Tag Archive for: café

chá

12 Jul
12.07.2016

Virei elitista.
Só bebo chá, nada do vulgar café e de leite; e vou deixar crescer a unha do dedo mínimo até 10 centímetros para apontar o norte.

nova planta!

04 Set
04.09.2015

Utilizei uma estilosa máquina de fazer café como recipiente para uma nova planta que irá decorar o meu novo espaço de conforto.

A questão que vale muito ou não: não sei que sementes coloquei no vaso anão.

à espera

03 Jun
03.06.2015

Aqui estava eu na leitura e a petiscar algo bué de saudável quando recebi a companhia de dois viajantes.

1º minho oktoberfest

25 Out
25.10.2012

espaco00

que espaço!! uau!!!

E lá fomos eu e os outros ao primeiro e grandioso Minho Oktoberfest organizado pela Cerveja Artesanal do Minho.

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azeitonas, queijo, presunto

À entrada, pela troca de uma módica quantia em dinheiro, foi-nos oferecido à escolha uma caneca ou um copo com o logotipo do evento e uma senha (adorei o esquema das senhas) de oferta – eu fiquei com a caneca, claro.

Ataquei sem dificuldade a weiss e umas costeletas grelhadas. Enchi novamente a caneca com weiss, mas agora, para acompanhar uns pedaços delicados de queijo, presunto e umas charmosas azeitonas. A weiss durou o suficiente até à próxima caneca.

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um pecado divino

Como não ia ficar sempre na mesma onda, bebi um café e comi um excelente Pastel de Santo António dos Chocolates da Vila.
O espaço único convidada a beber, a cruzar a perna, a visitar a cozinha e a ilha e a beber.

Nesta altura estava preparado para atacar a stout. A minha caneca depois de limpa não se fez rogada. E desta vez comprovei que a stout tem um ligeiro sabor a caramelo – eu e a minha teimosia.
Para completar a noite e para motivar uma nova caneca de stout ainda houve tempo para assistir a uma demonstração de dança por Alunos de Apolo (Lisboa).

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maria miguel e pedro pinheiro

par_vermelho

As fotografias não são as melhores, são as possíveis tendo em conta que ou via o espectáculo ou fotografava. Foi um bom momento durante o qual, pasme-se esvaziei a caneca!

Finalmente aqui me têm satisfeito, mas de caneca vazia. Fui beber uma pilsener para terminar uma parte da noite.

eu_satisfeito

a imagem de quem está no seu ambiente perfeito e com cerveja à mão de semear!

apontamento extra:

provei em casa a indian pale ale e para quem já provou centenas de centenas de cervejas foi aquela que mais adorei de todas as criações da Cerveja Artesanal do Minho.

a festa das colheitas 2012

07 Out
07.10.2012

No post 30ª Feira de Artesanato de Barcelos 2012 referi:

exceptuando um stand do qual não registei o nome – culpa minha.

ora bem descobri o stand na Festa das Colheitas 2012 de Vila Verde e desta vez tirei fotografias. O stand em questão é pois da jovem artesã Joana Fernandes, natural de Cabanelas, que revela os seus trabalhos de artesanato feitos em cortiça.

joanafernandes01

joana fernandes

joana_fernandes00

Tive oportunidade de ver algumas peças criadas no 2º Encontro Inter-Regional de Cortes em Madeira com Motosserra.

trabalhos_de_madeira

trabalhos em madeira

Em excelente companhia jantamos um excelente jantar na tasca da Igreja de Esqueiros (sim ajudei uma igreja, tal e qual, a comida foi boa…) e servido por imensos São Pedros.

esqueiros

ementa esqueiros

Ataquei delicadamente umas papas de sarrabulho e optei pela alheira com grelos, regada com um decente Alvarinho, para completar o menu. A companhia foi agradável e a discussão sobre o tamanho da alheira foi muito teológica.

