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you

13 Jan
13.01.2020

A série de televisão You, baseada no livro de Caroline Kepnes, segue a obsessão de Joe Goldberg (Penn Badgley), gerente de uma livraria de Nova York, pela cliente Guinevere Beck (Elizabeth Lail).

Fui ver esta série motivado por um comentário positivo de S.

A série não é perturbadora, mas cómica. Vejamos:

  • temos duas personagens ocas e monótonas:
    • a personagem feminina, Guinevere Beck, é escritora, mas não escreve nada… ah exceptuando que publica toda a sua vida privada nas redes sociais
    • a personagem masculina, Joe Goldberg, não tem qualquer carisma e tira conclusões tão óbvias como se fosse um triste pastiche de Sherlock Holmes
  • a janela do apartamento de Guinevere Beck é por si só uma personagem e tanto
  • Joe Goldberg é um perseguidor de uma rapariga que vive num rés-do-chão com uma gigantesca janela sem cortinas e à frente da qual ela faz tudo – não é exibicionismo é estupidez
  • Joe Goldberg é um perseguidor que com apenas um boné consegue camuflar-se em qualquer ambiente; melhor do que um camaleão – Guinevere Beck e as amigas além de fúteis são cegas como morcegos

Tudo o que posso concluir é que única coisa positiva a retirar da série é apenas o comentário positivo de S.

algumas considerações

23 Dez
23.12.2019

The Witcher (a série) – o que não me aborrece muito é terem massacrado uma grande parte da história original; o que, realmente, não suporto é um enredo inconsistente, fracos diálogos, a merda do politicamente correcto (a cena da inclusão) e com isso matar Triss Merigold; e desde quando anões são apenas pessoas pequenas e elfos apenas “tipos” de orelhas ponteagudas?

O que compensa? O facto de Henry Cavill conseguir, convencer sem muito esforço, ser Geralt de Rivia (ele leva a série às costas); as cenas de batalha – a do primeiro episódio está exactamente como imaginava Geralt a lutar.

Em resumo: os livros de Andrzej Sapkowski são fantásticos e com eles mergulhamos com facilidade no universo The Witcher, com a série isso não acontece.

laura

08 Nov
08.11.2019

(…) decalcara-a da última cena de Laura: um homem sozinho numa divisão quase às escuras, e Gene Tierney parada no umbral, não recém-chegada, mas recém-aparecida, como as aparições das histórias de fantasmas, não coberta com um lençol, mas vestindo uma gabardina desabotoada, com o cabelo e os ombros molhados.

Como a Sombra Que Passa de Antonio Muñoz Molina

brightburn

09 Ago
09.08.2019

Um filme que não deixando, como alguém disse, de ser “refrescante”, sofre de uma fraca execução. Se as motivações psicológicas para o mal fossem outras que não uma simples algraviada dita por uma máquina alienígena o filme seria muito, mas muito mais interessante, apesar de nunca deixar de ser divertido.

Mesmo, assim, humilha sem qualquer dificuldade o filme Battle: Los Angeles.

alita: battle angel

07 Ago
07.08.2019

Brilhante! Desde o início ao fim.

Um filme feito para divertir imenso e mai nada – conseguiu.

hellboy (2019)

23 Jul
23.07.2019

Eu gosto de Hellboy enquanto criação de Mike Mignola. E gosto das duas versões cinematográficas realizadas por Guillermo del Toro.

Este filme de 2019 que seria um reboot da personagem vai precisar – obrigatoriamente – de um reboot.

O filme realizado por Neil Marshall, com David Harbour a interpretar Hellboy e com Milla Jovovich no seu pior, é algo tão previsível, tão anedótico e tão forçado que se torna num filme horrivelmente irritante.

Hellboy (2019) podes ir sem problema para o buraco de onde saíste – por favor!

good omens, a série

24 Jun
24.06.2019

Vi o primeiro episódio e foi uma coisa assim tão sem sabor como as hóstias que era obrigado a comer quando ia agrilhoado à comunhão.

anon

13 Jun
13.06.2019

Anon é um filme de ficção-cientifica simples, sem efeitos surpreendentes e lutas impressionantes. A história é mais actual do que nunca … ou pelo menos deveria ser. Em uma sociedade, onde “sentimos a necessidade” de estar “ligados” o tempo todo … o filme leva-nos ao limite dos limites: um futuro de vigilância extrema onde tudo é guardado no Ether e a anonimidade é crime.

Clive Owen (Sal Frieland) e Afiya Bennett (a rapariga) passeiam-se numa elegante cadência.

it, o filme (2017) – capítulo i

29 Mai
29.05.2019

IT o filme de 2017 não é apenas uma adaptação medíocre de obra de Stephen King, mas também um anedótico filme de terror/horror.

Numa narração muito atabalhoada o filme acaba por não flutuar e afunda-se como o Titanic.

h. r. giger

21 Mai
21.05.2019

Hans Ruedi Giger (H. R. Giger) é mais conhecido por definir a direcção visual de “Alien”, que completa 40 anos este mês, mas o seu trabalho como artista vai muito mais longe.

Mas o trabalho de Giger como artista vai muito além do seu “Alien”. Giger criou, combinando na perfeição o horror e o grotesco, peças de arte fascinantes e assustadoras.

atomic children (1968)
giger bar em gruyères, suiça
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