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you

A série de televisão You, baseada no livro de Caroline Kepnes, segue a obsessão de Joe Goldberg (Penn Badgley), gerente de uma livraria de Nova York, pela cliente Guinevere Beck (Elizabeth Lail).

Fui ver esta série motivado por um comentário positivo de S.

A série não é perturbadora, mas cómica. Vejamos:

  • temos duas personagens ocas e monótonas:
    • a personagem feminina, Guinevere Beck, é escritora, mas não escreve nada… ah exceptuando que publica toda a sua vida privada nas redes sociais
    • a personagem masculina, Joe Goldberg, não tem qualquer carisma e tira conclusões tão óbvias como se fosse um triste pastiche de Sherlock Holmes
  • a janela do apartamento de Guinevere Beck é por si só uma personagem e tanto
  • Joe Goldberg é um perseguidor de uma rapariga que vive num rés-do-chão com uma gigantesca janela sem cortinas e à frente da qual ela faz tudo – não é exibicionismo é estupidez
  • Joe Goldberg é um perseguidor que com apenas um boné consegue camuflar-se em qualquer ambiente; melhor do que um camaleão – Guinevere Beck e as amigas além de fúteis são cegas como morcegos

Tudo o que posso concluir é que única coisa positiva a retirar da série é apenas o comentário positivo de S.

afectos

Tudo corria bem nas instalações da Sociedade de Multi-Serviços Afectos, Lda até a unidade de aquecimento central entrar em colapso total. Os clientes já se queixavam do excesso de frio e nem como a melhor boa vontade as meninas conseguiam elevar o ambiente a uma temperatura agradável. Diversos funcionários em representação das suas empresas se deslocaram às instalações da Afectos, mas eram constantemente distraídos pelas visões das meninas que maldosamente desfilavam em frente de uma multidão de olhos esbugalhados. Eles nunca passavam do hall, e a central de aquecimento estava na cave. O problema persistiu por meses e Mia a chefe da secção já não sabia o que fazer. Felizmente Mata Fi, a Mestre da Afectos, era uma eficiente CEO. Saltou para cima das meninas e resolveu logo ali, assim de rajada o problema. Pode-se dizer que para ela não existem problemas, apenas soluções. Para se perceber a sua mestria basta seguir com atenção um galopante dialogo entre uma autêntica guru da reengenharia empresarial e a sua melhor fornecedora de afectos, Mia.

‘Olá! Boa tarde. Telefono só para informar que o problema já se encontra resolvido.’

‘Eu sei Mia, o espalhafato foi tanto… eu tenho andado em cima do acontecimento. Por exemplo… tem informação, tem informação, já veio e ele, não, não, não. Até que um dia eu disse-lhe: então tanta coisa e ainda não veio nada. E ele pediu. E ele telefonou na minha frente. E sei que pediu e que num lhe mandaram…’

‘Eu sei Dona Fi, mas todas tínhamos medo de ir à cave para descobrir qual o modelo do…’

‘É por isso que a mim anedotas dá-me vontade de rir. E por que, ó Mia tudo… as coisas pode demorar dias, pode demorar tempo, mas tudo vem a dar certo e tudo vem-se a saber, e… e… a… a… eu não entendo quando vejo mesmo assim as coisas na minha cabeça não me cabe determinadas coisas que a minha maneira de ser não é assim. Tá a entender Mia?’

‘Não diga isso Dona Fi eu não sou uma anedota. Sou boa nos afectos. Eu um dia ganhei coragem… sabe, mas a luz da cave estava fundida e não tínhamos lanternas…’

‘Pois, pois, pois, pois…’

‘Podíamos ter tirado as pilhas dos vibradores, mas sem lanternas, o que se fazia, não é?’

tapas vs tapinhas

Abriu em Barcelos um elegante espaço de restauração no qual a especialidade são tapas. É um espaço elegante, com bom ambiente e com uma enorme variedade de tapas. É um espaço para levar a família; muito agradável.

tapas vs tapinhas

Contudo e contrariando o que se pensa não é um espaço inovador. Em Barcelos já existem imensas casas que servem tapas, mas em tradução como “pratinho de petiscos“.

Recomendo qualquer das casas; quer a das tapas, quer as que servem imensas tapinhas.

1º minho oktoberfest

espaco00

que espaço!! uau!!!

