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o homem que escrevia azulejos de álvaro laborinho lúcio

A Cidade e a Montanha vigiam-se mutuamente, num jogo de espelhos e de contrários, numa geometria de centros e periferias, num enredo de poderes e de ocultações, onde muitas são as maneiras de viver a clandestinidade e muitas são as clandestinidades: escondidas, distantes; umas, vividas; outras, à vista de todos. Dois homens, Marcel e Norberto, atravessam, juntos, todo o tempo de uma vida. Escolheram, para viver, a ficção, e é nela que são clandestinos. Com eles vêm encontrar-se João Francisco e Otília. Ele, violinista e professor de música, ela, a sua jovem neta, ambos na busca incessante do sublime, também eles recusados pela realidade. Um homem que escrevia azulejos – que reencontrou a utopia e gostava da sátira – reparou neles e pintou-os com palavras.

Quetzal Editores

Gostei do que li. Um livro que convida à reflexão de “nós e dos outros” e do conhecimento como instrumento de, digamos… redenção.

coincidências ou não?

Alguns dos livros que vou lendo estão de alguma forma ligados entre si. Ora vejamos, textos retirados do livro “O Homem Que Escrevia Azulejos” de Álvaro Laborinho Lúcio.

— Este é o papagaio de Flaubert. O verdadeiro.

página 206

Uma referência que eu colo ao livro “O Papagaio de Flaubert” de Julian Barnes.

Uma conversa com Félicité é sempre uma aventura.

página 206

Aqui fala-se claro da personagem do maravilhoso conto “Um Coração Simples” de Gustave Flaubert.

posologia

Quando estou a ler um romance estou quase sempre a ler um livro de contos e um livro de não-ficção. Presentemente estou a ler:

Nos últimos 45m antes de ser abraçado por Morfeu estou refastelado a ler no mínimo um conto e um capítulo.

no interior: “o homem que escrevia azulejos”

Vinheta no interior do livro O Homem Que Escrevia Azulejos de Álvaro Laborinho Lúcio, publicado pela Quetzal Editores, desenhada por Rui Rodrigues.

Aqui temos um violino e, pois, o arco de violino.

(…) Sem uma palavra, erguera-se da mesa, deixara a sala por uns instantes e regressara pouco depois trazendo consigo, dentro do estojo, o violino.

página 52

livros na palete – posição 029

Últimas entradas para a torres dos livros.

Mais um vez todos da Quetzal.

um pato e desenhos

Uma fotografia de quando a Margarida realizava desenhos nos azulejos.

destruída definitivamente

A primeira foto que fiz nesta parte da Rua de Valpaços foi publicada no dia 02.07.2009.

as diferenças!

Hoje publico a última foto deste local de culto(?). Vejam as diferenças, mas não fiquem pasmados.

Tenho a ideia que tenho outra foto e que já escrevi sobre isso, mas não encontrei nada. Se encontrar actualizo o post.