Artigos

free lance de diogo carvalho

Diogo Carvalho apresentou em Barcelos o seu último trabalho Free Lance; o argumento, desenho e arte-final são da sua autoria – cores por Nimesh Morarji.

A primeira história, de duas que compõem o livro, foi publicada na antologia Octal #1 (03/2016).

Octal #1

Octal #1

Sobre a edição inglesa:

Free Lance is the creation of writer/penciller/inker Diogo Carvalho and to be honest, is the sort of thing I normally try my hardest to avoid. However, I was pleasantly surprised with the honesty of the writing. The set up is quite simple, where do you go when you need a job doing, but isn’t the type of “for honour” job that appeals to the Knights of the Realm. This gives Carvalho the opportunity to play in a fantasy type of world without the usual constraints. With a Shrek like twist, the book is pretty much what you’d expect, in that’s its pretty easy going with a standard style of art and color.

Free Lance é seriamente uma excelente comédia. É garantido que saudáveis gargalhadas serão arrojadas na leitura deste livro. Cada prancha é louca. Os textos soltam-se rápido e furiosamente humorosos; personagens divertidas (pouco/muito estranhas).

Combinando os textos, com os desenhos e as cores (sublimes!) temos um livro absolutamente irresistível que nos relaxa.

Se gostas de diversão isto é para ti.

obscurum nocturnus por diogo carvalho

Já (re)li esta aventura diversas vezes e na última leitura descobri um pormenor que até então tinha-me passado despercebido. Tiago está a ler, no carro conduzido por David Gois, o Fanalbum “Cabo Connection” de, naturalmente, Diogo Carvalho.

cabo connection

cabo connection

Quanto ao livro…
É implacavelmente agradável.
Sem a necessidade de criar um barulhento e grandioso cenário apocalíptico, mas antes com uma atmosfera calma e subtil Diogo Carvalho tem a chave perfeita para uma história imprevisível, emocionante. Não sendo apenas um livro de horror, é romântico (até), cheio de acção, aventura e com uma sensação de road trip, a verdade é que nos transporta delicadamente ao medo.

Mesmo para quem não gosta de horror aconselho uma boa espreitadela. É fantástico. Para quem adora horror é a cereja no topo do bolo.

É um livro que qualquer zombie que se preze gostaria de ler.

diogo carvalho – desenho

Um desenho de Diogo Carvalho a acompanhar uma história minha.

encontros de literatura e banda desenhada – amazonas contemporâneas

Estes encontros, compostos por quatro debates: 16, 19, 21 e 23 de Janeiro, estão integrados nas comemorações do 40º aniversário do ILCH e pretendem abordar a relação entre a literatura e a banda desenhada, ou como referiu o Prof. Manuel Curado na sua mágica intervenção “o que cola“.

No dia 16 tivemos: Herdeiras de Wonder Woman. As Amazonas na Ficção Popular Contemporânea

Desde a criação de Wonder Woman em 1941, abundam na ficção popular as mulheres que defendem pela força a liberdade de decidir o seu destino. Entre elas, contam-se Katniss Everdeen (Os Jogos da Fome) e Lisbeth Salander (Millenium. Os homens que odeiam as mulheres). Com Diogo Carvalho, exploramos os modos como estas personagens contribuem para a vitalidade e diversidade da nova mitologia das amazonas.

Encontros de Literatura e Banda Desenhada

Hoje será: Maus, de Art Spiegelman. Um romance Gráfico do Holocausto

Um testemunho real de um sobrevivente de Auschwitz, é isto, entre muitas outras coisas que podemos encontrar neste romance gráfico de Art Spiegelman. Com Marie Manuelle Silva, abordamos as técnicas gráficas, os recursos narratológicos e as figuras estilísticas que o autor usa para representar o Holocausto de forma real e impactante, inscrevendo este estrondoso sucesso de público e de crítica em diferentes correntes da tradição literária e da tradição ilustrativa.