E lá fomos eu e os outros ao primeiro e grandioso Minho Oktoberfest organizado pela Cerveja Artesanal do Minho.

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azeitonas, queijo, presunto

À entrada, pela troca de uma módica quantia em dinheiro, foi-nos oferecido à escolha uma caneca ou um copo com o logotipo do evento e uma senha (adorei o esquema das senhas) de oferta – eu fiquei com a caneca, claro.

Ataquei sem dificuldade a weiss e umas costeletas grelhadas. Enchi novamente a caneca com weiss, mas agora, para acompanhar uns pedaços delicados de queijo, presunto e umas charmosas azeitonas. A weiss durou o suficiente até à próxima caneca.

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um pecado divino

Como não ia ficar sempre na mesma onda, bebi um café e comi um excelente Pastel de Santo António dos Chocolates da Vila.
O espaço único convidada a beber, a cruzar a perna, a visitar a cozinha e a ilha e a beber.

Nesta altura estava preparado para atacar a stout. A minha caneca depois de limpa não se fez rogada. E desta vez comprovei que a stout tem um ligeiro sabor a caramelo – eu e a minha teimosia.
Para completar a noite e para motivar uma nova caneca de stout ainda houve tempo para assistir a uma demonstração de dança por Alunos de Apolo (Lisboa).

par_verde

maria miguel e pedro pinheiro

par_vermelho

As fotografias não são as melhores, são as possíveis tendo em conta que ou via o espectáculo ou fotografava. Foi um bom momento durante o qual, pasme-se esvaziei a caneca!

Finalmente aqui me têm satisfeito, mas de caneca vazia. Fui beber uma pilsener para terminar uma parte da noite.

eu_satisfeito

a imagem de quem está no seu ambiente perfeito e com cerveja à mão de semear!

apontamento extra:

provei em casa a indian pale ale e para quem já provou centenas de centenas de cervejas foi aquela que mais adorei de todas as criações da Cerveja Artesanal do Minho.

um problema químico…

Para mim ter uma relação sexual é tão normal como roer a unha do dedo grande do meu pé esquerdo ou, numa imagem mais inocente, como pescar moncos dentro do nariz. Entendo, que pessoal, que só “faça o amor” a cada 29 de Fevereiro se sinta revoltado com a minha desenvoltura – temos pena!

Contudo, hoje, não falarei de sexo, mas de química, para perceberam que BigPole é um poço de sabedoria e para abafar, igualmente, os críticos mentecaptos.
Irão concluir, não apenas que a química está presente em muitos actos da nossa vida, mesmo naqueles que pensamos que não, mas também que eu subjugo não apenas o sexo como a química. Um pouco de arrogância nunca me fez qualquer mal.
Acho que será a primeira vez que vai ser tratado, de forma consensual porque quimicamente, o resultado de uma actividade realizada por qualquer ser humano desde sempre. Tentarei usar uma linguagem simples, singela. Aqui vai…

Ontem, ou se preferirem hoje de madrugada, eram cerca das 03h15m, num ambiente de néon proveniente da minha sanita, quando estava a descer uma calça Denim Fit Loose e uma cueca boxer Hom, com um adorável desenho de fantasia e, cuja textura ultra-leve aconchega na perfeição o meu orgão genital, para alapar as nádegas numa Kohler com assento aquecido, pensava no tempo que se perde a evacuar; daí que tenha sempre à mão algumas revistas para folhear.

Depois de terminar o meu serviço, já com o regueiro limpo e não uso papel higiénico, mas sim as opções de uma sanita 4-1 que tem, também, função de bidé e como tal recebo no sítio adequado um jacto de água oscilante a uma temperatura suave e um fluxo de ar quente para secagem, tudo ajustável por comando, ah! e tem controlo de odor, puxei o autoclismo, atirei a roupa para o cesto de roupa suja, e nu preparava-me para um rápido banho de imersão ao som de uma relaxante música ambiente, quando reparei que ficou a boiar no fundo da sanita um resto, razoavelmente redondo, de fezes. Assustei-me. Enojei-me ver aquela coisa a enfrentar-me do fundo da minha Numi. Decidido a acabar com isso usei a função flush-full. O impossível aconteceu e o naco de fezes ganhou ao turbilhão aquático e lá permaneceu a boiar plácido. Assustado duplamente fiquei. Aquilo não se misturava.

