warning at the park

02 Ago
02.08.2009

warning at the park.

asteraceae ii

28 Jul
28.07.2009

Margarida é o nome popular comum a uma grande variedade de plantas (e flor respectiva, ou melhor, a sua inflorescência). Na verdade, não existe grande concordância entre os autores quanto à utilização deste nome, que apresenta muitas variantes. Há mesmo aqueles que designam de “margarida” qualquer planta da família das Compostas. Além do mais, esta designação é por vezes apresentada como sinónimo de bem-me-quer, malmequer, bonina, etc, que, por sua vez, são também nomes utilizadas para espécies diversas que nem sempre coincidem.

Wikipédia

asteraceae i

25 Jul
25.07.2009

Margarida é o nome popular comum a uma grande variedade de plantas (e flor respectiva, ou melhor, a sua inflorescência). Na verdade, não existe grande concordância entre os autores quanto à utilização deste nome, que apresenta muitas variantes. Há mesmo aqueles que designam de “margarida” qualquer planta da família das Compostas. Além do mais, esta designação é por vezes apresentada como sinónimo de bem-me-quer, malmequer, bonina, etc, que, por sua vez, são também nomes utilizadas para espécies diversas que nem sempre coincidem.

Wikipédia

sleeping

18 Jul
18.07.2009

Em sono profundo.

vinte mais dois

14 Jul
14.07.2009

Esta história, Vinte Mais Dois (1961), de Frank Gruber, que teve honras de adaptação cinematográfica, é de fácil leitura. Mas perde-se a páginas tantas. Mais concretamente a partir da página 146. E apesar de Tom Alder, especialista em descobrir herdeiros desaparecidos, ser uma personagem muito interessante e convincente não salva por si só um romance policial transfigurado em história de cordel, tão típicas da revista Maria. Ficamos a saber, na moral da história, que os maus são sempre maus.

Felizmente temos uma Patricia Highsmith para nos dar um mau bom.

candles

02 Jul
02.07.2009

E são velas e mais velas.

E dois bidões.

ofício de matar

28 Jun
28.06.2009

– Estou despedido? – inquiriu Sam, esperançadamente.
– Enquanto eu for aqui o capataz – disse Johnson àsperamente – … ou não sou? Você está despedido.
– Magnifico. – exclamou Sam.
Johnson consultou Johnny:
– Acha que deva despedi-lo?
– Você lá sabe. Você é o capataz – responde Johnny, calmamente.
– Bem, nesse caso, não está despedido.
– Não. – protestou Sam. – Você não pode voltar com a palavra atrás. Você disse que eu estava despedido…
– Tenha paciência.(…)

Livros do Brasil, colecção Vampiro n.º 159

Johnny Fletcher e Sam Cragg tornam fácil a leitura de “Ofício de Matar” (“A Job of Murder” [1949]) de Frank Gruber. São duas personagens bem delineadas que se movem com desenvoltura. Leitura simpática.

Na edição em português o título original tem a indicação de “A Job of Murder”
No site The Thrilling Detective temos esta referência:

The Leather Duke (1949; AKA A Job of Murder; Johnny Fletcher & Sam Cragg)

The Thrilling Detective

fdp

27 Jun
27.06.2009

[1] existem pessoas filhas-da-puta que se dizem cristãs e que não frequentam regularmente a igreja
[2] existem pessoas filhas-da-puta que se dizem cristãs e que frequentam regularmente a igreja.
e
[3] existem pessoas filhas-da-puta que não são cristãs

Aceito que as pessoas [1] e [2] sejam filhas-da-puta, porque no livro do deus delas, a tal de Bíblia, não está escrito que:

  • Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus. [mateus 5:43-48]

e muito menos que:

  • Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus; bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus; bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. [mateus 5:3-12]

Por isso as pessoas ditas cristãs podem livremente sem temor ser filhas-da-puta. Podem desejar o mal, ser rancorosas, invejosas. Se a Bíblia nada diz em contrário estarão sempre em paz consigo próprias e acima de tudo com o Deus delas.

E as pessoas [3]? Estas não compreendo como podem ser e viver sendo filhas-da-puta. Sei que não têm um livro em que preto-no-branco estão definidas linhas morais de conduta. Não sabem como seguir o caminho do perdão e da justiça. Mas isso não serve de desculpa. Têm de se auto-corrigir, auto-educar. E se é esta falta de linhas gerais de orientação para a obtenção de uma saudável paz espiritual a desculpa. Se, assim é, aproveito para iniciar um rascunho de um livro guia chamado pura e simplesmente de O Evangelho.

Acho importante que aí se fale num campo de concentração para pecadores que se chamará de inferno. Será um lugar muito quente porque “o fogo nunca se apaga” [marcos 9:43-48]. Que sorte terão os cristãos de não estarem sujeitos a esta futura angústia. E nem poderiam estar a isso sujeitos. Se o Deus deles está impregnado de uma “infinita compaixão e misericórdia”, se é um ser de puro amor como seria possível Ele estar a condenar os seus filhos a um sofrimento eterno.

Aí se falará que a justiça é mais importante do que o amor. Porque apesar de o ideal é que todas as pessoas [3] atinjam a felicidade na penthouse nem todas terão entrada no elevador. Haverá quotas. Qualquer crime será motivo mais que válido para o castigo: o não acesso aos prazeres celestiais da penthouse. Que sorte terão os cristãos, porque a verdadeira essência do Deus deles é o perdão. Ele perdoa tudo até a blasfémia. [levítico 24:10-17]

Aí se proibirá a comida de porco. Quer-se uma alimentação mais vegetal. Que sorte têm os cristãos que podem comer tudo. [deuteronômio 14:8]

Aí não se poderá julgar os outros porque não. Que sorte têm os cristãos que podem julgar toda a gente porque sim. [lucas 6:37]

Com estes princípios as pessoas [3] serão mais tolerantes, justas e boas e poderão viver em harmonia com as [1] e as [2]. [filipenses 2:10] e [romanos 8:33]

a mulher fantasma

25 Jun
25.06.2009

– Vamos voltar para o Anselmo, onde nos conhecemos? Tomaremos uma última bebida e separar-nos-emos. Você toma o seu caminho e eu vou pelo meu. Gosto de círculos completos.
“Que geralmente são vazios no meio”(…)

página 23

Chegado à página 29 pensei. Não me digam que agora vai ser só isto: a procura da mulher desconhecida. Que cena.
Claro que avancei mais na leitura e devo dizer que é uma obra excelente. Adorei as movimentações das personagens. E o final tem tudo o eu esperava e acima de tudo uma reviravolta louca.


A Mulher Fantasma, de William Irish [1]
[1] Pseudónimo de Cornell Woolrich

marketing do crime

22 Jun
22.06.2009

“Marketing do Crime” editado pela primeira vez em 1946 [1] de Frank Gruber é um livro que não me convenceu.
Divertiu-me “bué de pouco”.

Se as personagens – Otis Beagle & Joe Peel – são de alguma forma interessantes e estão em perfeita simbiose a história é, digamos, pobrezinha.
É uma pena, porque são raras as histórias criadas por Frank Gruber que me têm deixado indiferente; especialmente nas quais entram os ímpares Johnny Fletcher e Sam Cragg.


[1] Livros do Brasil, Colecção Vampiro, n.º 636
título original: Beagle Scented Murder

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