woods i

29 Mar
29.03.2010

Tecto/chão no Solar do Benfeito.

solo

29 Mar
29.03.2010
solo

solo

Arrumei definitivamente esta “grande” revista, que comprei no lindo ano de ???? numa das poucas idas a Vigo, na estante.

Infelizmente não encontrei muita informação na internet sobre o projecto.

O argumento e lápis são da responsabilidade de “The Machine”, canetas e pincéis são de Fernández, cor e desenho por Oscar’s Studio.

Tentei, na própria revista, encontrar informação sobre o ano de edição, mas não descobri nada: ou ando, realmente, a precisar de novas lentes.

O resumo do “mundo” em que se movimenta o rato “Solo” é explicado de forma bastante detalhada aqui:

Ocho comic-books de 48 pgs b/n. Se trata de una serie de acción ambientada en un mundo postapocalíptico a lo Mad Max, donde tras todo tipo de guerras biológicas, químicas y atómicas, el planeta está destrozado, y además de los humanos habitan razas de animales antropomórficos que han sufrido mutaciones y desarrollado inteligencia similar a la del ser humano, y todo tipo de monstruos. La serie está protagonizada por una rata llamada Solo, que viaja en busca de su familia, que ha sido secuestrada por humanos, y a lo largo de su viaje se va encontrando con diferentes criaturas y razas que ahora habitan el planeta. Se trata de un cómic que recuerda en algunos aspectos (como su tratamiento de la violencia, por ejemplo) al Lobo de DC Comics.

Uma revista que me deu prazer ler – em espanhol – e que possívelmente irei tentar adquirir agora na versão “Solo: mundo caníbal” de 2007 (Edicions De Ponent, junio/2007).

flower?

28 Mar
28.03.2010

Sim é uma flor. Linda.

uma ilustração

28 Mar
28.03.2010

Descobri no site de Daniel Pereira dos Santos uma espectacular ilustração para a entrada exiled.

brk – tomo 1

27 Mar
27.03.2010

“BRK – Tomo 1” de Filipe Pina (argumento) e Filipe Andrade (desenho) é uma excelente história de banda desenhada portuguesa – sublinho portuguesa. Gostei das personagens e das reviravoltas constantes no fio condutor da história. Os desenhos e em particular algumas pranchas estão muito bem conseguidos(as).

Os “Filipes” mostram que se entendem bem, ou se não se entendem, isso não influenciou a enorme criatividade que transpira deliciosamente de cada página do álbum BRK.

Peguei nesta obra, já tardiamente? (foi editada em Setembro de 2009), mas vou sempre a tempo para ler obras que se enquadram mais no meu estilo de banda desenhada – se é que tenho estilo; mas é fixe pensar que tenho um estilo, qualquer que ele seja.

Os “Filipes” são malta jovem, mas com imenso talento. Espero que BRK tenha um bom impacto nas vendas para termos a felicidade de ver, não apenas a conclusão da(s) história(s) BRK, mas outras “coisas” que possam andar a germinar nas suas cabeças.

Quando sai o segundo tomo?

the road to nowhere

27 Mar
27.03.2010

Rua do Bom Sucesso, Barcelos.

asteroid fighters, tomo 1: o início

25 Mar
25.03.2010
asteroid fighters, volume 1

asteroid fighters

É sempre de louvar o lançamento de banda desenhada em Portugal feita por portugueses. Espero que a aposta das Edições ASA em Asteroid Fighters de Rui Lacas seja ganha.

O meu filho adorou o livro e ainda por cima foi uma leitura sem imposições.
Pegou no álbum e a sua leitura foi até ao fim sem paragens.

Pessoalmente e não desgostando da arte de Rui Lacas e do que a história verdadeiramente promete, não me seduziu a forma como alguns aspectos das personagens foram pouco desenvolvidos; reconheço que isso deverá ser feito nos volumes seguintes.
Exceptuando isso é uma história que se lê sem problemas, mas que não se enquadra nos meus gostos mais pessoais.

Vou seguir, mesmo assim, as aventuras dos Asteroid Fighters – quanto mais o meu filhote deseja ler mais destas “coisas“.

cigarettes

25 Mar
25.03.2010

Uma imagem criada para ilustrar uma entrada no blog.

dois sims

25 Mar
25.03.2010

Hoje, uma vez mais, fui expulso da cama pela minha mulher. Senti-me um ió-ió. Umas alturas quer o meu calor e beneficiar das minhas capacidades tântricas, outras vezes empurra-me da cama abruptamente apenas porque o relógio diz-lhe que as horas para ir laborar se encurtam. É desculpa. É? Desde quando é que ela é o meu relógio de cuco? Hummmm… Desde que ela consegue acordar com o despertador e eu não… talvez seja isso?

Mas não é isto que devo destacar na manhã do dia de hoje. Ocorreram duas coisas. Uma menos grave e outra mais grave.

A coisa menos grave foi o facto de chegado à cozinha e após a toma dos dois comprimidos habituais olhar para o relógio lá pendurado no alto e reparar que o ponteiro dos minutos estava no número nove e saí disparado de casa com o saco de lixo na mão. Estranho não ver as habituais pessoas na rua e olhei para o relógio de pulso e são 8h25m – pois, já me lembro, são precisas pilhas para o relógio da cozinha. Aproveitei o tempo de sobra? e fui fazer “horas” para o parque, enfim ver os patos.

A coisa mais grave, veio na ocorrência do jantar de ontem com dois autênticos pândigos, p. e h.; quando lhes confidenciei que sempre que me vinha à mente um breve farrapo, uma ideia perante um acontecimento observado ou uma frase ouvida, pegava no pequeno caderno de apontamentos e registava numa folha branca ali mesmo na rua, no café, em qualquer lugar, onde a ideia tinha despertado, algumas palavras para futuro desenvolvimento no meu blog, persuadiram-me – e agora que escrevo isto devidamente distanciado dos copos, dos tremoços, da chouriça, do hambúrguer, talvez tenha sido da Mc Chouffe ou da Duvel – a usar o gravador do meu telemóvel: “Paulo nem parece teu não usares as novas tecnologias. E sempre podes disfarçar que está a falar com alguém.”

Tenho um Nokia N80 e para facilitar o uso do gravador decidi substituir nas opções do “Modo de Espera” a tecla de selecção directa, actualmente, “Galeria” por “Gravador de Voz” – pensado e executado enquanto subia a Avenida Alcaides de Faria.
No parque da cidade já estava de telemóvel encostado ao ouvido a falar para ninguém. Encontro-me com um agradável conhecido, páro de falar, emito um cumprimento rápido, e aponto para o telemóvel a desculpar-me porque não posso ficar por ali a trocar algumas palavras, quando o telemóvel toca….
… olho para o telemóvel, olho para o agradável conhecido surpreendido e comento, após atender a chamada, o quanto detesto as novas tecnologias, que não devia ter comprado um telemóvel que permite a utilização simultânea de dois cartões SIM porque corta a chamada do outro número sem aviso, que ainda por cima tenho agora de ligar para a outra pessoa e gastar saldo do cartão. Durante 5 minutos ficamos ali, junto aos patos, a comentar e a acenar em concordância que a tecnologia é coisa do demo e que os telemóveis nos tiraram a liberdade e o sossego.

é outra cruz

25 Mar
25.03.2010

Uma cruz existente no Bonfim, Barcelos.

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beam me up, scotty!