Humm….. estaria perante um problema de polaridade? Duplo hummm… hummm…
Vejamos: bebi umas boas cervejas, acompanhadas por um petisco capaz de fazer corar o colesterol. E como sabemos que a água é uma substância polar e as gorduras apolares estaria perante um pedaço de fezes hidrofóbico? Grande questão química percebem? Novo flush-full, o mesmo resultado. Conclui que tinha de anular de alguma forma a polaridade das fezes e como tal atirei para dentro da sanita uns guardanapos que fui buscar à cozinha. Desta vez experimentei um eco-full e pumba o poio desapareceu nos meandros do esgoto. Milagre químico.

Conclusões a tirar? Primeiro que foi mais fácil afundar o Titanic; segundo que tenho de cortar nas gorduras.


o vosso químico BigPole

cerveja artesanal do minho – sabores tradicionais

O objectivo único de ir a Vila Verde foi descobrir em primeira mão as cervejas produzidas pela Cerveja Artesanal do Minho que tem ao seu comando Filipe Macieira e Francisco Pereira. O restante programa oferecido pela Festas das Colheitas veio a reboque.

cervejas

as cervejas

O que dizer então das cervejas que partem desta ideia:

A “Cerveja Artesanal do Minho” é uma cerveja especial cujo método artesanal de fabrico e o uso de matéria-prima 100% natural dão origem a uma cerveja mais aromática, com um sabor mais intenso e uma ligeira turvação devido à filtração parcial da levedura. Pretende-se oferecer ao consumidor a possibilidade de poder apreciar novos sabores e texturas, diferenciando-se da cerveja actualmente produzida e consumida em Portugal.

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os arrebatamentos

Degustei em ambiente aprazível um tipo de cerveja – ou, para ser mais correcto, três sub-tipos dentro do mesmo estilo, ale. Sei que o ideal era não fazer misturas, mas que se lixe o ideal e que venha o êxtase de sabores.
Tenho de agradecer a Francisco Pereira a sua amabilidade e paciência, numa altura de grande confusão, em disponibilizar uns bons minutos de conversa para falar um pouco do projecto, das cervejas, dos planos futuros e do que se prevê ser um fantástico Oktoberfest a 20 de Outubro em Moinhos, Gême, Vila Verde.

  • red ale: sub-tipo da cerveja ale, é oferecida com boa cor, espuma cremosa, cheiro delicado e um sabor furtado harmonioso; é fácil ficar enamorado por ela. Gostei da aposta nesta cerveja ale. O que me faz ficar ansioso por provar a sua irmã mais clara, a india pale ale, que se encontra neste preciso momento a descansar no frigorífico.
  • weiss: outra boa surpresa, e que é mais uma vez uma ale, feita à base de trigo, em que se destaca uma adorável cor turva; o seu sabor é persistente e permanece ainda durante bastante tempo, por isso a cerveja deve ser bem distribuída na boca para que tenha um bom contacto com a língua; achei-a bem encorpada e bastante refrescante.
  • stout: é outra ale, mas de cor preta, com um forte sabor a chocolate, café e malte torrado. Fiquei, ainda, com a sensação de um ligeiro travo a caramelo, mas já não tenho certeza; amei o amargo deixado na boca. Nesta altura ataquei uma fatia de bolo de cerveja para tentar limpar o paladar (hehehe, impossível limpar o paladar com um bolo à base de cerveja – é o momento de humor deste meu registo) e dei duas, ou três amostras do bolo ao meu amigo Rui ao melhor estilo “olha o avião“, não confundir com a estupidez musical “Anda Comigo Ver os Aviões“, okay!

Tenho para provar a pilsener, a única lager, que deve ter o característico sabor suave (e amarga) e a belgian ale que será maravilhosa pelo seu sabor intenso (mas pouco amarga) – que espectacular dualidade.

paulo, cervejas

eu e as cervejas

Os dois mestres-cervejeiros estão de parabéns e têm aqui, neste sujeito que está a terminar este sequioso texto, um admirador. Espero que a minha positiva experiência seja multiplicada exponencialmente por muitas mais pessoas.

