Tag Archive for: aranha

não sei se avanço

11 Jan
11.01.2018

A série I do Homem-Aranha não me convenceu. Um Peter Parker mundial; um Homem-Aranha cheio de brinquedos tecnológicos foi uma surpresa (não apreciada).
Comprei os primeiros números da série II de:

  • Homem-Aranha
  • Os Vingadores

e o primeiro da série I

  • X-Men

e não fiquei impressionado, apesar de estar a adorar o Velho Logan. Talvez o único motivo para continuar a comprar a revista X-Men

E como vão ser editadas duas mini-séries:

  • Thanos
  • Pantera Negra

talvez fique mesmo por aqui.

homem-aranha vol. 9: amigos para sempre

03 Dez
3.12.2017

Este volume começou por oferecer uma história DIVERTIDA, depois DiVeRTiDa, no final, foi apenas divertida.

Só decidi comprar a colecção Homem-Aranha e não Vingadores e agora o final da história iniciada em Homem-Aranha vol. 8 termina na revista Vingadores! Mais um motivo para odiar crossovers. Será que devo adquirir a colecção de Vingadores? ou?

coisas de outubro, 2017

01 Nov
1.11.2017

As leituras e não leituras de alguns fins-de-semana e não só.

Um pouco de banda desenhada:

  • Reféns do Ultralum de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières
  • O Órfão dos Astros de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières
  • Tempos Incertos de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières
  • Nas Imediações do Grande Nada de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières
  • Tokyo Ghoul #9 Sui Ishida
  • A Ordem das Pedras de  Pierre Christin e Jean-Claude Mézières
  • O AbreTempo de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières
  • Polina de Bastien Vivès
  • Recordações de Futuros de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières
  • Histórias do Bairro de Gabi Beltrán e Bartolomé Seguí
  • Homem-Aranha vol. 6: Guerra Civil II – uma autêntica seca; desiludido nos dois últimos volumes
  • Platinum End #1 de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata
  • Tempos Amargos de Étienne Schreder
  • Y: O Último Homem vol.1 de Brian K. Vaughan e Pia Guerra
  • Homem-Aranha vol. 7: A União Faz a Força / Guerra Civil II – mais divertido.
  • Marvel Especial vol. 1: Deadpool – valeu a pena. boa leitura
  • Os Trilhos do Acaso 1 de Paco Roca
  • Os Trilhos do Acaso 2 de Paco Roca
  • Monstress vol. 1: Despertar de Marjorie Liu e Sana Takeda

Um pouco de outras coisas mais:

  • 4 3 2 1 de Paul Auster
  • O Passado é um País Estrangeiro de Ali Smith – (comprei este livro entusiasmado pelo tema: “Era uma vez um homem que, certa noite, durante um jantar social, entre o prato principal e o doce, subiu as escadas e fechou-se num dos quartos da casa. À medida que as horas se transformam em dias, e os dias, em meses, as consequências deste estranho ato repercutem-se para o exterior, afectando os donos da casa, os outros convidados, a vizinhança e todo o país.”) Lamentavelmente não me deu pica. Deve ser aquela altura do mês em que se complica qualquer leitura. Coloquei o livro de lado e iniciei novos voos, noutras páginas.
  • O Reino Mais Além das Ondas de Stephen Hunt – outro livro que coloco de lado, arrumado. À espera de novos apetites.
  • Human Maps de Andrew Hook

a conspiração de papel

06 Jul
6.07.2011

Para primeira obra do escritor David Liss “A Conspiração de Papel” (“A Conspiracy of Paper”) ganhou em 2001 o Edgar Award, o Macavity Awards e o Barry Award para o melhor romance de estreia e foi considerado um “New York Times Notable Book”; o que não deixa de ser louvável.

“A Conspiração de Papel” é um romance de mistério que se desenrola no período anterior ao primeiro “crash” bolsista de 1720.

A história segue as deambulações, narradas na primeira pessoa, de “Benjamin Weaver, judeu português, detective, espadachim e um famoso ex-pugilista“, enquanto este tenta descobrir o(s) culpado(s) pelo assassinato de seu pai.
As personagens (umas baseadas em personagens reais, outras totalmente fictícias) estão bem construídas; o ambiente de uma Londres no século XVIII está bem recriado (tão convincente que muitos vezes sinto-me como se estivesse lá); o enredo é denso, cheio de texturas (está cheio de detalhes históricos), mas é tão “teia-de-aranha” que me obrigou a ler página atrás de página até à apoteose.
Nas ultimas páginas é oferecida a visão do destino feliz/infeliz das personagens principais muito ao estilo de filmes baseados em eventos reais.

É uma leitura que recomendo.

spider

16 Out
16.10.2010

Custou repelir a repulsa para fotografar este bicho.
Felizmente, talvez, devido ao frio estava quieta e a foto saiu sem sobressaltos.

apenas formigas…

26 Jul
26.07.2010

Sempre adorei formigas.
Quando era miúdo tinha um labirinto feito com legos cheio de formigas e entretinha-me a colocar nessa casota? outros insectos para admirar o poderio das formigas a desmembrarem, comerem, arrasarem aranhas, centopeias e outros bichos que tais.

mulher invisível, novo uniforme: uma versão

09 Jul
9.07.2010

Demorei algum tempo a perceber o motivo de ter separado esta revista (Homem-Aranha, n.º 21, editado pela editora Abril/ControlJornal, 1996) que fazia, até hoje, parte do “monte” que persiste na secretária.
Após analisar todas as vinhetas deduzo que só pode ter sido pelo uniforme – pronto estou na onda dos uniformes! – da Susan Storm o alter ego da Rapariga Invisível ou agora como é chamada The Invisible Woman (Mulher Invisível).
É um uniforme avassalador que Susan Storm veste – realmente radical para uma mãe e mulher casada e que em muitos ciclos sociais é considerado potencialmente bastante arrojado e até ofensivo; mas quem sou eu.