A primeira verdadeira surpresa da noite ocorreu depois de tomar um café quando actuou o artista da noite, desconhecido para mim e para os meus amigos. Acho que a C.J. ainda está em choque pela musicalidade do artista e pela performance em palco da Sofia 1 e Sofia 2. Nenhum de nós se recorda de ter ouvido algo semelhante para bem ou para o mal. Consegui filmar alguns segundos. A emoção, a dor de barriga, o inexplicável sangramento auditivo obrigou-me a abandonar o recinto da feira e trazer a reboque os meus sofridos amigos.

No geral foi uma noite muito positiva. A repetir certamente.

cerveja artesanal do minho – sabores tradicionais

06 Out
06.10.2012

O objectivo único de ir a Vila Verde foi descobrir em primeira mão as cervejas produzidas pela Cerveja Artesanal do Minho que tem ao seu comando Filipe Macieira e Francisco Pereira. O restante programa oferecido pela Festas das Colheitas veio a reboque.

cervejas

as cervejas

O que dizer então das cervejas que partem desta ideia:

A “Cerveja Artesanal do Minho” é uma cerveja especial cujo método artesanal de fabrico e o uso de matéria-prima 100% natural dão origem a uma cerveja mais aromática, com um sabor mais intenso e uma ligeira turvação devido à filtração parcial da levedura. Pretende-se oferecer ao consumidor a possibilidade de poder apreciar novos sabores e texturas, diferenciando-se da cerveja actualmente produzida e consumida em Portugal.

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os arrebatamentos

Degustei em ambiente aprazível um tipo de cerveja – ou, para ser mais correcto, três sub-tipos dentro do mesmo estilo, ale. Sei que o ideal era não fazer misturas, mas que se lixe o ideal e que venha o êxtase de sabores.
Tenho de agradecer a Francisco Pereira a sua amabilidade e paciência, numa altura de grande confusão, em disponibilizar uns bons minutos de conversa para falar um pouco do projecto, das cervejas, dos planos futuros e do que se prevê ser um fantástico Oktoberfest a 20 de Outubro em Moinhos, Gême, Vila Verde.

  • red ale: sub-tipo da cerveja ale, é oferecida com boa cor, espuma cremosa, cheiro delicado e um sabor furtado harmonioso; é fácil ficar enamorado por ela. Gostei da aposta nesta cerveja ale. O que me faz ficar ansioso por provar a sua irmã mais clara, a india pale ale, que se encontra neste preciso momento a descansar no frigorífico.
  • weiss: outra boa surpresa, e que é mais uma vez uma ale, feita à base de trigo, em que se destaca uma adorável cor turva; o seu sabor é persistente e permanece ainda durante bastante tempo, por isso a cerveja deve ser bem distribuída na boca para que tenha um bom contacto com a língua; achei-a bem encorpada e bastante refrescante.
  • stout: é outra ale, mas de cor preta, com um forte sabor a chocolate, café e malte torrado. Fiquei, ainda, com a sensação de um ligeiro travo a caramelo, mas já não tenho certeza; amei o amargo deixado na boca. Nesta altura ataquei uma fatia de bolo de cerveja para tentar limpar o paladar (hehehe, impossível limpar o paladar com um bolo à base de cerveja – é o momento de humor deste meu registo) e dei duas, ou três amostras do bolo ao meu amigo Rui ao melhor estilo “olha o avião“, não confundir com a estupidez musical “Anda Comigo Ver os Aviões“, okay!

Tenho para provar a pilsener, a única lager, que deve ter o característico sabor suave (e amarga) e a belgian ale que será maravilhosa pelo seu sabor intenso (mas pouco amarga) – que espectacular dualidade.

paulo, cervejas

eu e as cervejas

Os dois mestres-cervejeiros estão de parabéns e têm aqui, neste sujeito que está a terminar este sequioso texto, um admirador. Espero que a minha positiva experiência seja multiplicada exponencialmente por muitas mais pessoas.

a_minha_compra

a minha compra

mc chouffe

27 Jun
27.06.2012

lachouffe

la chouffe

Mc Chouffe, cerveja fabricada pela destilaria Brasserie d’Achouffe (Bélgica), é uma bebida de grande elegância.
Mc Chouffe faz parte da família Ale (Strong Dark Ale), com um teor de álcool de 8,0% e deve ser servida a uma temperatura entre 8 e 12 graus.