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a minha compra

dracula: a symphony in moonlight

Drácula obra máxima de Bram Stoker teve tantas adaptações que é difícil encontrar nessa gigante palete alguma que seja simpática (com qualidade).

dracula: a symphony in moonlight

dracula: a symphony in moonlight

Jon J. Muth na sua novela gráfica “Dracula: A Symphony In Moonlight” conseguiu ir mais longe e reinventou a história original; e dizer que é uma novela gráfica é uma redução simplista.

dracula: a symphony in moonlight

dracula: a symphony in moonlight

Jon J. Muth numa combinação de espetaculares ilustrações e textos oferece um ambiente gótico verdadeiramente perturbador.
É uma obra que vale apenas pelas lindas imagens que podem ser lidas até fora do contexto da história.

dracula: a symphony in moonlight

dracula: a symphony in moonlight

O meu exemplar foi editado pela Abril Jovem em 1990; é o número um da colecção Graphic Album.

a luz miserável

A hora ou a altura do dia é indiferente. Onde reina a música da perpétua escuridão e o tempo não corre esses artifícios humanos são uma natural anedota. O local é uma gruta que possuía uma viscosidade agradável e que transpirava uma doce podridão admirada por muitos, mas que exigia um laborioso trabalho de manutenção. E nem todos os horrores estavam com disposição para comer humanos numa dieta regular, expelir excrementos de alma e cuidar durante séculos desse perpétuo jardim de bosta anímica. A maior parte deles degustavam um humano por diversas décadas enquanto palitavam animais. Por isso quando foram liminarmente convocados por #$%&$%# (nome impronunciável, mas que pode ser chamado de ‘o portador da luz’) ocorreram de bom grado para beberem dos seculares, bafientos, abomináveis cheiros da sua residência.

Obrigado pela vossa pestilenta presença”, disse #$%&$%# – ditatorial líder dos mundos horrendos – sem qualquer esforço verbal para a massa amorfa de horrendos que enchia a enorme gruta; a sua enorme bocarra possuidora de uma garganta afunilada facilitava o arrojar de palavras, de gritos sibilinos a longas distâncias, e a sucção de qualquer corpo etéreo ou carnal para um dos seus 32 estômagos – o VIII estômago era o seu preferido; aí a maceração de qualquer alma permitia obter um excremento baunilhado. “O motivo que me levou a solicitar a vossa presença de forma tão inusitada é o atrevimento do David Soares em lançar um inclassificável livro de horror? demasiado real. Ele inocentemente rotula-o de horror, mas todos nós sabemos o quanto ele se aproximou da nossa verdade. Ele não tem apenas uma imaginação fértil, tem uma perspicácia para o fantástico realmente assustadora.

ABAIXO O DAVID SOARES”, gritaram em divina unidade os horrendos. #$%&$%# deixou apenas por breves instantes que a massa pensasse que tinha uma opinião relevante enquanto um dos seus braços – tentáculos? – usava um coto de um homem para coçar o seu sexo sempre tumescente porque logo entoou um “BASTAAAAAAAAAAA” que silenciou os horrendos. “Com os zombies, os anjos, os vampiros e outras vulgares bichezas ainda temos tido paciência porque nos divertem – um pouco – e permitem manter afastadas as atenções dos nossos macabros, mas necessários, propósitos. O que seria a humanidade sem um pouco de saudável horror. Agora este David Soares com estes contos está a substituir-se a nós. O horror é apenas nosso. Só nosso. Mas em apenas três contos, em 122 páginas, temos histórias que nos tratam fielmente. Alguns poderão pensar ‘ah! 122 páginas, isso não é nada’, mas eu em boa verdade vos digo que ele em 122 páginas faz mais estragos que muito dito escritor em 956 páginas. São histórias visuais que se desenrolam sem gaguejos. Não deixa pontas soltas. Assuntos inacabados? Nem pensar. As personagens e os ambientes claustrofóbicos incomodam pela crueza do horror retratado. E quando se incomoda, também se fascina; ele faz-nos sentir atraídos pelo horror. NÃO QUERO QUE AS PESSOAS SEJAM MARIPOSAS PERANTE O HORROR ESCRITO PELO DAVID SOARES.” Nesta fase do discurso #$%&$%# parou para avaliar o resultado das suas palavras. Ameaças soltas começaram a ser ouvidas aqui e acolá. “Eu fico com um braço.“Para mim a língua.” “Para mim o resto.

