grass

02 Mai
02.05.2010

Relva ou não? É uma macro.

shoes in the mud

02 Mai
02.05.2010

Sapatilhas na lama.

untitled 0

01 Mai
01.05.2010

what is the name of the insect?

last week results

01 Mai
01.05.2010

Não deixa de ser gratificante que no tema “Earth“, e entendido por mim num sentido mais lato, tenha submetido uma fotografia de 2006 que acabou nessa semana por ficar entre as mais vistas.

A fotografia é de uma “barriguda” que estava quase a ser mãe pela segunda vez.

árvores i

01 Mai
01.05.2010

Uma de muitas fotos efectuadas numa ida à Franqueira num lindo Domingo de Abril.

coccinella septempunctata

01 Mai
01.05.2010

“Olha, pai, uma carochinha. Anda fotografar!” – gritou a minha filhota.

Foi mais fácil de dizer do que fazer. A insecta não estava quieta; foi quase pisada por não ser mais caracol.

o polvo

01 Mai
01.05.2010

A minha mãe preparou-me esta pequena surpresa.
Um polvo para ser alvo da minha objectiva.

yo

29 Abr
29.04.2010

Graffiti que existe na estação dos comboios em Barcelos.

período refractário

27 Abr
27.04.2010

Tenho um colega que se gaba imenso, quase exageradamente, direi eu inocentemente ou ignorante até, das suas habilidades/capacidades sexuais. Todas “elas” ficam satisfeitas se o tiverem como parceiro tal é a sua pujança. Um dos seus segredos é a ingestão diária de uma barra de chocolate. Ele, actualmente, tal é o número d “elas” que querem sentir tamanha energia e masculinidade, só aceita mulheres “de catálogo” – um gourmet do sexo!

A semana passada em tom de brincadeira inquiri-o acerca da duração do seu “período refractário”. A sua resposta, “Ui, é muito tempo, muito tempo mesmo. Comigo é tudo em grande!”, foi gritada enquanto atirava o braço direito em frente para salientar com esse gesto a sua plena alegria por “muito tempo”. Não pude deixar de gargalhar perante a sua obtusa resposta.

Conto este episódio anedótico a recordar-me da frase “Prescinde/não prescinde(3) do direito ao ensino da disciplina de Religião e Moral Católicas” (modelo n.º 451 INCM) escrita, pelo menos entre 1983/1988, nos boletins de matrícula do ensino básico e do ensino secundário. (3) “Riscar a palavra que não interessa”; perante isto acredito que muitos encarregados de educação riscaram a palavra “Prescinde” porque viam apenas o não e nunca associavam o “prescinde” a “passar sem”. Isto criou muita confusão desnecessária. E para resolver o problema bastava ter substituído a palavra “prescinde” por outra como “renuncia”, “dispensa”. Era uma frase religiosamente armadilhada com o objectivo de, por engano/lapso, obrigar os alunos à frequência da disciplina de Religião e Moral Católicas. A partir de 1989 já era necessário uma declaração própria devidamente assinada a informar do desejo de frequentar a disciplina de Religião e Moral (DREN modelo 1) e em outros boletins de matrícula bastava escrever a palavra “SIM” “no rectângulo abaixo” (modelo n.º 1065 da INCM). Com isso terminou as matrículas por “engano”.

E já agora a palavra “obliterar” colocada nestes termos: “O título de transporte só é válido se for obliterado” também é um espectáculo burlesco da aproximação dos serviços públicos ao cidadão.
Em Portugal a taxa de dislexia, mais por falta educação do que motivada por problemas médicos, ainda é elevada. Ou… já não o é… fruto das Novas Oportunidades.
E agora fiquei ligeiramente afásico!?

trash

26 Abr
26.04.2010

lixooooooo.

© 1999.2020 porta VIII. todos os direitos reservados. alimentado pelo wordpress | alojamento por oitava esfera
beam me up, scotty!