Encontros de Literatura e Banda Desenhada

No dia 21 será: O Motivo do Herói Órfão. Oliver Twist e os Heróis da Banda Desenhada

Quantos heróis que conhecemos são, de uma ou outra forma, órfãos. Trata-se de uma lei ou de puro acaso? Tendo Oliver Twist de Dickens como ponto de partida e Margarida Pereira como convidada, iremos procurar na literatura a origem deste motivo presente na BD e nos Comics.

Encontros de Literatura e Banda Desenhada

No dia 23 será: Para Além do Véu. Persépolis, de Marjane Satrapi

Conversamos com Said Jalali sobre o romance autobiográfico de Marjane Satrapi, Persépolis, que é o olhar de uma menina sobre as alterações radicais introduzidas pela revolução de 1979 na vida quotidiana da sociedade iraniana. Romance de formação escrito e desenhado num contexto de deslocamentos geopolíticos e geoculturais à escala global, Persépolis narra os exílios de Marjane – tanto fora como dentro do Irão.

Encontros de Literatura e Banda Desenhada

Herdeiras de Wonder Woman. As Amazonas na Ficção Popular Contemporânea teve como convidado Diogo Carvalho.
Antes da sua apresentação foi nos oferecida uma mágica intervenção pelo Prof. Manuel Curado. Esta intervenção foi de tal forma intensa, poética que logo se percebeu que a noite ia ser em Grande. O Prof. Manuel Curado revelou sem sobressaltos e com um dialéctica argumentativa tão bem tecida a razão da literatura, nas suas mais diversas formas, nos invadir os sentidos desde sempre. O Prof. Manuel Curado provou ser o nec plus ultra do mágico das palavras e conseguiu deliciar-me ainda mais quando terminou o seu acto com as palavras “o diabo do espelho.

diogo carvalho

diogo carvalho

Diogo Carvalho, a razão que me dez deslocar a Braga, esteve perfeito a falar, sem papas na língua, sobre a Wonder Woman per si, falou nas mudanças no seu uniforme (como sinal dos tempos), os seus motivos como heroína, o seu protagonismo e a forma como foi/está actuando/actuar no universo de super-heróis. Conseguiu em poucas palavras contextualizar a sua criação, com doces e picantes pormenores. Falou do seu multifacetado criado, William Moulton Marston. Falou do presente e do futuro da Wonder Woman.

Quanto a Katniss Everdeen e Lisbeth Salander como amazonas herdeiras da Wonder Woman o que fica em resumo é que ambas são os Alpha das suas histórias. Como mulheres fazem, “e como colocar isto sem ofender, mas tendo de utilizar um cliché“, perguntava Diogo Carvalho, “um bom trabalho de homem. Ou melhor, um trabalho atribuído geralmente ao homem.”

Katniss Everdeen faz o que faz por amor à irmã, ofereceu-se como tributo, e acaba por agir sempre por estímulo. Perante um problema, age. Não cria problemas, mas encontra soluções por… impulso. E perante uma sociedade distópica, acaba por ser ela, pela sua perseverança, coragem, abnegação, a alavanca (“Deem-me um ponto de apoio e moverei a Terra.”) para derrubar o sistema por dentro – implosão.
Lisbeth Salander faz o que faz por vingança. Ao contrário de Katniss Everdeen, Lisbeth Salander perante uma situação adversa, raramente age por impulso. Tudo é planeado. Ela está por fora de um sistema deficiente, corrupto e as suas acções levam a que este expluda.

Foi colocada uma questão. Se elas são o que são ou fazem o que fazem por não estar presente a figura do pai – acho que a ideia da pergunta é esta (contudo, posso estar errado).
A pergunta é interessante e a resposta aceite é que em ambas o pai, pode ou ser o modelo ou a motivação para elas serem como são – fortes, independentes.
Quanto a Katniss Everdeen é fácil concluir que é a ausência do pai que a torna o que é uma Alpha. É ela a razão de a mãe e irmã estarem vivas.
Quanto a Lisbeth Salander foi a existência de um pai que a torna Alpha por competição e sobrevivência.

