hot dog

06 Set
06.09.2010

A hot dog that we can eat at the CafféCaffé.

suíte no hotel crystal

05 Set
05.09.2010

À primeira vista não deixa de ser um guia de hotéis e é isso ao fim e ao cabo, mas não só.

É um livro chato, repetitivo com as sucessivas e pormenorizadas descrições dos quartos de hotel, mas mesmo, foi sendo lido porque Olivier Rolin apimenta, no final de cada capitulo, as descrições dos quatros de hotéis com pequenas histórias de paixão, de morte…

“Suíte no Hotel Crystal” acaba por se transformar a cada novo capítulo num doce jogo de memórias e de viagens.

shady tree in white

05 Set
05.09.2010

Árvore no parque da cidade; vítima de um novo espaço feio e nu.

que atrasos!

04 Set
04.09.2010
le magazine littéraire, n.º 495

le magazine littéraire, n.º 495

O atraso é tanto em algumas leituras que só hoje terminei a leitura da revista “Le Magazine Littéraire” n.º 495, Março 2010 e graças ao facto de ter havido atraso na consulta do meu filho.

É um número que foi comprado unicamente pelo dossier especial sobre Fedor Dostoïevski que se revelou uma boa surpresa.

Existe um bónus que é um conto inédito de Vladimir Nabokov, mais conhecido certamente pela sua obra “Lolita”.
O conto chama-se “Le Mot” e termina com esta frase:

Mon Dieu! L’aube hivernale verdit à la fenêtre, et je ne me souviens pas de ce j’ai crié…

Traduzido do russo por Bernard Kreise, Gallimard 2010

O dossier especial começa com uma grande frase de Paul Léautaud (1872-1956) que terá dito antes de morrer “Agora, deixem-me em paz.”:

Grand écrivain, si on veut, mais écrivain à ne pas lire, par hygiène intellectuelle.

Paul Léautaud

A obra de Fedor Dostoïevski é-nos necessária “apesar de tudo.”

François Aubel e Alexis Lacroix

acaba por ser a conclusão única a obter da obra única de Fedor Dostoïevski.

No artigo “Ressuscitando Cristo” por Jean-François Colosimo temos em saudável confronto dois autores que adoro (Fedor Dostoïevski e Friedrich Nietzsche).
O artigo começa simplesmente com:

«Dieu est mort», affirme Nietzsche. «Entre la vérité et le Christ, je choisirais le Christ», répond Fedor Dostoïevski.

“Le Magazine Littéraire” n.º 495, página 80

Foi uma leitura que me encheu as medidas – completamente.

alguém

03 Set
03.09.2010

Alguém, aparentemente, do sexo masculino, nos dias que correm todo o cuidado é pouco, ao cruzar comigo olhou com curiosidade para a zona da minha braguilha. Levei a mão ao dito lugar e sossegado constatei que o fecho das calças de ganga estava fechado e que o falo mantinha-se inerte, mas vigilante.

Questionei-me, será que o meu corpo elegantemente forte já só atrai gays e não gajas boas?

dragonflies mating

01 Set
01.09.2010

A pair of dragonflies mating.

tap and green

01 Set
01.09.2010

A tap, a wire fence and green.

stone bench in the park

01 Set
01.09.2010

Um banco de pedra existente no parque da cidade de Barcelos.

porquê sr. matias? (excerto)

01 Set
01.09.2010

Já não era apenas quando chegava de férias que encontrava o meu porta lápis desprovido de canetas, de lapiseiras, de lápis, de tesoura, de corrector, de réguas, de afia lápis, de corta papel, de borrachas, de tira-agrafos, de x-acto, mas tal coisa nunca me ralou, apenas perdia por tradição alguns minutos a pensar quem teria levado o material tendo em conta que eu era o único funcionário no escritório, porque assim começava o trabalho com novo material e adoro especialmente afiar o novo lápis, a ponta fica fina como um estilete; é a única tarefa que realizo com imensa atenção e prazer, mas actualmente era a qualquer momento que as minhas coisas saíam do lugar e o culpado tinha agora rosto. Quando dou por mim até a minha dedeira de borracha estava a ser usada pela minha nova colega de escritório. A sua mesa de trabalho está colada ao tampo angular colocado à direita da minha secretária. Eram ainda 09h45m e depois de diligentemente alfabetizar uma série de documentos e esticar a mão para pegar numa pinça clipe que sabia estar, cegamente, sempre naquele sítio da secretária encontro o espaço vazio. A pinça clipe estava, agora, pendurada no lado esquerdo do calendário de mesa da nova colega, que publicita aquele restaurante que serve comida intragável, sem qualquer objectivo que não uma pretensa decoração. Para agravar o meu estado de espírito enquanto fui buscar outra pinça clipe uma das folhas alfabetizadas foi virada de costas para a colega tomar nota de um número de telefone – usou uma caneta. Pressentia nas costas uma sensação de gozo silenciosa sempre que me deslocava para trazer novo material de trabalho. Suava nessas deslocações. Não pensava num buraco, mas numa enorme cratera. Não sou cobarde. O que detesto são confrontações físicas; penso que a inteligência supera qualquer adversidade.

informações: apenas um extracto da história

que calções de banho!

30 Ago
30.08.2010
sagos_malhas

sagos malhas

Foram ontem para o lixo uns calções de banho que me acompanharam em imensos mergulhos nos mais diversos lugares.

Tenho fotografias com esses calções tinha eu ainda 20 anos!!! (pois exclamações triplas) o que significa que duraram por entre mergulhos, lutas na areia, pesquisas por rochedos na praia, mais de 22 anos. E foi uma aresta marota de um mexilhão parcialmente comido que rasgou o tecido.

Os calções tinham a etiqueta “Sagos Malhas” e demonstram a força de uma marca. E o mais lindo foi descobrir que a marca é da empresa Santiagos, lda (Coimbra) que existe desde 1938 e que ainda labora.

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beam me up, scotty!