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viagem a itália de johann wolfgang von goethe

Nesta viagem aprendo certamente a viajar; se aprendo a viver, isso não sei. As pessoas que parecem sabê-lo são tão diferentes de mim na sua natureza e nas suas maneiras, que não creio que possa aspirar a esse talento.

página 292

Viagem a Itália é um livro de viagens muito diferente do que já li. É, claro, um relato de uma experiência num país estrangeiro, mas acima de tudo um registo autobiográfico. Goethe deixa transparecer para o leitor as suas dúvidas, os seus desejos, e também, as suas idiossincrasias. Viagem a Itália acaba por contribuir para a construção de uma nova estética goetheana.

No livro ainda consta o ensaio sobre o “Carnaval romano“.

Tradução de João Barrento

não sei a que horas me deitei, apenas às que me levantei, versão iii

Estava muito bem de tal forma que era constantemente pisado em Firelands quando visitas com relógios adiantados duas horas apareceram em minha casa.
Lá tive por um questão de segurança familiar (aka cuidado com a mulher) abandonar a raid e ir vestir-me nesta vergonha.

não sei a que horas me deitei, apenas às que me levantei, versão ii

Estava muito bem de tal forma que era constantemente pisado em Firelands quando visitas com relógios adiantados duas horas apareceram em minha casa.
Lá tive por um questão de segurança familiar (aka cuidado com a mulher) abandonar a raid e ir vestir-me nesta vergonha.

não sei a que horas me deitei, apenas às que me levantei, versão i

Estava muito bem de tal forma que era constantemente pisado em Firelands quando visitas com relógios adiantados duas horas apareceram em minha casa.
Lá tive por um questão de segurança familiar (aka cuidado com a mulher) abandonar a raid e ir vestir-me nesta vergonha.

um disfarce

Mais um disfarce para realização de uma quest em Eastern Plaguelands.

a festa do fumeiro

A Feira do Fumeiro foi o grande evento no Carnaval deste ano em Barcelos.
Há anos que qualquer barcelense digno desse nome ansiava por este evento. Estudos dependentes concluíram que a primeira Feira remonta ao ano 20 AC. Nesse altura e pelas descrições encontradas em papiros e por alguns frescos os homens exibiam com desenvoltura os seus fumeiros às raparigas que fugiam assustadas, soltando gritos, perante alguns exemplares execráveis.

pão, chouriça

[… pausa …]

Na altura a cidade não se chamava Barcelos, nem tinha 89 freguesias. Hoje Barcelos chama-se, pois sim, Barcelos e tem realmente 89 freguesias. Muitas vezes Barcelos não sabe o que fazer com tantas freguesias e à falta de melhor faz-se uma qualquer feira para festejar qualquer coisa. A Feira do Fumeiro é para mim isto; mais uma festa para enganar o povo e criar fantasias nas raparigas e em alguns rapazes – agora somos até, quase, mais modernos.

Ao contrário da anterior presidência nunca vi tantas festas, feiras, exposições que são de aplaudir (ora vejam eu a aplaudir: clap, clap, clap …………………). E o resto? Onde pára o desenvolvimento de Barcelos. Anteriormente não existia. Actualmente não existe.

Mas perante a cobiça de um tradicional fumeiro de uma das 89 freguesias ou de um qualquer talho ali, mesmo, da esquina eu até me esqueço do resto. Mordisco aqui, depenico ali, trinco um pedaço de carne gorda, sorvo uma caneta de tinto e é ver-me todo feliz a brincar com o meu fumeiro ao lado dos gigantones.

padre em santa missão

A imagem de um “irmão” em santa missão.
E nada mais santo que a pura diversão” já dizia o outro.

red devil

Singela mas diabólica transfiguração.

outra mais…

Outra foto do Carnaval de 2010.

passo acelerado

Passo acelerado. Ainda do carnaval de 2010.