testa, o artesão

11 Ago
11.08.2019

É com orgulho que publico fotos da exposição do meu adorado Tio João, conhecido com o nome “artístico” de Testa, em exibição na 37.ª edição da Mostra de Artesanato e Cerâmica.

livros na palete – posição 010

11 Ago
11.08.2019

Este mês começou com um livro de não ficção:

“A Era dos Muros” de Tim Marshall.

Três novas aquisições:

  • Autobiografia de José Luís Peixoto
  • O Comboio da Noite de Martin Amis
  • Eu sou Dinamite! A vida de Friedrich Nietzsche de Sue Prideaux (vencedor do prémio Hawthornden em 2019)

brightburn

09 Ago
09.08.2019

Um filme que não deixando, como alguém disse, de ser “refrescante”, sofre de uma fraca execução. Se as motivações psicológicas para o mal fossem outras que não uma simples algraviada dita por uma máquina alienígena o filme seria muito, mas muito mais interessante, apesar de nunca deixar de ser divertido.

Mesmo, assim, humilha sem qualquer dificuldade o filme Battle: Los Angeles.

contrastes

08 Ago
08.08.2019

Ontem vi um homem gordo. Realmente gordo. Orgulhosamente gordo. Esse gordo passeava-se com um cão esquálido preso a uma elegante correia. O contraste era tanto surrealista como anedótico. Imaginem um gigante Stay Puft de braço dado com uma ressequida girafa Geoffrey vítima da falência da Toys”R”Us.

no interior: “a fome”

08 Ago
08.08.2019

Imagem existente no interior do livro “A Fome” de Alma Katsu.

alita: battle angel

07 Ago
07.08.2019

Brilhante! Desde o início ao fim.

Um filme feito para divertir imenso e mai nada – conseguiu.

07 Ago
07.08.2019 O melhor é não nos distinguirmos dos outros. Os feios e os estúpidos são neste mundo os mais felizes. Podem à sua vontade gozar o espectáculo. Se não conhecem as delícias do triunfo, também não os amargura o travo da derrota. Vivem como todos nós devíamos viver, sossegados, indiferentes, sem inquietações. Nem causam a ruína dos outros, nem a recebem das mãos alheias.
O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde (página 9)

a febre de urbicanda” de françois schuiten e benoît peeters

07 Ago
07.08.2019

Nada a acrescentar. Bom como o caraças.

Esta edição tem material extra: um dossier final sobre a lenda da Estrutura e a história “A Última Visão de Eugen Robick“, produzida em 1997 para o número final da revista (A Suivre).

Lido pela primeira vez numa edição das Edições 70.

livros na palete – posição 009

07 Ago
07.08.2019

Apesar de ter duas montanhas de livros para ler não costumo exibir as imagens dos livros de banda desenhada que vou adquirindo. Foi o que aconteceu com a nova edição d’ “A Febre de Urbicanda” de François Schuiten e Benoit Peeters e dos álbuns da colecção Spirou por Franquin.

Geralmente são para consumo imediato. Nem há a possibilidade de ganharem pó.

reinaldo ferreira

06 Ago
06.08.2019

Poeta natural de Barcelona, filho do famoso jornalista com o mesmo nome, que nos anos 20 se celebrizou por assinar as suas peças sob o pseudónimo «Repórter X». Teve uma vida breve e pouco bafejada pela sorte. Iniciou os estudos secundários em Espanha, tendo-os concluído já em Moçambique, onde se fixou. Colaborou em algumas publicações de Maputo (a então cidade de Lourenço Marques) e da Beira: Capricórnio, Itinerário, Paralelo 20, etc. A sua poesia só ficou conhecida aquando da publicação póstuma dos seus Poemas (1960). Uma segunda edição, de 1966, vinha acompanhada de um prefácio de José Régio, que, tal como Vitorino Nemésio, lhe teceu largos elogios. A sua poesia pode ser enquadrada na tendência presencista, encontrando-se também elementos que a ligam ao simbolismo e ao decadentismo. Se nos seus poemas imperam a ironia, o niilismo e o absurdo, existe por outro lado um forte pendor humanista, visível na crítica a certos mitos.

Poeta descoberto em 1999.

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