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organic chocolate stout

Organic Chocolate Stout produzida pela cervejeira Samuel Smith Old Brewery foi uma descoberta não muito festejada pelo meu palato.

gralhas e grilhetas

(…) Para começar, que que ele a cubra com musse de chocolate e depois que a lamba.

página 346

Já tinha reparado noutras gralhas, mas esta, assim, quase a chegar ao final do livro “O Coração É o Último a Morrer” de Margaret Atwood, irritou-me – rrrrrrrrrr, que feroz!

dialogues – did you eat chocolate?

— Did you eat chocolate?
— How do you know?
— Your breath smells like chocolate.
— Oh! Yes, I did.
— You were not even able to deny it.
— Do you want me to be a liar? You’re the one who buys the chocolate. You’re luring me.
— Yes, It’s true that I buy the chocolate, but I’m thin. And besides, it was hidden.
— Hidden? What a great hiding place, in front of the crackers. Conclusion, I am fat and greedy. And the fact that you’re thin gives you the right to eat the chocolate by yourself? And all this revolt because of 100 grams of chocolate – you insult me.
— Insults? Are not you fat?
— Of course I’m not fat, I’m overweight.
— That’s right … and you were not greedy about eating aaaaall the chocolate?
— Of course not, I was an opportunist. Opportunity makes a glutton.
— You’re right, you’re not fat or greedy… you’re a dick. Jeez!
— I do not say no to that. When are you going to buy and hide more chocolate?
— Turn off the light and sleep.

1º minho oktoberfest

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que espaço!! uau!!!

E lá fomos eu e os outros ao primeiro e grandioso Minho Oktoberfest organizado pela Cerveja Artesanal do Minho.

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azeitonas, queijo, presunto

À entrada, pela troca de uma módica quantia em dinheiro, foi-nos oferecido à escolha uma caneca ou um copo com o logotipo do evento e uma senha (adorei o esquema das senhas) de oferta – eu fiquei com a caneca, claro.

Ataquei sem dificuldade a weiss e umas costeletas grelhadas. Enchi novamente a caneca com weiss, mas agora, para acompanhar uns pedaços delicados de queijo, presunto e umas charmosas azeitonas. A weiss durou o suficiente até à próxima caneca.

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um pecado divino

Como não ia ficar sempre na mesma onda, bebi um café e comi um excelente Pastel de Santo António dos Chocolates da Vila.
O espaço único convidada a beber, a cruzar a perna, a visitar a cozinha e a ilha e a beber.

Nesta altura estava preparado para atacar a stout. A minha caneca depois de limpa não se fez rogada. E desta vez comprovei que a stout tem um ligeiro sabor a caramelo – eu e a minha teimosia.
Para completar a noite e para motivar uma nova caneca de stout ainda houve tempo para assistir a uma demonstração de dança por Alunos de Apolo (Lisboa).

par_verde

maria miguel e pedro pinheiro

par_vermelho

As fotografias não são as melhores, são as possíveis tendo em conta que ou via o espectáculo ou fotografava. Foi um bom momento durante o qual, pasme-se esvaziei a caneca!

Finalmente aqui me têm satisfeito, mas de caneca vazia. Fui beber uma pilsener para terminar uma parte da noite.

eu_satisfeito

a imagem de quem está no seu ambiente perfeito e com cerveja à mão de semear!

apontamento extra:

provei em casa a indian pale ale e para quem já provou centenas de centenas de cervejas foi aquela que mais adorei de todas as criações da Cerveja Artesanal do Minho.

chocolate

— Comeste chocolate?
— Como sabes?
— O teu hálito cheira a chocolate.
— Ah! Sim comi.
— Nem foste capaz de negar.
— Queres que seja mentiroso? Tu é que compras o chocolate. Tentas-me.
— Sim, sou eu que compro o chocolate, mas eu sou magra. E além do mais estava escondido.
— Escondido? Que grande esconderijo, à frente das bolachas. Conclusão, sou gordo e guloso. E o facto de seres magra dá-te direito a comeres só tu o chocolate? E toda esta revolta por causa de 100 gramas de chocolate. Insultas-me.
— Insultos? Não és gordo?
— Claro que não sou gordo, tenho é excesso de peso.
— Pois é isso mesmo… e não foste guloso em comer todoooo o chocolate?
— Claro que não, fui oportunista. A oportunidade faz o comilão.
— Tens razão não és gordo nem guloso… és um chato do caraças. Xiça.
— Não digo que não. Quando vais comprar e esconder mais chocolate?
— Apaga a luz e dorme.

O exemplo possível de uma conversa com uma pessoa que não saiba partilhar chocolate.

período refractário

Tenho um colega que se gaba imenso, quase exageradamente, direi eu inocentemente ou ignorante até, das suas habilidades/capacidades sexuais. Todas “elas” ficam satisfeitas se o tiverem como parceiro tal é a sua pujança. Um dos seus segredos é a ingestão diária de uma barra de chocolate. Ele, actualmente, tal é o número d “elas” que querem sentir tamanha energia e masculinidade, só aceita mulheres “de catálogo” – um gourmet do sexo!

A semana passada em tom de brincadeira inquiri-o acerca da duração do seu “período refractário”. A sua resposta, “Ui, é muito tempo, muito tempo mesmo. Comigo é tudo em grande!”, foi gritada enquanto atirava o braço direito em frente para salientar com esse gesto a sua plena alegria por “muito tempo”. Não pude deixar de gargalhar perante a sua obtusa resposta.

Conto este episódio anedótico a recordar-me da frase “Prescinde/não prescinde(3) do direito ao ensino da disciplina de Religião e Moral Católicas” (modelo n.º 451 INCM) escrita, pelo menos entre 1983/1988, nos boletins de matrícula do ensino básico e do ensino secundário. (3) “Riscar a palavra que não interessa”; perante isto acredito que muitos encarregados de educação riscaram a palavra “Prescinde” porque viam apenas o não e nunca associavam o “prescinde” a “passar sem”. Isto criou muita confusão desnecessária. E para resolver o problema bastava ter substituído a palavra “prescinde” por outra como “renuncia”, “dispensa”. Era uma frase religiosamente armadilhada com o objectivo de, por engano/lapso, obrigar os alunos à frequência da disciplina de Religião e Moral Católicas. A partir de 1989 já era necessário uma declaração própria devidamente assinada a informar do desejo de frequentar a disciplina de Religião e Moral (DREN modelo 1) e em outros boletins de matrícula bastava escrever a palavra “SIM” “no rectângulo abaixo” (modelo n.º 1065 da INCM). Com isso terminou as matrículas por “engano”.

E já agora a palavra “obliterar” colocada nestes termos: “O título de transporte só é válido se for obliterado” também é um espectáculo burlesco da aproximação dos serviços públicos ao cidadão.
Em Portugal a taxa de dislexia, mais por falta educação do que motivada por problemas médicos, ainda é elevada. Ou… já não o é… fruto das Novas Oportunidades.
E agora fiquei ligeiramente afásico!?

derailed

“Derailed” é um filme de 2005 que me veio ter às mãos, já nem sei como, e que foi visto sem um pacote de 3 quilos de pipocas na barriga.
É um filme interessante e com um suave mind twist final sempre do meu agrado. Pena que na ausência de pipocas nem havia chocolate para acompanhar o café caseiro – não posso ter tudo, mas tinha a minha-mais-que-tudo ao meu lado.

cakes

chocolate candy balls.