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de 1999?!?? – pois não

Descobri esta foto de 1999 (melhor, que eu pensava ser de 1999, pois está associada ao meu perfil do projecto Site@homecrunching desde 1999. )


P.S. tinha de ser o Luis Miguel a descobrir que a data da imagem está errada não pode ser de 1999, mas depois de 2004, mais precisamente 2005. Não tem 21 anos – terá talvez 15 anos?

de 1999 até hoje

Sim, estou a tentar não perder algumas das coisas (fotos, leituras, citações, acontecimentos) que fui registando desde 1999 no mundo virtual.

Será ao melhor estilo cápsula temporal.

de (1999)

Este mundo é, às vezes, difícil de aguentar. Muitas “crianças grandes” abusando de tudo e de todos. Morte e doença em quantidades industriais. Muitas desilusões amorosas(!). E as pessoas fazem o que podem para seguir em frente. A religião acaba por ser mais saudável do que o “ecstasy”.
Odeio é quando as pessoas ficam fanáticas. Odeio mesmo.
Mas de uma forma geral, a religião ajuda as pessoas a sobreviver, e a maior parte das pessoas religiosas são inofensivas. Elas precisam dela.
Eu também preciso da religião, mas não existe uma que seja indicada para mim. Provavelmente irei iniciar a minha própria religião quando estiver para aí virado.

Não sei de onde traduzi isto, apenas que é de 1999.

from somewhere (1999)

A world of immortality is inherently inconceivable, if not downright unpleasant to think about. Sustaining life (or postponing death, depending on your point of view) is what makes life worth living. Eating, sleeping, working, playing, procreating… this is all the process of sustaining our lives; of avoiding death. Having a life without death would be like having a bicycle without pedals. It just wouldn’t go anywhere or do anything. There would be no reason for it.

tatofilia

Lá saberia eu no lindo ano de 1999 quando criei o meu blog Porta VIII, versão 1.0 mais que beta, que hoje se falaria sem complexos sobre cemitérios.
Já em 1999, colocava nos meus posts imagens e outras informações sobre pedras tumulares que muito aborreciam a minha mulher e muito surpreendiam os meus poucos conhecidos. Infelizmente perdi 99,99% do conteúdo devido a azares informáticos.
O que resta, e que foi descoberto por acaso, num HD que fazia parte daquela pilha de discos duros que ainda tenho guardados à espera de obter coragem para os ligar ao novo pc e, assim, descobrir se têm coisas que valham a pena, é a pagina de informação do porta VIII ano 1999.

Escrevo isto hoje com o propósito de dar a conhecer um novo blog sobre Tafofilia (Mort Safe) da responsabilidade de Gisela Monteiro.

E já agora, algumas das minhas citações preferidas, mais ou menos sobre a morte:

Relatively soon, I will die. Maybe in 20 years, maybe tomorrow, it doesn’t matter. Once I am dead and everyone who knew me dies too, it will be as though I never existed. What difference has my life made to anyone. None that I can think of. None at all.

About Schmidt


Enjoy life. There’s plenty of time to be dead.

Hans Christian Andersen


Nos funerais, só se ouvem palavras de surpresa por aquele morto estar morto.

Jacques Bossuet


Um lugar encantador para se ser enterrado, pois nada deve impedir que o encanto acompanhe um homem à sepultura.

Thomas Hardy

11º aniversário

carpe diem

Desde 1999 que tenho na www um site com os meus pensamentos e outras coisas que nem sei o que são ou para o que são.

Festejo-me mais uma vez.

most people are not really free

Most people are not really free. They are limited by ethics and morality imprinted on them by their parents and the society in general. This is not necessary a bad thing, because it teaches them how to handle different situations and problems in life.

Many people don’t deviate from that pattern, but some go beyond that and makes their own conclusions of what life is all about. Imagine if everything you have learned is wrong. Where would you start to get straight again? We are all influenced by the media in one way or another. How do you know you’re not affected by what they say, and act according to that?
We can’t make any progress if we are slaves to the system. Don’t take anything for granted, and question all information.
If you choose to live free and take the consequences of that, it’s going to be hard. It ain’t easy to try and choose your own destiny, but if you don’t have your freedom, you don’t really have a anything at all.

What we need to do, is to break free of the established ways of thinking, and take a hard look at what really matters. We can’t always look to the past for solutions. What happen in today’s world has no precedence in the history of mankind. We have to look further than that. Next century belong to us.

from http://www.maths.qmul.ac.uk/~ade/sld/

A partir de uma frase de V. S. Naipaul (“Most people are not really free. They are confined by the niche in the world that they carve out for themselves. They limit themselves to fewer possibilities by the narrowness of their vision.”) um autor anónimo escreve um texto cristalino.
Este texto fazia parte meu blog de 1999 e, lamentavelmente, apenas consegui recuperar esta pequena parte.