big bob’s barcelos

No dia 10.05.2008 este modesto estabelecimento ainda tinha, passados que são 4 meses, as luzes fundidas no local “das bolas”. Local onde as crianças se podem divertir um pouco.
Claro que a diversão só pode acontecer até às 19h.00-20h.00 porque depois a escuridão invade o local.

A acrescentar a isto temos a pouca higiene a ausência de vigilância dos funcionários.
É aborrecido ser o cliente chamar à atenção outro cliente que com sapatos, sapatinhos não pode entrar.

Enfim não recomendo. Recomendo, isso sim, uma boa francesinha.

crónicas incongruentes

A procurar uma prenda decente encontro-me com isto.

o que é?

As crianças são mesmo espectaculares. A minha filha aprendeu estes dias duas palavras novas.
Quem é gordo?, perguntou eu.
O Sé’gio, responde inteligentemente.
O que é o papá?
Fo’te., afirma ela lindamente e sem qualquer margem de dúvida.

Condicionamento? Nem pensar. Inteligência inata.

é minha

Comprei uma bicicleta para mim, mas é o meu pai que anda nela” poderia ser o título do novo filme de Manoel de Oliveira.
# as linhas brancas seguintes servem como minuto de silêncio enquanto pensamos na assustadora possibilidade de outro filme de Manoel de Oliveira #
(pausa) (suspense) (hic)

em branco

poderia ser, mas não é. Agora que cumpri com a minha obrigação de fornecer um pouco adrenalina vou explicar. Comprei mesmo uma bicicleta. Foi com alegria que me desloquei à loja e desembolsei o pagamento. Montei na minha nova bicicleta de montanha e desci com facilidade até casa. No domingo seguinte fui conquistar Esposende. Conquistei Esposende passadas várias horas. Mas a bicicleta vinha com defeito tinha altos no selim e como tal fiquei com calos nas minhas formosas nádegas. O facto de, afinal, as subidas serem mais íngremes para quem anda de bicicleta é importante, mas irrelevante. A bicicleta ou permite um transporte com qualidade e conforto ou não vale a pena e como tal jurei a mim mesmo que enquanto não fizerem um selim mais aconchegado o meu rabiosque não seria mais torturado.

Abandonei a bicicleta e foi como que readaptada pelo meu pai. Não sei se o selim é de melhor qualidade, mas deve ser.

ou…

Ando a pensar desde à algum tempo em desistir do WoW. Adoro o jogo, mas gostava de levar o meu hunter mais longe. O problema não é da guild em que estou. O problema é mais do servidor. Ou é verdadeiramente um problema meu. Porque mesmo a tarefa de ter o netherwing já me cansa. Nem me lembro de fazer as diárias para subir a rep. Passam-se mais de 8 dias e de diárias nada.

Deve ser mesmo um problema meu. Esta pouca vontade de fazer o que quer que seja. Apesar de ontem ter jogado mais de 3 horas para ter o Tabulk. Sou um orc muito complicado. Sem esquecer que com o meu hunter não posso acompanhar o meu amigo paxo e pensar em jogar com o padreco seria fodido.

Por isto tudo ou deixo de jogar; ou pego num neco novo noutro server, como o Grim Batol, Tarren Mill; ou crio objectivos mais humildes; ou tento vomitar pvp; ou jogo mais com o padre; ou….

viesturs links

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mehmet turgut

Mehmet Turgut nasceu em Ancara (Turquia), em 21 de julho de 1977 … Depois de receber o nome de seu avô Mehmet Turgut, o mesmo nome poderia determinar a sua fé como um fotógrafo … Durante anos, ele dominou várias técnicas de fotografia, impressão, pintura, esboços e manipulação de fotos … Posteriormente dedicou-se a produzir e tirar fotografias de ficção …

prophet fell down to earth

by Mehmet Turgut

que diferença?

Quase todos os dias sigo uma corrente de tarefas rotineiras até sair de casa para trabalhar.
esfrego os olhos. coço os tomates. cheiro as mãos. afasto os lençóis. lassamente saio da cama. chego à sanita. levanto a tampa. e urino tentando acertar sempre na água para admirar ruidosamente o esvaziar da bexiga. lavo a cara. as mãos. os dentes. a língua. e o resto. aproveito para reter água na boca. limpo-me. perco 10 segundos a escolher a roupa. visto-me. procuro pelos óculos durante 2 minutos. passeio até à cozinha. ataco o resto de uma pizza solitária. bebo um copo de leite. saio de casa.

E iniciei esta entrada dizendo quase, porque hoje foi diferente. A rotina foi quebrada. Nada como um rewind para analisar os elos da corrente.
acordo. esfrego os olhos. coço os tomates. cheiro as mãos. afasto os lençóis. lassamente saio da cama. chego à sanita. levanto a tampa. e urino tentando acertar sempre na água para admirar ruidosamente o esvaziar da bexiga. lavo a cara. as mãos. os dentes. a língua. e o resto. aproveito para reter água na boca. limpo-me. perco 10 segundos a escolher a roupa. visto-me. procuro pelos óculos durante 2 minutos. passeio até à cozinha. mimo-me com 4 bolachas integrais. bebo um copo de leite. saio de casa.

A diferença para os mais incautos poderá revelar-se com a escolha de 4 bolachas integrais. Concordo que ao primeiro relance de alguém pouco habituado a uma saudável verbosidade seja essa a conclusão. Mas não. Lamento profundamente. Lamento, mas não profundamente. Sejamos sinceros, perante esta escolha se eu revelar uma qualquer expressão de dor é por cinismo.
A diferença é que foi um dos dias em que acordei antes das 11h00. Quase sempre só me desperto a 50% depois da ingestão de meia-de-leite, a 70% ao almoço e a 90% ao jantar. Naqueles dias em que acordo a 100% o dia começa muito, mas muito mal.

que dia é hoje

Sempre que alguém me pergunta “que dia é hoje” a resposta é quase sempre “mais um do que ontem” ou “menos um do que amanhã”.

Que não se saiba a hora, o minuto, o segundo é aceitável. Agora o dia. Por favor.