter o meu neco sem objectivos, porque acabamos por ir na corrente, decide abraçar um convite e mudei de guild.

murmur

Chegou a altura de progredir com o meu holy priest de forma sustentada. E apesar da rep para heroic mode ter “descido” com o patch 2.3 foi a pensar em farmar rep com Lower City que entrei em SL.

A party inicialmente composta por 1 priest, 1 warlock, 1 mage, 1 druid e 1 warrior (o warrior foi compulsivamente substituído por um rogue) e depois por um amigo rogue (se podemos pensar que os rogues possam ser nossos amigos) atingiu sem maiores sobressaltos o Murmur.

Foi divertido.

Nada comparado com a altura em que se fazia Molten Core (yep sou um cota no wow) com 40 necos.

paciência

Já não tenho muita (ou melhor nenhuma) paciência para aturar jogadores “EU“.
É quando “EU” quero.
É onde “EU” quero.
É desta forma que “EU” quero.
É quando “EU” posso.
Agora “EU” não faço isso.
Sem esquecer que a auto-estima desta malta é exagerada e acaba sempre por resvalar em estupidez.

Nada como me desligar da atrofia mental e de um gameplay que me custa a mastigar.

dishu (13 rare, the barrens)

Imagem de mais um pet nada raro?!

o wow

O meu estimado colega b. gomes quando lhe perguntei coisas sobre o wow escarrapachou o link
http://www.wowinsider.com/2007/06/13/why-are-people-leaving-wow/
no msn.
Como não é a primeira vez que me envia links deste tipo irei hoje divagar sobre o tema.

Não nego que o jogo wow pode ser viciante, mesmo muito viciante, como pode ser qualquer coisa que dê prazer. E não serve de desculpa afirmar que wow não é o mesmo que o tabaco (coisa que b. gomes ainda não deixou), a droga, a bebida. O wow como qualquer outra coisa pode viciar. Até jogos simples como o ogame ou o monstersgame podem viciar. Convenhamos que até o sexo pode viciar. Em conclusão, toda aquela actividade que se torna uma obsessão ou seja pela qual somos dominados é um vício. E é isto que temos de ter em conta.

Já fui viciado no wow. Já coloquei o wow em primeiro lugar. Já escolhi o wow em detrimento da família e do salutar convívio social. Até que parei e analisei a vida estúpida que estava a levar. Cancelei a conta e por mais de quatro meses não soube o que era o wow. Tinha até comprado o TBC e nem cheguei a ir para Outland.

A pedido do meu cunhado reiniciei-me nas aventuras do wow. Contudo a atitude perante o jogo é outra:
# não tenho horário. Vou quando para aí estou virado.
# não perco o meu dr. house.
# estando a jogar, mas solicitando a minha mulher ou qualquer dos meus filhos a minha atenção, largo o jogo, educadamente, mesmo que seja o main healer de qualquer party. Acontece muito pouco, pois quando jogo a família já dorme, pelo menos os seus membros jovens.
# não perco os jantares com os amigos.
# não cancelo a ida aos cinemas
# uso o wow como passatempo, não como trabalho.

Quanto tempo demorará o meu “neco” a subir? Sei lá. Não jogo para competir, mas para me divertir e conviver salutarmente.