Tag Archive for: cemitério

última hora

28 Nov
28.11.2019

ÚLTIMA HORA: “Homem suicida-se e de seguida mata ninhada de gatos e a vizinha da cave. Familiares estão em estado de choque. O padre da freguesia afirmou que os suicidas vão para o purgatório e como tal não irá realizar qualquer cerimónia religiosa. Na ausência de resposta da GNR os ANJOS estão a tomar conta da ocorrência e o morto, que se encontrava em fuga no cemitério, já foi capturado.”

samitério de animais de stephen king

01 Out
01.10.2019

Louis Creed, jovem médico de Chicago, acredita que encontrou o seu lugar naquela pequena cidade do Maine. Uma boa casa, o trabalho na universidade, a felicidade da esposa e dos filhos. Num dos primeiros passeios para explorar a região, descobre um cemitério de animais de estimação no bosque próximo da sua casa, ao qual se vê obrigado a recorrer depois de o seu gato ter sido morto por um camião num trágico acidente. Ali, gerações e gerações de crianças enterraram os seus animais de estimação.
Para além dos pequenos túmulos, onde uma caligrafia infantil regista o primeiro contato com a morte, há um outro cemitério. Uma terra maligna que atrai as pessoas com promessas sedutoras. Um universo dominado por forças estranhas, capazes de tornar realidade o que sempre pareceu impossível.
A princípio, Louis diverte-se com as histórias fantasmagóricas de Crandall, o vizinho de 80 anos. No entanto, aos poucos, começa a perceber que o poder da sua ciência tem limites

Wook

Leitura mais que excelente – delirante e perturbadora.

Stephen King merece um excelente.


Tradução de Rosa Amorim

keep calm

28 Fev
28.02.2017

Existirá sempre um buraco para qualquer um, por isso:

keep calm!

lol, camouflage 7.0 – bus 88

18 Out
18.10.2016

This story will be published in Le Scat Noir #217.

I began to write a story about lol but the story forced me to be more than what I wanted.
Sources of inspiration:
– Le Scat Noir #215 by Black Scat Books
– Waiting for Beckett by Jason E. Rolfe
– Waiting for Godot by Samuel Beckett

leituras

14 Mai
14.05.2016

Não escrevo sobre todos os livro que vou lendo. Motivos?

    1. esquecimento
    2. nada a dizer porque não gostei
    3. nada a dizer apesar de ter gostado
    4. e principalmente porque não me apetece

Exemplos:

  • Southern Bastards #1 – Jason Aaron e Jason Latour (gostei)
  • Odd John – Olaf Stapledon (não gostei. não terminei)
  • O Último Europeu – Miguel Real (não gostei. não terminei)
  • Tales of the Wold Newton Universe – Philip José Farmer (gostei)
  • Uma Conspiração de Estúpidos – John Kennedy Toole (enfim!)
  • Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas – Vários (não gostei. não terminei)
  • O Cemitério de Praga – Umberto Eco (não gostei. não terminei)
  • O Oceano no Fim do Caminho – Neil Gaiman (gostei)
  • O Fogo – Katherine Neville (não gostei. não terminei)
  • A Dance With Dragons – George R. R. Martin (cansei-me. não terminei)
  • Álbum Negro – Hanif Kureishi (gostei)
  • The Skull Throne (Demon Cycle, #4)- Peter V. Brett (gostei)
  • O Caso Jane Eyre – Jasper Fforde (gostei)
  • Perdida Num Bom Livro – Jasper Fforde (gostei)

entre muitos outros…

Talvez comece, apenas, a fazer uma lista mensal: ou talvez não!

igreja matriz de escalhão

10 Mai
10.05.2013

Pelo que me foi dado apreciar o interior da igreja aparenta estar em ruínas. Não tive a felicidade contudo de apreciar algumas sepulturas que foram “mudadas” para o cemitério adjacente.

igreja matriz de escalhão – figueira de castelo rodrigo

De qualquer forma esta igreja serviu de refúgio aos combatentes portugueses na Guerra da Restauração da independência de Portugal.

igreja matriz de escalhão – figueira de castelo rodrigo

Nas fachadas ainda são visíveis marcas de balas de canhão disparadas contra a igreja.

igreja matriz de escalhão – figueira de castelo rodrigo

Algumas fotos da Igreja Matriz de Escalhão – Figueira de Castelo Rodrigo e alguns comentários. O possível não rigor histórico pode e deve ser relatado.

escultura cemiterial, 001

20 Jul
20.07.2012

Escultura cemiterial existente no Cemitério Municipal de Barcelos.

passeios

22 Dez
22.12.2011

Enche-me de plenitude os passeios nos cemitérios.
Fico inebriado pelo barulho seco do silêncio,
interrompido aqui e ali pela labuta constante dos vermes.

novos e antigos

12 Set
12.09.2011

Residentes novos e antigos em divulgação.

cheiros

18 Abr
18.04.2011

Ao entrar na Rua de Santa Marta pressagiei um ataque demoníaco às fossas nasais tal era o cheiro abominável de bicho morto que o bolbo olfactivo processou. Passeei os olhos pelas bermas à procura do emissor daquele cheiro. Àquela altura do dia (07.30) gostava de deslocar-me pelo meio da rua, evitava os inúmeros excrementos depositados na noite anterior pelos canídeos domésticos no passeio do lado esquerdo, por isso a pesquisa estava facilitada – a visão periférica disparava harmonicamente nos dois sentidos. Não encontrei nada que justificasse aquele odor que se diluía enquanto continuava a subir a rua.

Quando abandonei a Rua de Santa Marta e desaguo na Avenida de Santa Marta que beija durante alguns metros um dos muros do cemitério, fui, novamente, vítima inocente, como deve ser qualquer vítima, do putrefacto aroma que não vinha do contentor de lixo situado logo ali à minha direita.

Aquele cheiro a morte, que tinha (sim) de ter uma qualquer razão (porque “onde há fumo há fogo”), incomodou-me. Parecia que o meu olfacto estava marado; que a minha cabeça estava a quer transmitir, pouco sub-repticiamente, alguma coisa (pois onde há fumo há bem mais que fogo“). Não tenho problemas com a morte; vivi (vivo?) com ela demasiado tempo na minha mente, mas o cheiro nauseabundo molestou-me. E enquanto os meus passos ressoavam, agora, no espaço claustrofóbico da Avenida de Santa Marta – de um lado, esquerdo, o muro do cemitério do outro lado, direito, a parede branca, mas pouco imaculada, do estádio Adelino Ribeiro Novo – senti-me numa camisa de força tão típica da época vitoriana. Fui cambaleando e chocando irregularmente contra o muro esquerdo até que perante a visão assimétrica do cedro plantado em frente à entrada do cemitério me vi num espaço mais amplo absorvendo uma claridade que aquecendo (cegando) me livrou da mortificação grosseira que sofri por breves, mas subjectivamente longos, segundos.

Agora que escrevo isto continua sem explicar os cheiros e a minha fraqueza.
Talvez não haja explicação ou talvez não queira explicação.

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beam me up, scotty!