Tag Archive for: exposição

13 Jan
13.01.2020 A certa altura entra uma jovem, uma visitante. Desconhecendo o protesto, pensa estar diante de uma exposição, talvez até de uma proposta para uma nova escola pictórica. Detém-se perante todos os quadros, isto é, perante todos os panos pretos, afaste-se e aproxima-se para observar melhor, senta-se e toma diligentemente notas; esta nova pintura parece agradar-lhe e convencê-la.
Instantâneos de Claudio Magris (págs. 23/24)

Neste instantâneo intitulado de “Na galeria de Castelli” Claudio Magris acha piada ao engano(?) da visitante. Não vejo qualquer motivo para tal, porque nos dias que correm tanto é arte uma banana presa com fita adesiva, como panos pretos de diferentes tamanhos pendurados numa galeria de arte, ou até uma sanita parcialmente partida. Desde que um monte de areia decorada com uma pedra esteja dentro de uma galeria de arte é… arte. É a arte moderna no seu brilhante esplendor. A estupidez suprema.

testa, o artesão

11 Ago
11.08.2019

É com orgulho que publico fotos da exposição do meu adorado Tio João, conhecido com o nome “artístico” de Testa, em exibição na 37.ª edição da Mostra de Artesanato e Cerâmica.

dois tempos o mesmo lugar

30 Mai
30.05.2015

A exposição Dois Tempos o Mesmo Lugar com esculturas de Rogério Timóteo pode ser visitada em Barcelos de 28 de Março a 31 de Agosto 2015.

guardian ii

dicas

10 Mai
10.05.2013

A minha compra no Tornado :: Digital Zero Artshow.

rui torres

dicas

Comprei o trabalho, em marcador posca, de Rui Torres “Skulls” porque adorei acima de tudo o cinismo da piada.

a razão da máscara inaudita…

06 Mai
06.05.2013

Aqui estou em a ser atacado por um dos piores e infames seres humanos: um artista. Estou assustado, mas disfarcei muito bem – acho! Mas ainda hoje ando em tratamento; e graças a isto o meu psiquiatra já comprou um Ferrari. Para agravar fiquei com uma inexplicável fobia a meias pretas.

esgar acelerado

eu e ele (esgar acelerado)

Não posso deixar de registo este episódio aqui, no meu cantinho.

Paulo Brito, espectador da minha exposição Hand Jobs, vítima de um inaudito ataque ninja com pincéis… uma arte marcial desenvolvida aqui pelo autor ao longo de décadas…

by Mr. Esgar

poderoso ataque. ficaria mesmo cego não fossem os óculos. nunca mais consegui brincar com o meu sock monkey – é do trauma!

tornado :: digital zero artshow

13 Nov
13.11.2012

TORNADO :: Digital Zero ArtShow
A exposição Tornado é um espaço de mostra de desenho, ilustração e pintura em todas as suas vertentes e técnicas “não-digitais”. Múltiplos apenas permitidos desde que técnicas tradicionais de impressão, como gravura ou serigrafia.
Reunindo 86 nomes (e outros tantos trabalhos) a Tornado regressa ao que é o trabalho manual, ao objecto físico e único. O ponto de partida é a mão do criador, uma folha e um instrumento riscador.

Tornado

tornado_04

tornado ::: digital zero artshow

A Tornado é comissariada por Esgar Acelerado que que em entrevista dada ao Jornal I disse:

“Apesar de ser a nossa primeira exposição, a ideia é fazer disto uma bienal, com acções e palestras”, explica Esgar, o criador da Tornado. A base, estabelecida na Póvoa, é uma questão prática: “Moro e trabalho na Póvoa”, elucida o ilustrador.

Esgar Acelerado

tornado ::: digital zero artshow

tornado ::: digital zero artshow

tornado ::: digital zero artshow

tornado ::: digital zero artshow

tornado ::: digital zero artshow

tornado ::: digital zero artshow

tornado ::: digital zero artshow

tornado ::: digital zero artshow | lado direito “Em Tornadas” de Marta Nunes

tornado ::: digital zero artshow

showcase de the weatherman

É a segunda vez que a minha filha se deslocou a este espaço e continua a adorar passear pela galeria, ver os desenhos e a escolher qual deles fica melhor no seu quarto.

tornado ::: digital zero artshow

em preparação para outro passeio pela exposição

Comprei o trabalho, em marcador posca, de Rui Torres “Skulls” porque adorei acima de tudo o cinismo da piada em mensagem a cores.

É uma excelente exposição que está aberta até ao dia 30 de Novembro de 2012.

mab invicta, mais fotos – pessoal da zona

28 Mar
28.03.2012

Primeiro: tenho mais fotos. Não sei é onde coloquei o outro cartão de memória.
Segundo: coloco, por isso, apenas estas.