De cor castanha escura, em tons avermelhados, cheiro bastante agradável, deixa uma sensação cremosa na boca.

O aroma oferece um moderado malte tostado, café, lúpulo leve e álcool.

O seu sabor muito aromático e rico convida que sejam encontradas muitas ocasiões para a beber.
Hoje poderá ser um desses dias.

irish coffee

29 Mar
29.03.2012

Um singelo irish coffee.

as palavras

14 Mar
14.03.2012

“Foda-se!”, gritei mal os lábios tocaram o líquido castanho.
“O senhor bem que podia ter cuidado com a linguagem. Está aqui uma criança.” Isto foi nasalado por uma senhora pimpona acompanhada por um rapaz dos seus 15 anos.
Reconheço que o impropério saiu-me assim de rajada. No entanto o café estava quente como o caraças.
Controlei-me para não mandar a senhora dar uma volta ao bilhar grande. Detesto que me chamem a atenção. Odeio.
Contudo, a minha rebeldia ganhou. Tive de cuspir uma resposta em tom de pergunta. Arrojei um “PÁ!” para chamar a atenção do adolescente; e perguntei-lhe “sabes o que quer dizer a palavra cona?” A senhora ficou mais do que chocada, não sei se pela pergunta, se pelo balançar da cabeça do miúdo a indiciar um sim.
“Se sabes o que significa cona significa que já sabes de foda. Por isso foda-se e deixe-me em paz!.

o vosso rebelde
BigPole

sem peixe, mas com carne

30 Out
30.10.2011

E sem muito esforço lá fui à pesca a convite do meu Tio João.
A ocasião era o 4º Concurso do Grupo de Pesca Desportiva “A Barcaça”. Local: Praia dos Sacos (Apúlia).

[na primeira foto estou a treinar a pose para quando tirasse do mar um peixe de 6 quilos; para os distraídos o peixe não foi fotografado porque era tímido]

Não pescava desde os meus 13/14 anos de idade e como tal já sabia que nem ia devidamente equipado, mas tinha uma mochila de 107 quilos de boa vontade cheia. Com cana de pesca emprestada fiz-me ao mar. As ondas fizeram-se a mim; fui muitas vezes o sacrifício de ondas que decidiram, sem eu saber porquê, no exacto momento em que lançava, molhar as minhas velhas sapatilhas Le Coq Sportif, que devem ter mais de 25 anos.

Aqui está o meu Tio João. Responsável por me levantar cedo da cama (isso não se faz). Reparem no olhar de guerra com que enfrenta o mar – assustador. Tão assustador que os peixes por vezes lhe fogem.

observem o olhar arguto. olhar de um verdadeiro pescador.

O momento mais alto foi levar com a chumbada na testa porque me esqueci de largar a linha e fui vítima do efeito boomerang. Não pesquei nada; diverti-me como o caraças e relaxei duplamente.

pai serra: devidamente equipado. um profissional.

Aqui o amigo Pai Serra pescou o primeiro peixe do dia, mesmo ao meu lado. A isca dele convenceu melhor o peixe.

a minha isca e o peixe dele

A pesca corria bem. Bom tempo. Bons lançamentos. Boas fotos. E outro peixe.

o amigo joão machado e o seu peixe. um sargo.

Estava eu cheio de estilo a contemplar o mar e à espera que algum peixe quisesse dar valor ao dogma “sorte de principiante” quando o cheiro de carnes grelhadas me assaltam as narinas. O que se passaria nas dunas?

eu e o mar e a cana de pesca

O que se passava? O amigo Costa tinha acabado de instalar a sua tasca de comes e muitos bebes. Expliquei que não fazia sentido pescadores estarem ali a comer carne, que seria o mesmo que um grupo de caçadores no meio do monte a grelharem sardinhas. Ninguém me ouviu (ou ligou) – talvez o barulho das ondas.

a tasca do costa.

O peixe que não pesquei no mar comi (um excelente bacalhau) no almoço convívio servido no aconchegante Café Dinis.

eu e o costa, o responsável pela tasca da praia

Foi um dia verdadeiramente espectacular. A repetir o mais cedo possível.

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beam me up, scotty!