#$%&$%# decidido a acalmar os horrendos sequiosos por um pedaço do escritor arrotou um sonoro e bafiento “CALEEEM-SE.” “O que mais me aborrece é que quando nós sairmos à rua o que sobra? NADA! Depois de 122 páginas nada será como antes. Nós deixaremos de ser o horror porque as palavras de ‘David Soares’ serão a nova bitola para o definir. O que mais me aborrece é que ele ainda tem a presunção de oferecer a cada novo halloween um novo livro de horror. O que me aborrece é que ele não deixou nada ao acaso…

VAMOS A ELE”, interrompeu a turba ignorante. #$%&$%# aborrecido por mais uma interrupção sorveu e arrotou sem dificuldade um horrendo perto de si e as hostes transformaram-se magicamente num mar de tranquilidade. “Até o grafismo do livro foi cuidadosamente pensado”, continuou #$%&$%#, “Cor vermelha – sangue – na capa. As letras a branco sobre um fundo totalmente preto – escuridão – dão ao livro um cheiro característico. O livro vive com uma identidade própria na mão dos leitores; mais uma cuspidela inconsciente ou não, para mim isso é irrelevante, nos defensores dos ebooks. A originalidade do ‘Rei Assobio’ é tão saudavelmente doentia que não deixará ninguém apático – se alguém ficar apático é de choque.

Só temos uma saída de emergência e não é traga-lo”, prosseguiu #$%&$%#, “porque quem domina o horror com aquela mestria está imune a qualquer um de nós. Por isso só nos resta uma alternativa comprar todo e qualquer exemplar d ‘A Luz Miserável’ antes que mais humanos o comprem. O HORROR TEM DE SER NOSSO MAIS UMA VEZ”, terminou #$%&$%#. “Sabem o que têm a fazer.

Magicamente uns – o sempre delicioso efeito ‘puf’ -, outros aos tropeções, os horrendos foram esvaziando a gruta em direcção às livrarias. E pela primeira vez em séculos os horrorosos horrendos deixaram de ser o horror no halloween.

iberanime opo 2010

O nerd lá de deslocou à Iberanime OPO 2010 para curtir o ambiente e aproveitar para realizar algumas compras.
Infelizmente correu quase tudo mal: a filhota vomitou no carro logo à saída da portagem Barcelos/Póvoa o que indiciava uma virose qualquer; deu, assim, para efectuar uma pequena limpeza?, mas o cheiro, a mancha, a roupa, não convidavam a seguir caminho, mas entre regressar (não encontrar nesse dia a essa hora em Barcelos um adequado serviço de limpeza de estofos seria complicado) e avançar…. – por isso, lá se aguentou até ao NorteShoping. O serviço Mr Parking foi excelente em tomar conta do caso e lá se arrancou sem mais sobressaltos para o Palácio de Cristal aka qualquer coisa Rosa Mota.

Bilhetes a 10 euros é um absurdo, mas quem corre por gosto não se engana?, acho eu?

Contudo a miúda estava mesmo adoentada e não pude gozar muito do evento a pensar na filhota sentada tristonha no colo da mãe. Comprei algumas coisas, tirei poucas fotos e fui entrevistado – sou o nerd do “tudo“.

O que correu bem foram as compras e sentir, mesmo que por pouco tempo o ambiente. Fica para outra altura, outro ano viver mais o Iberanime.

warcraft: legends, volume i

Este volume – Warcraft: Legends, volume I – foi uma agradável surpresa. Adorei as histórias curtas – todas com um estilo narrativo diferente e com desenhos a condizer. A mais divertida é “Como Fazer Amigos” que narra as aventuras de um gnomo engenheiro, Lazlo Grinwidget, na cidade de Kharanos. Onde se localiza o trainer que nos dá a Taiming Rod

Ao contrário do que disse o estimado Bongop o “Warcraft: Legends, volume I” não é a continuação da trilogia “Warcraft: A Trilogia do Poço do Sol” em sentido puro. Os álbuns “Legends” e falo do que ainda li, até ao segundo volume, são compostos por histórias soltas exceptuando a primeira que continua a narrar as aventuras e desventuras do Tauren Trag Highmountain, personagem da “Trilogia do Poço do Sol”.

Tenho adorado as histórias. O facto de ser um ex-viciado do wow permite que me identifique com facilidade com o ambiente. Vou continuar a comprar e a ler Legends, naturalmente!

edição é da responsabilidade da editora Asa e está inserida na colecção Shounen
a imagem (rapinada do site Leituras de BD) e as personagens são propriedade dos respectivos criadores