Se o papel poderia ter sido atribuído a um homem? Podia, mas o efeito não seria tão másculo.

Katniss Everdeen e Lisbeth Salander comprovam acima de tudo que qualquer ser humano consegue ser Homo homini lupus. Apenas são precisas certas circunstâncias, uma série de eventos catalisadoras da nossa natureza predatória.

Isto são pensamentos avulsos que fui tendo e que decidi agora transcrever.

Avalio positivamente o encontro. Adorei as conversas muito interessantes e estimulantes. Os alunos do Mestrado de Mediação Cultural e Literária estão de parabéns.

for 5 days 3 positive things of my life

I’ve been nominated by Rhys Hughes to post for 5 days 3 positive things of my life

My 3 positives for day 1 are:
  1. I’m a human fan, not a electric one, of Rhys Hughes: the one writer who truly made a difference in my life.
  2. I finished reading a new story: “Trolls de Troy -18- Pröfy Blues”
  3. The barber shave me. I did not recognize myself in the mirror. I shouted. He yelled. The cat ran away. No mirror broke.
My 3 positives for day 2 are:
  1. I hired a goblin to clean my glasses. I now see a more colorful world. I go, however, constantly against the poles – a painful side effect.
  2. When I was 15 years I went for the last time to a witch she told me and to my mother that I had an open body. However I don’t find nothing abnormal with my body, except a huge appetite for knowledge.
  3. I had a vasectomy in 2010. The good thing about this is that I can sin without fertilize. The negative: have been surrounded by so many nurses I could not have since that date more sexual fetishes with nurses.
My 3 positives for day 3 are:

eu a true nerd

a true nerd!

  1. I had an enormous lucky to have outstanding grandmothers and grandfathers. My grandmother, by my father side, was a devout Christian. Every holy Sunday I went with her to the church, but I disliked going to the church and I pass the time counting how many bald heads where in the church. Now I have also a bald head but I am not part of any statistics.
  2. One day I told to my daughter that I don’t have a zero in the head but a airfield. She, then, glued on my head a plane toy. I was the proud owner of a portable airfield.
  3. Today I lost weight. I’m so happy. Now I can tell that I walk and not roll. Wait, what I see so far away but getting closer? Oh! Is my weight, I didn’t know that my weigh was equipped with GPS.
My 3 positives for day 4 are:
  1. I love beer. So I drink beer, like right now
  2. My son is at home. We are now all together, the four. A gestalt family.
  3. Tomorrow is the day before holidays!
My 3 positives for day 5 are:
  1. I love my wife Carla Carvalho Faria and my daughter and my son, and my mother and my father and all you that know that I love you.
  2. Like Jason E. Rolfe I have a sister. Is only one but she is equal to seven sisters. Thanks Glória Brito. Without you I am not me.
  3. I’m so luck to have virtual meet so amazing people like Rhys Hughes, Jason E. Rolfe, David Rix, Fiona Duffin, Adele Whittle, Ricardo Acevedo Esplugas, Ian Towey, Mercie Pedro E Silva, Sissy Pantelis, Carlos Rocha, Garrett Cook, Brendan Connell, Gisela Monteiro and many others (I only use the left side). I’ve meet equal nice and good people like César Figueiredo, Diogo Carvalho, Hugo Teixeira, Susana Leite and many, many others – all of you can turn my gloomy days into sunny days. Because all of you are so fascinating and true people.
    1. A special thanks to my dear friend Hugo Cardoso
    2. A special hug to my like sons Jorge Dias and Patrícia Marques and a big kiss to the mother of this two Lurdes Marques. And I miss you so much my forever friend Jorge Dias, the father.
    3. I know I miss someone but you know I love you, and you and you…

mesa redonda com ilustradores – feira do livro de braga: a minha apreciação

mesa redonda com ilustradores

mesa redonda

Assumo que fui ontem a Braga apenas à apresentação do livro Obscurum Nocturnus por Diogo Carvalho. Desconhecia, assim, que ia haver uma Mesa Redonda com Ilustradores.