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pedro carvalho (barcelense) e carla rodrigues

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carla rodrigues a iniciar o meu rascunho

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manuel alves

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fil e manuel alves (o braço!) a trabalhar no meu rascunho

 

mab i, a exposição zakarella

14 Mar
14.03.2012

Foi a exposição que mais desejei ver desde que duas pessoas que estimo virtualmente, agora mais na vida real, trouxeram para a luz do dia um excelente pedaço da nossa história bedéfila.

Tem sido um trabalho meritório, presumo que cheio de contratempos, mas suculento.

Aqui ficam algumas imagens da exposição Zakarella.

zakarella por d. zarzanga (andreia rechena)

zakarella por catarina guerreiro

zakarella por osvaldo medina

zakarella por luís maiorgas

as atribulações de um português no porto

11 Mar
11.03.2012

E antes que digam que existe um livro com um nome semelhante ao título desta entrada, eu coloco-o aqui: “Les Tribulations d’un Chinois en Chine” de Jules Verne. Pronto!

Ontem o dia correu muito bem. O almoço do Leituras de BD estava devidamente condimentado; espectacular companhia.

Quanto ao MAB – Festival Internacional de Multimédia, artes e BD, como ia com o pessimismo instalado, até gostei. Teria alguns aspectos negativos a apontar, mas o facto de ter efectuado umas boas compras, conhecido pessoal fantástico, e ter trazido uns valentes rabiscos, evita frases mais tristes. Além do mais tive o prazer de ver em primeira mão a exposição de Zakarella.

Contudo este post não servirá para falar do MAB – Festival Internacional de Multimédia, isso ficará para outro, mas das minhas aventuras malucas, que comprovam muita coisa ou nada.

Os apontamentos:

    1. Fui de comboio
    2. Como tipo precavido que sou, depois de ver o horário do comboio de regresso, marquei como alarme a hora de partida no meu Nokia x6 para não o perder.
    3. Às 17h45m o alarme disparou. No visor indicava 18h00. Com apenas 15m para chegar ao destino e como não sabia a forma mais rápida de chegar à estação de São Bento pedi indicações à diabólica Virgulina Labareda.
    4. Recordei-me que tinha deixado na mão do João Mascarenhas o Punk Redux, o novo álbum do Menino Triste. Fiquei mais que doido.
    5. Pesquei o marcador de livros da Dr. Kartoon, telefonei para a loja de Coimbra, pedi o número de telemóvel do João Miguel Lameiras e pedi-lhe para deixar o álbum com Nuno Amado – agora vou ter mesmo de pagar os portes!
    6. Perdi-me, temporariamente. Sabia que a rua de referência tinha uma data, mas só me lembrava do 25 de Abril. Como fui capaz de me esquecer de um livro!
    7. Quando me lembrei do 31 de Janeiro foi sempre abrir – claro que a descer ajuda.
    8. Chegado à estação de São Bento, pisco os olhos para o relógio de pulso que me indica 18h30m – merda, perdi o comboio.
    9. Ataco a tabela de horários Porto-Vigo para ver a alternativa e reparo que não existe qualquer comboio às 18h00, mas sim às 18h45m
    10. Amaldiçoo o Nokia x6 e especialmente o sujeito que gravou o alarme. Depois desta confusão ainda tenho 15m – nada mal!
    11. Na bilheteira: “Um bilhete para Barcelos”.
    12. “Não há hoje mais comboios para Barcelos devido à greve”.
    13. “Greve! Mas está no placard o comboio das 18h45m para Braga”.
    14. “Não tem ligações para os regionais.  A greve é dos regionais a partir das 16h00. Só tem comboio até Nine.”
    15. Ainda na bilheteira: “A sério?!! Que seja. Um bilhete para Nine.”
    16. Continuando na bilheteira: “Mas, mas… depois o senhor não tem comboio para Barcelos!”
    17. “Faço o resto do percurso a pé pela linha. O meu Nokia servirá de lanterna.” Fiquei um pouco melhor com a expressão do homem, apesar de ele ter a obrigação de não revelar qualquer surpresa perante um simples sujeito de chapéu aparentemente amalucado.

Ainda tive tempo de beber um capuccino extraído daquelas máquinas automáticas e comprar uma garrafa de 1,5l antes de entrar para o Comboio. Ufa!!!

uma timor, uma malae

26 Nov
26.11.2011

Esta exposição teve duas componentes: «alguns exemplares de olaria e alguns exemplares da área do figurado». A exposição é suportada, também, pelo teatro de marionetas, decorrendo num mini-anfiteatro. O destinatário é um público infantil. O tema, a criação da ilha de Timor, através da representação da lenda local.

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beam me up, scotty!