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no interior: “espião na primeira pessoa”

01 Fev
01.02.2019

Arte no interior do livro “Espião na Primeira Pessoa” por Sam Shepard editado pela Quetzal.

uma cadeira

09 Nov
09.11.2017

Um rabisco de uma cadeira.

lol, camouflage 6.0 – orange juice

10 Out
10.10.2016

lol is sitting in a chair while nibbling, indecisively, between a croissant and a pains au raisins. From the balcony of one of the rooms on the third floor of the hotel Plage des Pins he enjoys a beautiful view of the blue sea and concludes that the smell of the Mediterranean Sea in Argelés-sur-Mer has a distinct fragrance. He finishes a delicious orange juice and decides to throw some balls – A game of pétanque is taking place on the beach.
‘Bonjour! Il y a une place pour une personne? J’ai mes propre boules.’
‘Bien sûr. Nous sommes jusqu’à fini ce match.’

lol smooths his mustache, fixes the béret and waits – satisfaction.

[… an excerpt …]

28 Jun
28.06.2011 Sou lindíssimo, disse o autor fascinado. Lindíssimo, lindíssimo, lindíssimo. De tal modo que não posso despegar os olhos do espelho. E tudo o que existe, sou tentado a converter em ‘eu’. Porque só tenho olhos para mim.
Sentou-se na cadeira, cruzou as pernas e começou a devorar o mundo. Engolia, engolia, engordava sem medida e a inflação do eu era tão grande que a certa altura rebentava e caía numa chuva de estilhaços.
E então pacientemente, de gatas, ia procurando os pedaço, aqui e ali, e começava a cola-los outra vez com Araldite.
Guarda-Chuvas Cintilantes por Teolinda Gersão

holy chair

31 Out
31.10.2010

o que acontece quando cais de joelhos e juntas as mãos em prece? tudo ou nada?
tem sido dito que os sinos são funil invertido para levar a velocidade expresso as orações a deus.
tem sido dito?
do meu ponto de vista as cadeiras servem apenas um propósito; para que a humilhação seja vergonhosamente visível a um deus que pede muito e não dá nada.

chair in the sun

31 Jul
31.07.2010

Cadeira refastelada ao sol.

bricolage

06 Dez
06.12.2008

Hoje dia ventoso e a dita porta mal fechada a provocar de segundo a segundo o “tal” ruído. E é um barulho de merda. Chato. Irritante. Penso em levantar-me da cadeira para fechar a porta. Mas já que vou ter de elevar o meu corpo à sua posição bípede decidi ir mais longe e resolver o problema de vez.

Analiso a situação. Concluo que a calha de alumínio está ligeiramente levantada do chão e por isso a porta raspa nela.
A solução é simples e a execução ainda mais célere. De martelo na mão e após duas valentes marteladas é a maldita calha colocada numa posição mais elegante. Rente ao chão. Fecho a porta pelo lado de fora para admirar o meu trabalho de bricolage e de engenho humano. E o silêncio foi orgiástico.

Abro a porta e ela não abriu. Aparentemente embatia na calha. Mas como. COMO?

Vou pela porta frontal, a de entrada dos clientes, para perceber a sua recusa em se abrir. E não é que a calha motivada pelas marteladas ficou com a ponta levantada?? Solução mais duas marteladas na ponta. Resultado? Calha 1 – Martelo 0.
Eu deveria saber que marteladas não resolvem nada por isso resumi o uso do martelo a pancadinhas certas, cirúrgicas no alumínio. Mas a calha teimava em resistir.

Não pensem que desisti, que entrei em pânico. Eu nunca desespero. Eu chamo sempre o meu pai.

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beam me up, scotty!