Apenas um suave apontamento: se o meu programa de reconhecimento facial demora um bocado de (muito) tempo a processar a imagem que os meus olhos recebem e é algo pelo qual sou conhecido, para o bem ou para o mal, cada um o entenderá como o quiser, digo-o, contudo, que nunca é intencional. Como diz a minha filha “pai tu andas sempre nas nuvens, mas devem ser especiais porque és robusto 🙂

Como o que mais tinha era tempo lá esperei e assisti mesmerizado a cada uma das intervenções. E apesar de conhecer, apenas, os trabalhos de Diogo Carvalho, mais profundamente, e de Sebastião Peixoto (descobri pela primeira uma ilustração sua na excelente Tornado – Digital Zero Artshow) e Pedro Seromenho, ligeiramente, fiquei naturalmente perplexo por tão perto de mim, ainda, ter dois artistas desconhecidos: Susana Leite e César Figueiredo.

O que saliento desta informal mesa redonda é a paixão que cada um dos oradores dedica ao que faz e é essa paixão que os torna cativantes e fáceis de escutar.

César Figueiredo foi a grande descoberta da noite e revela o quanto por muito conhecimento que penso adquirir a cada leitura que faço a verdade é que ainda há muito a descobrir no mundo da ilustração.
O engraçado é que apesar de ler com alguma regularidade a revista francesa Historia e mergulhar em mundos antigos através de imagens nunca parei para analisar sobre o trabalho que está por detrás daquelas ilustrações. Levei, educadamente, um metafórico puxão de orelhas de César Figueiredo, que sem usar qualquer termo técnico explicou de forma colorida o mundo maravilhoso da ilustração arqueológica e histórica.
Como curiosidade já tinha descoberto o desenho cientifico já que fui levado a esse mundo pela primeira vez através de Pedro Salgado que publicou um artigo na revista Margens e Confluências 2008/2009 e da qual tenho um precioso exemplar.

césar figueiredo

césar figueiredo

Sebastião Peixoto, confessou que não se sente confortável a falar para o microfone; isso não o impediu no mais espectacular estilo telegrama de conseguir obter sorrisos rasgados enquanto explicou em “filme sem som” mas com comentários pontuais o que é a ilustração digital.

sebastião peixoto

sebastião peixoto

Diogo Carvalho, foi para mim o momento especial da noite e a razão de estar ali. Adorei o ouvir e sentir o homem que criou “Cabo Connection” e o espectacular Obscurum Nocturnus. Falou sobre BD – Arte sequencial explicando através do seu trabalho um pouco da nona arte.

diogo carvalho

diogo carvalho

Compro pouca banda desenhada, porque me apaixonei pelo trabalho de “certos e determinados” artistas e estou sempre à espera que produzam novas obras.
Sim: também vou comprando outras coisas, mas mais alternativas como ultimamente: Magic Mirror – A Collection of Comics por Ed Pinsent, ou The Unknown Adjective and Other Stories por Doug Skinner.

diogo carvalho + eu + diogo campos

diogo carvalho + eu + diogo campos

Pela altura da sessão de autógrafos tive a oportunidade de falar um pouco com Diogo Campos e de estar com Arlindo Fagundes que veio cumprimentar o Diogo Carvalho.

Pedro Seromenho é um orador nato. É um contador de histórias multifacetado. Senti-me um puto a ouvir as suas palavras e a seguir os seus gestos. Pedro conseguiu-me hipnotizar e colocar-me dentro de um filme 3D apenas com gestos e palavras. Falou do seu novo livro e da relação entre a escrita e a ilustração.

pedro seromenho

pedro seromenho

Susana Leite não se deixou intimidar pela maioria masculina e revelou que é uma mulher de armas e com uma imaginação soberba. Falou sobre ilustração e técnicas mistas usando um dos seus livros como exemplo e digo-vos que exemplo! Um livro ímpar. Material base: pintura em cerâmica. Foi ousada, mas conseguiu obter um resultado mágico.

susana leite

susana leite

Para mim foi uma noite em grande, na companhia de cinco artistas que revelaram preto no branco e a cores e a som trabalhos tão diferentes, mas que estão todos unidos pela paixão, pela criatividade, pelo sacrifício.