A história de onde retirei a imagem em português foi originalmente publicada na revista Fantastic Four (1993) n.º 374. As outras duas imagens:
# lado esquerdo igualmente da Fantastic Four #374 (versão inglesa).
# lado inferior direito, ainda não sei.

fantastic

sue storm por frank cho, uma outra versão

Destaco o símbolo quatro destacado exibido no decote.

A personagem e as imagens publicadas são propriedade da Marvel Comics.

aranha & ovos

20 Jun
20.06.2010

Foi uma sorte esta fotografia. Na altura pensei que era um insecto anónimo.

Só depois em casa é que vi que era uma aranha com ovos às costas.

vírus?

22 Jan
22.01.2010

Ao passar junto a um monitor reparei no fundo do ambiente de trabalho – a face de um recém-nascido todo sorridente. E não pude deixar de comentar à D., responsável por aquela decoração?, que ela tinha um enorme vírus no pc. É o meu neto! – exclamou orgulhosa. Mas não será um vírus?

Concluo, com a costumeira clareza com que concluo as minhas conclusões, que os recém-nascidos são mesmo um vírus que se alimenta da energia vital dos progenitores – sugadores de tempo, de harmonia, de noites bem dormidas; criadores de roupa suja em perfeita função exponencial; autênticos mestres perfumistas.

Quando reparo em alguém com olheiras e de olhar perdido no “infinito e mais além” sei que estou perante um ser humano vítima desse vírus recém-nascido [RN]. Não se iludam, papás e mamãs, não há treino militar capaz de simular o cenário de guerra de uma habitação habitada por um recém-nascido. Não existe qualquer tropa de elite, STF, SASR, GSG9, KSK, BOPE, CFN, COE possuidora de treino psicológico eficaz para combater o RN que domina com facilidade e desenvoltura qualquer forma de combate – exímio até no ataque terrorista.

Aliens, anacondas, aranhas gigantes, ogres, dragões, salamandras, abelhas assassinas, Kings Kongs, T-Rexs são uma patética anedota de susto porque se existe algo verdadeiramente assustador é o ataque terrorista de um RN. Com uma preparação inata são capazes quando menos se espera de surpreender qualquer progenitor em qualquer altura, em qualquer lugar: seja com um ataque sonoro poderoso e persistente capaz de inibir a capacidade de relaxamento e nunca nenhum progenitor foi capaz de ganhar um combate orientado para limitar o impulso de começar-se a adormecer designado para fácil memorização por C.O.L.I.C.A.; seja com um ataque S.E.A.L. [1] (Secreção Explosiva de Alta Liquidez) – que é o mais cutilante -, tecnicamente rebaptizado de vómito ou carinhosamente apelidado de bolsar, na melhor peça de roupa, que se vestiu para aquela tentativa ilusória de passeio dominical junto à praia; seja com um ataque químico amarelo-esverdeado (ou C.O.C.O [Concentração Optimizada de Componentes Olfactivos]), militarmente identificado como altamente odorífero capaz de penetrar à velocidade da luz nas narinas em efeito murro no plexo solar levando normalmente a vitima a um regurgito estomacal, à perda de lucidez, à produção de suores, tudo embrulhado numa tez cadavérica.

Alguns progenitores, talvez, dignos praticantes de alguma filosofia masoquista – ou quiçá até de forma inocente, não serão necessariamente obtusos, nem merecem ser ostracizados na sua procura de um bem melhor, ou apenas pensaram ter criado anticorpos -, decidem tentar novas técnicas de combate ou aperfeiçoar as anteriormente usadas com vista a derrotar pelo menos uma vez o RN; mas o novo RN é sempre, mas mesmo sempre, uma experiência única, ímpar em nada semelhante ao(s) anterior(es).
Não me pretendo alongar nos porquês de ainda haver desejos por um segundo RN – teria muito que escrever. Apenas reafirmo a minha natural preocupação pela sanidade mental dos progenitores e sou sempre, nestes casos, praticante de uma solidariedade remota.

Termino dizendo que sou contra o facto de alguns gabinetes de análise de risco família-militar [o casal] colarem ao RN um nome que entendem caracterizar e/ou amenizar? a sua sublimação táctica – T.I.G.R.E. [2] (Terrorista Inato Gerador de Repulsa Extrema). Não pretendo ser tão suave. Se fosse rotular o RN com uma palavra que significasse toda a sua capacidade bélica seria simplesmente e assustadoramente de bebé.


[1] Não confundir com os SEALs (Sea, Air, and Land Forces)
[2] Não confundir com os TIGRE (Tático Integrado de Repressão Especial)

as aranhas douradas

02 Nov
2.11.2009

– Não me consultaste – prosseguiu Wolfe com frieza. – Descobrir que um dos meus pratos preferidos foi radicalmente alterado, sem qualquer espécie de aviso. é um choque desagradável. Talvez seja comestível, mas não estou com disposição para correr esse risco.

Foram 174 páginas lidas em poucas horas. A noite de ontem, e a de hoje vai pelo mesmo caminho, não puxava o sono. Daí que me tenha socorrido de um companheiro solitário para servir distracção, mas foi pouca distracção para me permitir adormecer.

Apenas pelas 07.?? é que fechei os olhos bastante ensonado e cansado.

citação: páginas 5 e 6

© 1999.2018 porta VIII. todos os direitos reservados. alimentado pelo wordpress | alojamento por oitava esfera