dove and window

01 Nov
01.11.2009

Um janela, uma pomba, uma fotografia

posters

01 Nov
01.11.2009

Posters a decorar portas e portinhas.

door & green

01 Nov
01.11.2009

porta verde.

scraps of love?

01 Nov
01.11.2009

Cartas de amor.

philosophy wall

01 Nov
01.11.2009

Escritos de amor em parede.

a viagem de théo

29 Out
29.10.2009

— Vou-te contar uma história zen — começou ela. — Um dia, um monge foi visitar um mestre e disse-lhe: «Vim sem trazer nada». Sabes o que é que o mestre lhe respondeu? «Então pouse-o».
— Mas ele não tinha nada.
— Tinha sim. Não trazer nada é ter a ideia de que se poderia trazer qualquer coisa. O monge não percebeu. Zangou-se. Então, calmamente, o mestre disse: «Por favor, pega nisso e volte para casa». Pousa o teu nada de hoje, Théo. Porque não perdeste nada.

página 370

Ao contrário d’ O Mundo de Sofia de Jostein Gaarder, publicado em 1991, que é um guia de filosofia e por isso para mim muito mais fácil de ler, A Viagem de Théo é uma “viagem” pelas religiões. E se há algumas pelas quais me movimento com alguma facilidade, naturalmente as monoteístas (cristianismo, judaísmo e islamismo), houve outras que foram de dificílima digestão. O hinduísmo foi a religião que me causou mais vontade de arrumar o livro na estante. Ainda bem que de seguida foi refrescado pelo budismo. Recuperei a fé no livro e terminei a leitura de 594 páginas.

Apesar de não ser uma pessoa mística é sempre agradável mergulhar nas crenças que tentam racionalizar o irracional.

varandas

28 Out
28.10.2009

Varandas na Rua Barjona de Freitas.
Estou numa nova fase: fotografar Barcelos.

iron gate

23 Out
23.10.2009

Um portão de uma fábrica abandona. A tristeza da solidão reflectida pelas coisas inanimadas.

iron gate, zoom

23 Out
23.10.2009

Um portão de uma fábrica abandona. A tristeza da solidão reflectida pelas coisas inanimadas.

vintage? acho que não!

22 Out
22.10.2009

Quando escrevo desabafo. E tendo em conta que este meu recanto é raramente visitado, e ainda bem, por quem me conhece, posso dedicar-me a exprimir algumas ideias.

Tenho de reconhecer que não sou um bom avaliador de carácter; ou, para proteger a minha auto-estima, direi que sou um bom avaliador de carácter que se engana ocasionalmente. Mas o que me aborrece seriamente é avaliar alguém erradamente duas, três ou mais vezes. E o erradamente é sempre prejudicial para o meu lado contabilizado principalmente em número de livros “emprestados” e outras vezes em euros.

Irei futuramente ser coerente com o meu eu antigo que para emprestar alguma coisa à mana era preciso ser Fevereiro 30. Assim, e apesar de já ter existido vitimas, regressei definitivamente ao NÃO: não emprestarei mais livros, mais DVDs, CDs, nunca mais. Não vejo isto como um acto de egoísmo quando a maior parte das pessoas pensa que o “emprestar” é sinonimo de dar. E se estou a ser egoísta não estou minimamente preocupado.

Quanto à minha iniciativa de emprestar livros isso não tem nome ou a ter é de uma estupidez estupidamente estúpida. O que me passou pela cabeça. É que não foram duas, nem três e muito menos quatro, enfim! Sempre fui emocionalmente enganado pelos meus valores de amizade de capa-e-espada. Por isso e com o coração apertado e a angústia a arrebentar-me a cabeça não vou telefonar, enviar SMS ou utilizar qualquer outro meio para tentar reaver o que é MEU. Não consigo lutar contra a falta de … que se foda!

Está assunto está agora enterrado e será esquecido lentamente. É a única forma que tenho de proteger-me ironicamente da minha própria bílis.

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beam me up, scotty!