Venderam-me bem o peixe – admito, mas a culpa é deles eu fui uma vítima inocente.

voyager 1

A leitura de “Yoyager, tomo 1” foi uma deliciosa descoberta.
Adorei o conceito e as histórias; o facto de o álbum ter a colaboração de diversos artistas só o enriqueceu.

voyager 1

voyager 1

Os “Extras” são uma mais valia para quem como eu adora sempre saber mais sobre o processo criativo e o universo em que se desenrola as “viagens”.

Louvo esta edição verdadeiramente sumarenta; e acrescento que a encomenda do meu pedido foi concluída de forma rapidíssimaaaaaaaaaaaaaaaaaaa – fantástico.

Recomendo.

cabo connection

cabo connectionFoi uma das compras efectuadas (sem qualquer dedicatória) no sábado passado; já o tinha querido comprar – morar na periferia do Império tem coisas boas e más.

“Cabo Connection” é uma divertida história com duas personagens tão diferentes como o Bento XVI e Lady Gaga (e nestas qualquer simbiose será impossível). Bazuca & Suicida são diferentes, mas complementam-se perfeitamente; o mesmo acontece com um pacote de bolachas “Maria” numa malga quente de cevada.

Diogo Carvalho conseguiu não apenas me entreter; convenceu-me pela forma como foi contando a história; temos, igualmente, uma pequena, mas importante explicação dos nomes da alcunha das personagens principais.

Aqueles dois malucos devem ainda estar neste Portugal em estado letárgico à espera de pular para a claridade.

Bazuca & Suicida merecem (exigem) novas aventuras.

anigamix 2011

CONCLUSÃO: Nunca mais vou forçar os rebentos a eventos de BD. O meu filho mais velho estava com uma cara de enterro capaz de envergonhar qualquer recente viúva (alegre ou não); nunca vi em funerais uma melhor cara de enterro do que a exibida por ele ontem no Anigamix 2011. Saiu-me tudo trocado; devia-o ter deixado em casa a ficar mais entorpecido em frente da XBOX 360. Nada de assinaturas desenhadas (exceptuando uma), nada de apresentação da Zona Monstra – um completo vazio na confusão do Anigamix.

[….] Quanto ao Anigamix 2011?

Os pontos positivos foi umas boas compras e ter sido descoberto pelo Nuno Amado aka bongop. Quando alguém me diz “Olá Paulo Brito!” e não sei quem o diz o meu cérebro começa a processar pelas minhas memórias ao melhor estilo CSI um reconhecimento facial. Salvou-me mais embaraços a identificação “Sou o Nuno Amado, reconheci-te pelo chapéu.” Não deixou de ser engraçado ter encontrado a pessoa que me levou a comprar novamente livros de BD em Português – confiança nas editoras portuguesas precisa-se. Nuno Amado é o responsável pelo excelente blog de divulgação de banda desenhada: Leituras de BD.

Gostava de ter conversado com ele, fora da blogosfera, mas as ditas circunstâncias explicadas na “CONCLUSÃO” inicial isso impediram.

nuno amado e mim

Deixo-me com mais umas fotos; comprei, igualmente, o “Zona Mostra”, “O Amor Infinito que te Tenho e Outras Histórias” e mais umas obras.

boring europa

boring europa

diogo carvalho, obscurum nocturnus

diogo carvalho, obscurum nocturnus

Foto rapinada do blog Leituras de BD de Nuno Amado – é possível ver ali a minha grande pujança.

mim por ele

mim por ele